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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Caracóis?

Embora, os caracóis enojem muitas pessoas pelo seu aspecto de lesma e pelo seu líquido viscoso e deslizante, este molusco está cada vez mais na moda e muitas pessoas querem experimentar.

Neste mês de Agosto, um casal de americanos perguntou-me se em Setembro ainda haveria caracóis para comer, pois pretendiam trazer os sogros e experimentariam então esta iguaria em Portugal.

No Brasil passa a mesma coisa, existe muitas espécies de caracóis, mas a maior parte dos brasileiros vêem apenas estes bichinhos como pragas, mas já começam a interessar-se e a fazer perguntas.
Durante anos, no Brasil falava-se com um certo desprezo dos franceses por terem o hábito de comerem caracóis, no entanto a cozinha francesa ganhou projecção internacional e os seus pratos passaram a ser "CHIQUES" e caros.
Continuando com os caracóis, os gastrónomos salientam o seu valor alimentar, segundo eles,  os caracóis tem as mesmas calorias do peixe e só metade da gordura, mas sete vezes os sais minerais e as redes de distribuição começam a colocar no mercado produtos congelados prontos a cozinhar, no caso a carne de caracol.
Na indústria de cosméticos, encontra-se diversos produtos derivados do caracol, entre eles estão: cremes de rosto a champôs para o cabelo.

Baba de caracol


Creme Baba de Caracol

É para muitos a maior revolução da indústria cosmética.
O creme de Baba de Caracol não é igual aos cremes que estão no mercado.

Este molusco (caracol) é dotado, segundo dizem, de impressionantes qualidades de regeneração da pele. A base do creme de Baba de Caracol é apenas um único ingrediente, a proteína de caracol (helix aspersa), que com as suas propriedades regeneradoras, permite a este creme performances fantásticas. A proteína de caracol é uma secreção 100% natural que apresenta propriedades de reparação de células e regeneração dos processos de rejuvenescimento da pele humana.

A baba de caracol é obtida stressando os animais - com calor. Colocados em cubas giratórias, os caracóis segregam baba até praticamente à exaustão e aquela escorre para reservatórios onde é depois purificada, num processo que pode ser comparado à pasteurização do leite.

É muito cara – segundo algumas fontes de informação, pode atingir preços de mercado entre os 250 e os 450 euros por litro, mas trata-se de uma das fontes mais pura de proteína.

Estudos das mais respeitadas universidades, ditas por algumas indústrias de cosméticos,  indicam que a proteína de caracol ajuda a hidratar, melhoram a aparência da pele com sinais de envelhecimento, reduz estrias e marcas, elimina celulite e quelóide, tornando a pele macia, sedosa e jovem. A proteína de caracol (helix aspersa) estimula a formação de colagénio (essencial para a regeneração de células), elastina (para a elasticidade da pele) e componentes dérmicos que reparam o envelhecimento da pele.

Modo de Utilização
A maneira de aplicar o creme é:

Fazer a Limpeza das zonas onde vai aplicar o creme Baba de Caracol secando de seguida. Aplique o creme no corpo com maior ênfase nas zonas afectadas, massajando suavemente até à sua pronta absorção, ou seja desaparecimento. Aplique diariamente, durante, pelo menos, 3 meses para sentir todos os efeitos desejados. A utilização contínua de Baba de Caracol fará com que os efeitos se prolonguem, para que haja mais hidratação e elasticidade das zonas afectadas por estrias e envelhecimento, removendo assim células mortas e revitalizando a pele.

sábado, 30 de abril de 2011

Proteína combate trauma


Cientistas descobriram uma maneira de apagar lembranças de traumas da mente inibindo a ação de uma proteína chamada de PKM. O estudo, publicado no Journal of Neuroscience, pode beneficiar pessoas que sofreram traumas de guerra, que foram vítimas de violência ou que apresentam transtorno de estresse pós-traumático. As informações são do site do jornal Daily Mail.




Segundo David Glanzman, chefe da pesquisa e professor da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, com a descoberta será possível alterar a memória para reduzir o trauma. "Não é num futuro imediato, mas acredito que seremos capazes de identificar a memória de uma experiência traumática e tentar amenizá-la no cérebro", disse.



Glanzman e sua equipe relataram ter eliminado, ou pelo menos enfraquecido substancialmente, a memória de longo prazo em caracóis marinhos, conhecidos como Aplysia. Os pesquisadores estudaram a proteína no caracol, que apresenta um sistema nervoso simples, para que pudessem entender como a atividade PKM mantém uma memória de longo prazo.



Eles analisaram um tipo simples de memória, chamada de sensibilização. "Se moluscos marinhos são atacados por um predador, o ataque aumenta sua sensibilidade aos estímulos do ambiente, é uma forma fundamental de aprendizagem que é necessária para a sobrevivência", disse Glanzman.



Os cientistas removeram os neurônios-chave do sistema nervoso do caracol e os colocaram em uma placa de Petri, para recriar os dois neurônios do "circuito" que produz o reflexo. Eles conseguiram apagar uma memória de longo prazo, tanto no caracol quanto nos neurônios em laboratório. De acordo com os pesquisadores, a descoberta é o primeiro passo para impedir a formação de uma memória traumática específica.

Notícia tirada do site: noticias.terra

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ciência no Oeiras parque em Maio

28 Abril, 2011 - 13:32 Notícias Portugalmail
Maio é mês da ciência no Oeiras parque

O Oeiras parque vai acolher uma série de actividades lúdicas e pedagógicas de divulgação científica, durante o mês de Maio, com o duplo objectivo de sensibilizar a população para o papel da ciência e recolher donativos destinados a desenvolver o projecto Simbiontes Autismo, que inclui a criação de um fundo para investigação em Neurodesenvolvimento Infantil.

O programa, que surge em colaboração com a Associação Viver a Ciência (VAC), conta com um espectáculo de dança contemporânea, stand up comedy, um ambiente de "conversa de café", e a divulgação do projecto Vidas a Descobrir, da VAC, que ganhou recentemente um prémio internacional.
Durante o mês de Maio haverá ainda tempo para workshops infantis que assinalam o Dia da Criança. Entre as propostas está uma acção baseada no livro "Os Amigos da Menina do Mar", onde serão explorados conceitos básicos de biologia, com recurso aos exemplos da fauna marinha da costa portuguesa, além do workshop infantil "Caracol, caracol, põe os pauzinhos ao Sol!", dedicado à vida dos caracóis.
De 1 a 31 de Maio, em paralelo com as restantes actividades, decorrerá uma campanha de angariação de donativos para apoiar o desenvolvimento de um projecto com meninos autistas, refere uma nota da organização.

sábado, 26 de março de 2011

Darwin e à evolução

Em 2009, foi um ano dedicado a Darwin e à evolução. Foram feitos estudos para obter resultados e classificar diversas espécies de caracóis em Portugal. Os resultados do estudo revelam que, em Portugal, predominam os Cepaea nemoralis. Sabe-se, também, que existem em maior número no litoral e que a sua presença quase não se nota no Algarve, factor associado ao clima e a vegetação.

As aves são predadores naturais dos caracóis, assim como alguns roedores.

Entre os seus principais predadores figuram os tordos, aves que não são nada meigas na hora de comer os caracóis. Para lhes tirar a carapaça, os tordos têm de esmagá-la contra uma rocha ou uma superfície pedregosa.

Outra curiosidade é o “PIRILAMPO”, um pirilampo pode acabar com os caracóis? Pois é, aquele bichinho minúsculo injecta os ovos no corpo mole dos caracóis. Quando as larvas nascem, alimentam-se do corpo do caracol e este acaba por morrer.

A carapaça do caracol funciona como camuflagem, ou seja, serve para o proteger dos predadores, quando tem uma cor que não se distinga da vegetação e que o faça passar despercebido? Por exemplo, um caracol branco numa zona muito escura seria logo descoberta e, por isso, atacado. O clima e o tipo de solo têm uma grande influência na forma como o caracol consegue (ou não) sobreviver.

A notícia original deste tema está em: aeiouvisao

sexta-feira, 25 de março de 2011

Negócio e apoios

Observação: As regras do IEFP, mudaram, convém saberem as novas regras de apoios ao investimento e apoios ao projecto / 23/07/2010.
Estamos a viver tempos dificeis, esta actual crise em que vivemos, veio para ficar e criar um negócio seguro é cada vez mais dificil.
Todo o negócio deve ser pensado, (SWOT), pontos fortes e fracos.

Recorrer aos Apoios do IEFP para Criar uma Empresa ou ao Micro crédito pode ser uma soluçao, mas têm que trabalhar muito, senão ao fim de uns anos descobre-se que trabalhou para aquecer.

Em análise de pequenos negócios, as pequenas empresas mais bem sucedidas têm sido aquelas que utilizam a Internet como fonte de angariação de clientes e como fonte de publicitar o seu negócio, pois os encargos são mínimos.

Para quem têm um espaço que possa explorar, poupa nas rendas, mas têm mais encargos e está sujeito a muito investimento no estabelecimento, assim como: Casas de banho, projecto contra incêndio, certificado energético, associar-se obrigatóriamente a associações conforme o tipo de comércio.

Os pequenos negócios de comida, salgados e doces para fora, lavanderia, ervanária e produtos naturais, passar a ferro, pequenas costuras e bainhas de calças, tomar conta de crianças, pequenas creches, baybe siters, ocupação de tempos livres de crianças entre outros têm sido muito lucrativo e parte dessas funções não pagam impostos ou não se declara os verdadeiros rendimentos.

Quanto a criação de caracóis, existem pessoas que os apanham nos campos e vendem directamente aos cafés e restaurantes por 2.00 euros o quilograma e outros os criam artesanalmente em quintais para comercialização.

Voltando ao negócio:Fique de olho atento ao IEFP e ao MICROCRÉDITO, mas não fiquem fascinados, pois as exigências são muitas.

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) tem à disposição dos desempregados e dos jovens à procura do primeiro emprego programas de incentivo à criação do próprio emprego, num conjunto de apoios e serviços destinados à viabilização de novos projectos empresariais de pequena dimensão: o Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE).



Para serem elegíveis, os projectos que venham a ser candidaturas ao programa de apoio do IEFP têm de respeitar determinados requisitos relacionados com o número de trabalhadores ou com o valor total de investimento, entre outros aspectos.


APOIOS AO EMPREENDEDORISMO – CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO – APOIOS IEFP

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Os caracóis e seus ensinamentos


Os caracóis e seus ensinamentos "A lentidão é virtude a ser aprendida"


Os caracóis são moluscos lerdos. Andam muito, muito devagar. Ninguém tomaria os caracóis como exemplos. Embora suas conchas sejam belas e construídas com precisão matemática, o que chama a atenção de quem os observa é sua pachorra. Caracóis não têm pressa.


Falta-lhes dinamismo, virtude essencial àqueles que vivem no mundo moderno. Quem anda devagar fica para trás.
Quem iria imaginar que um educador, ao observar um caracol, tivesse uma inspiração pedagógica? Pois foi o que encontrei numa revista italiana, Cem Mondialità. A fotografia que ilustra o referido artigo é a de um menino, rosto apoiado na carteira, a observar tranquilamente um caracol que se arrasta sobre a tampa da carteira.

E o título do artigo é A pedagogia do caracol.
Tema abordado no blog: ellenkellyufpa

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Não façam confusão

Para quem vive na China e prova tanta comida diferente de todo o país, é sempre difícil responder em Portugal à pergunta recorrente - E o que é que comes lá?

Por mais tempo que passe não consigo explicar que a comida é óptima. Quando a pergunta é feita vem muitas vezes acompanhada daquele ar de quem acha que como insectos como ementa do fim-de-semana. O melhor é que sendo eu tão esquisita, nunca cheguei a provar nada das tais coisas raras que há para comer. E nem sequer em Portugal como os petiscos nacionais que me causam uma repugnância inexplicável... Como caracóis, para citar só um exemplo.

No final do Verão cheguei a um café na praia do Vau e deparei com este anúncio de "há passarinhos". Como o meu estômago dá uma cambalhota só de pensar na ideia, pensei - esta foto é dedicada à pergunta recorrente que é muitas vezes acompanhada por um certo ar de nojo - o que é que comes lá?

Às vezes tenho mesmo vontade de responder - como caracóis e passarinhos.

E assim toda a gente fica feliz. Menos os caracóis e os passarinhos.
Texto do Blog:
china-em-reportagem

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Deslizando

Os caracóis não têm audição e utilizam especialmente os sentidos do tato e do olfato que se situam em todo o corpo mas principalmente nas antenas menores já que pouco enxergam com os olhos situados nas pontas das antenas maiores. Ao lado da boca fica o aparelho genital. Eles podem caminhar cerca de 5 metros por hora e produzem uma trilha viscosa que na verdade funciona como lubrificante que facilita o deslocamento.
Imagem de: amigosdaturma

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Caracóis cor-de-rosa invadem Miami Beach

Os caracóis, vistos como um símbolo da natureza, foram construídos com material reciclável e são a última criação da REgeneration Art Project, que estreia, com esta mostra, nos Estados Unidos, após ter erguido instalações com animais coloridos em vários pontos do planeta, entre os quais Paris, Milão, Roma, Veneza e Praga.

Além de promover o debate sobre a importância da reciclagem, as instalações buscam fazer as comunidades pensarem sobre a vida urbana e gerar um espaço de inspiração para "regenerar as cidades como locais mais animados e saudáveis", afirmam os organizadores.

Carregue no caracol:

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Caracol

Imagem original: sakecomsal
negócios de caracóis

Caracol.
O caracol é um hermafrodita incompleto.
O caracol consome de tudo um pouco.
O caracol vive entre os 4 a 5 anos.
O caracol durante 4 meses reproduz-se.
O caracol durante 4 meses seguintes, come e dorme.
O caracol passa um terço da sua vida a hibernar.

Criação em cativeiro de caracóis terrestres

imagem original: mariajoaodealmeida
negócios de caracóis
A criação em cativeiro de caracóis terrestres comestíveis está a evoluir lentamente em Portugal, mas promete ser um nicho de mercado a considerar. Praticada há mais de 30 anos em Itália e França e, mais recentemente, em Espanha, a Helicicultura tem os seus próprios métodos de produção e é reconhecida como uma importante actividade económica nestes países. Imagem de:luizfelipemuniz.

O termo Helicicultura deriva do latim “helix” (que significa espiral e é o nome da espécie mais conhecida de caracóis comestíveis) e “cultivare” (cultivo). O molusco gastrópode, cujo corpo é totalmente protegido por uma concha externa, é apreciado como alimento há milhares de anos, sendo também utilizado tradicionalmente na medicina e cosmética. O aumento da procura do petisco, principalmente desde a segunda metade do século XX, fez com que todo o ciclo de vida do caracol passasse a ser produzido para fins comerciais de forma semi-industrial.

Há dois métodos principais de produção: o francês e o italiano.
O primeiro é um sistema intensivo de exploração, onde as condições de luz, temperatura e humidade são cuidadosamente controladas, de forma a possibilitar a postura de ovos durante todas as estações do ano. Os animais são criados em mesas sobrepostas localizadas em locais fechados. Algumas explorações adoptam um sistema misto de criação, controlando a reprodução no interior e a engorda no exterior.

O método italiano baseia-se na criação de caracóis a céu aberto, em canteiros com sementeiras especiais que servem de abrigo e alimento aos caracóis. É um sistema biológico que exige menos investimento e pouca mão-de-obra, mas tem menos rendimento que o método francês e regista maior taxa de mortalidade dos animais.

Mais recentemente, os espanhóis desenvolveram um outro método que tem tido aplicação tanto em Espanha como em Itália e Portugal. É um sistema intensivo em viveiros, divididos em estufas de engorda, de postura e de eclosão dos ovos.

Os portugueses são grandes apreciadores deste petisco, consumindo 13 mil toneladas por ano, logo a seguir aos espanhóis (20 mil toneladas), italianos (30 mil toneladas) e franceses (75 mil toneladas). O mercado norte-americano e japonês mostram cada vez mais apetência por esta iguaria. Calcula-se que o consumo mundial atinja as 300 mil toneladas de caracol. Ao contrário de Portugal, onde o consumo é maioritariamente sazonal.

Outros países querem o abastecimento de caracol vivo durante todo o ano.
Assim, a oferta não chega para as encomendas, já que o caracol está na base de um ecossistema frágil e enfrenta perigos como o excesso de procura, a poluição e a agricultura intensiva. Imagem de: wagneraccioly

O que leva também ao aumento dos preços, chegando o caracol a atingir um valor tão alto como o camarão. Grande parte dos caracóis consumidos em Portugal vem de Marrocos e Argélia. São da espécie Helix Aspersa Maxima, também conhecidos por Gros Gris, atingindo entre 20 e 30 gramas. A caracoleta portuguesa, Helix Aspesa Muller ou Petit Gris, é um pouco mais pequena, com 8 a 12 gramas.

Publicação Revista agriloja. HELICICULTURA Info | Maio | Junho 2 (6 | Info | Maio | Junho 2009)

Observação: A imagem acima é uma espécie de caramujo terrestre e não é comestível. Caramujo - O molusco foi introduzido no Brasil como uma versão do “escargot”, mas depois descobriu-se que a espécie não é comestível e pode transmitir doenças. O caramujo tem hábitos terrestres e pode atingir 15 centímetros de cumprimento, oito de largura e pesar cerca de 200 gramas. O animal se reproduz de forma rápida. Cada um chega a colocar 200 ovos por mês.

domingo, 21 de novembro de 2010

Cuidados de higiene com o caracol

Imagem original: agranelemaisbarato
o helicicultor
A SEGURANÇA E A QUALIDADE ALIMENTAR É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA NA CRIAÇÃO DE CARACÓIS.
Este tipo de exploração exige muitos cuidados na sua produção.
O caracol, este gastrópode necessita de humidade e temperatura amena, estes são requisitos ideais para a sua produção e também para a propagação de doenças. Assim, existe a necessidade de manter as instalações sempre limpas, sem excrementos, restos de alimentos e de animais mortos para, deste modo, evitar ao máximo o aparecimento de doenças. Não podemos esquecer que os campos agrícolas estão cheios de pesticidas e químicos e algumas áreas do solo contém águas contaminadas.
Quando pedir um petisco desta natureza, sejam caracóis, pernas de rãs ou lesmas fritas, lembrem-se da segurança alimentar.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Baba de caracol

Os dermatologistas e farmacêuticos aprovaram a eficácia da baba de caracol, mas advertem que, para que os cosméticos elaborados com estas secreções possuam as propriedades regeneradoras e antioxidantes que são atribuídas a eles, estas devem ser extraídas quando o animal está stressado.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1277047-EI298,00.html

Produtos e curiosidades do caracol

Os caracóis, caracoletas (escargots) é parte constituinte da gastronomia européia, principalmente francesa, espanhola e portuguesa, sendo consumida como entrada, petisco, ou mesmo como prato principal.
Na altura da primavera/verão eles abundam nos campos europeus a viverem livremente nas ervas e gramíneas quando são apanhados e postos em viveiros caseiros para serem consumidos posteriormente.

Existem diversas criações em viveiros a nível comercial chamadas heliciculturas.
Cada vez mais é maior a implantação de heliciculturas. Nestes últimos anos tornou-se uma aposta de futuro, não só na indústria alimentar como na cosmética que é o caso do creme de baba de caracol. este creme é usado no rejuvenescimento da pele, na hidratação de peles secas e queimaduras.

Imagem original: masporque
A baba de caracol é obtida através do stress dos animais (gastrópodes) - com calor, nomeadamente. Colocados em cubas giratórias, os caracóis segregam baba até praticamente à exaustão e aquela escorre para reservatórios onde é depois purificada em laboratório, num processo que pode ser comparado à pasteurização do leite. É muito cara - pode atingir preços de mercado entre os 250 e os 450 euros por litro. o seu valor depois também é influenciado pelas marcas e pelo envolvimento do Marketing.
A baba de caracol está presente em diversos produtos, desde cremes de rosto e mãos a champôs para o cabelo entre outros produtos.


Também existem produtos "GOURMET", como é o caso da confecção de certos pratos que exige tamanho e origem da espécie de caracol ou então o famoso ouro branco que são ovas de caracol tratados e que são vendidos a preços superiores as ovas de "ESTRUJÃO", o famoso caviar.

Curiosidades sobre caracóis

Imagem original: reeducalimentar.
Negócios de caracóis
À maior parte dos caracóis continuam vindo de "MARROCOS", existem empresários portugueses que facturam mais de 1.000.000,00 (um milhão de euros) anuais com estes pequenos invertebrados.

Esta espécie "marroquina de caracóis", não merece a concorrência portuguesa, devido os baixos preços de comercialização e também lembramos que esta espécie de caracóis marroquinos, são mais vorazes sexualmente e aliado ao clima de Marrocos a sua reprodução é mais rápida.

Os caracóis portugueses são maiores, mas menos reprodutivos, mas também são mais saborosos na confecção.

A maior parte deste gastrópode que é fornecido aos restaurantes e cafés do nosso país, não são devidamente controlados e não se sabe ao certo se são saudáveis ou se trazem com eles algum químico anti predadores.

Este é um óptimo negócio para fomentar em Portugal e também para criar legislação através de associações próprias para o efeito.
Portugal pode competir contra os preços mais baixos da concorrência se apostar na qualidade e na saúde do consumidor.
Dizem os conhecedores que o caracol "DO RIBATEJO" é mais saboroso devido ao clima e as pastagens.

PS.
Por outro lado, há criadores marroquinos que dizem que são feitas regularmente análises sanitárias para garantir a qualidade dos animais. Transportados vivos até Portugal. Eles são transportados em camiões frigoríficos.
Dizem que os caracóis são fiscalizados pelas autoridades sanitárias em Tanger e em Algeciras (Espanha).
Resta-nos acreditar que sim, mas existem dúvidas por parte de muitos consumidores, que são chegados aos importadores.

Até o momento, parece que ninguém sofreu qualquer envenenamento ou teve que fazer uma lavagem ao estômago.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Baba de caracol

Imagem original: Um exemplo de uma marca.

Indústria cosmética investe em pesquisas de produtos inovadores para tratamentos da pele
Você usaria a baba de caracol para ficar mais bonita?
Ver notícia completa e original Terra:

A indústria cosmética procura cada vez mais opções para aperfeiçoar seus produtos. As pesquisas na área da cosmetologia avançaram para substâncias inexploradas e inusitadas como a secreção de caracol, ou sua "baba", as células tronco, as gemas vegetais e o pó de pérolas.

A baba de caracol é uma secreção produzida pelo molusco quando sofre irradiação, tem alto poder cicatrizante, pois é rico em aminoácidos e vitaminas. A substância foi utilizada com grande sucesso em queimaduras de vítimas do acidente nuclear de Chernobyl, na então União Soviética, em 1986. Verificou-se que a recuperação foi duas vezes mais rápida.

Actualmente, a substância é usada para regeneração da pele de pessoas que se submetem à radioterapia. Mas na Europa já se encontra a muito tempo no mercado e com preços diversificados. Por exemplo as lojas dos chineses vendem esse produto em pomada por um preço bastante inferior ao do mercado.

A indústria da beleza ainda estuda um produto "que regenera a pele com rugas e dá mais firmeza à pele, o creme de baba de caracol, que estimula a produção de colágeno", diz Maurício Pupo, especialista em cosmetologia e coordenador da pós-graduação em Cosmetologia da UniCastelo e UnigranRio Brasil. "A substância começou a chegar no Brasil e algumas farmácias de manipulação já a utilizam."

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Curiosidade: Veneno de caracol

Imagem original: genedenxxi
CARACÓIS
Veneno da saliva de caracóis pode tornar-se base para analgésico forte



Investigadores da Universidade Queensland, na Austrália, desenvolveram uma nova versão de um medicamento a partir da saliva de caracóis do mar. O forte analgésico – tão eficaz quanto a morfina – poderia ser administrado em forma de comprimidos.



Num artigo publicado na Chemical & Engineering News, os cientistas afirmam que a saliva dos caracóis contém substâncias químicas que ajudam estas lentas criaturas a capturarem presas. Antes, o potencial deste cuspo venenoso dependeria da injecção das drogas directamente na medula espinhal das pessoas, o que limitava o seu uso.



Agora, a equipa desenvolveu uma maneira de fazer com que as substâncias analgésicas presentes na saliva dos animais sejam administradas oralmente. Além de aliviar a dor, não oferece risco de causar dependência química, como é o caso da morfina.

Notícia original: rcmpharma

sexta-feira, 27 de março de 2009

Materiais para o negócio.

A criação pode começar por ser artesanal, uma vez que a principal preocupação é a protecção do caracol dos predadores e o controle de humidade.

Inicialmente podemos usar madeiras, tijolos plásticos, redes e reaproveitar materiais usados. As paletes abandonadas são uma excelente casa e protecção para os caracóis.

Indo para o lado profissional, os viveiros, as estufas e todo os materiais usados na agricultura podem ser usados na helicicultura.

As embalagens para o transporte, são embalagens de plástico aberto que transportam vários sacos de rede contendo 1 kg. cada saco.
As embalagens unitárias contendo 1 kg. são de rede para manter o produto fresco e húmido, uma vez que o caracol é vendido vivo.