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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Festa da Pinha

Festa da Pinha
Às centenas, metem--se à estrada e lá vão pelo Coiro da Burra, por Santa Bárbara de Nexe até ao Ludo. O almoço é um grande piquenique debaixo do pinhal, com música, caracóis, muitos petiscos e algumas bebidas. Os mais jovens ainda fazem uns exercícios corpo a corpo (abarcas), outros tentam a sesta, até que no final da tarde toca a regressar.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Programa: Semana Cultural de Alte 2011


Programa: Semana Cultural de Alte 2011

O início da Boda está agendado para as 11h00 e os “convidados” poderão degustar alguns dos mais saborosos petiscos da serra: caracóis, carapaus alimados, peixinhos da horta, bacalhau com alho, papas com ervilhas, grãos com borrego, jantar de feijão, pão caseiro e bolos tradicionais.

O desfile tem início às 15h00 e, pelas 16h00, já na Fonte Grande, acontece a saudação dos noivos e o baile integrado no Festival de Folclore, com o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte, Grupo de Folclore da Casa do Povo de Válega (Ovar), Rancho Folclórico Alegria de Alqueidão de Santo Amaro Beco (Ferreira do Zêzere) e Grupo Etnográfico de Alverca do Ribatejo (Vila Franca de Xira).

Turismo do Algarve: Caracóis à algarvia

Turismo do Algarve: Caracóis à algarvia: "No Algarve, entre Abril e Junho, é tempo de comer caracóis. Este petisco é especialmente popular no dia 1 de Maio, em saídas para o campo on..."

No tempo da minha mocidade, aprendi com os meus avós a preparar e a cozinhar caracóis.
Apanhávamos os caracóis e colocávamos no chão envoltos num grande círculo de sal para não escaparem. No centro desse círculo colocávamos uns ramos de amendoeira para eles treparem...Só os tirávamos de lá na altura de os cozinhar, ou seja, no final de Abril.
Na noite anterior, molhávamos os caracóis e colocávamos um alguidar grande sobre eles: os que subissem para as paredes do alguidar estavam bons; os que permanecessem no chão estavam mortos e portanto não serviam.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol? - Mundo Estranho

Os três são moluscos, da classe dos gastrópodes. A principal diferença entre alesma e os outros dois é que ela não tem uma concha externa - ou tem uma concha muito pequena. Já caracol e caramujo são sinônimos em várias regiões do Brasil, mas, na linguagem popular, caracol geralmente se refere aosgastrópodes terrestres, e caramujo, aos aquáticos. Já as lesmas podem viver tanto na terra como no mar. Juntos, esses três bichinhos somam cerca de 75 mil espécies. Além de numerosos, eles são antigos moradores da Terra: existem registros fósseis de gastrópodes de cerca de 500 milhões de anos atrás. Há entre 30 e 40 famílias de lesmas, contra 400 de caramujos e caracóis, de acordo com o biólogo Luiz Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, autor do livro Land and Freshwater Molluscs of Brazil(“Moluscos Terrestres e de Água Doce do Brasil”). Você pode não gostar da gosma que eles deixam, mas sem eles, podem ocorrer desequilíbrios ambientais.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

MERCADO

Mercados de exportação

A França desempenha um papel central no crescente comércio internacional de caracóis. Alguns dos caracóis importados pela França são processados e exportados para outros países europeus ou para a América do Norte, especialmente para os EUA, que importa anualmente carne de caracol no valor de milhões de dólares. Outros mercados importantes são a Alemanha, a Bélgica, a Holanda, o Canadá, a Suíça, o Japão, a Suécia, a Áustria, a Dinamarca e a África do Sul.

Entre os maiores fornecedores destes mercados contam-se a Grécia, a Turquia, a Roménia, a Argélia, a Tunísia, assim como Taiwan, a Tailândia e a China. A maior parte dos países fornecem as espécies de caracóis europeus, Helix aspersa, H. pomatia e H. lucorum, enquanto os países asiáticos fornecem a espécie Achatina fulica. Os caracóis são fornecidos frescos, congelados ou enlatados. As espécies africanas representam cerca de um terço do preço das espécies europeias.

Tal passa-se principalmente porque a carne das espécies africanas, em comparação com a das espécies europeias, é considerada como sendo 74 A cultura de caracóis borrachosa e as conchas são menos adequadas para a apresentação do produto final. Os consumidores europeus normalmente preferem os caracóis servidos com ou na sua concha.

Esta página pertence a: Agrodok 47 A cultura de caracóis

quarta-feira, 30 de março de 2011

NEGÓCIO

                         NEGÓCIO DE CARACÓIS

A Passo de caracol
Os caracóis são uma excelente fonte de rendimentos. Este mercado movimenta milhões de euros, mas no entanto este tipo de negócio ainda anda muito devagar em Portugal.

A criação de caracóis têm alimentado muitos empresários estrangeiros sobretudo os criadores em “MARROCOS”, que são dos principais fornecedores para o mercado português.

Por incrível que pareça, Portugal é um país de grandes apreciadores, embora se produzam aqui em terras lusas umas boas toneladas, não se consegue abastecer o mercado interno. Como consequência Portugal importa toneladas de caracóis de Marrocos e consome muitos desses gastrópodes sem conhecer a origem da criação.

Não podemos esquecer que os terrenos agrícolas estão infestados de produtos tóxicos, por esta e outras questões sanitárias e legislativas, Portugal deve expandir a sua produção em terreno nacional e fomentar a (helicicultura) de forma a proteger este grande recurso económico que é o caracol.

A cultura de caracóis (helicicultura) está a desenvolver-se e a ganhar cada vez mais adeptos em Portugal, mas ainda vai a passo de caracol, comparada aos nossos vizinhos, Espanha, Itália e França.

No mercado interno, o caracol pequeno é vendido ao pequeno comerciante pelo valor de 2,00 euros o quilo e em grandes quantidades comprados nos marroquinos pelo valor de 0,80 cêntimos o quilo.

No mercado hoteleiro, bares e restaurantes, esses pequenos moluscos são vendidos ao preço do camarão pequeno e as caracoletas ao preço do camarão médio.

Calcula-se que são consumidos cerca de mais de 50.000 mil toneladas de caracóis no país. A verdade é que os milhares de produtores que Portugal têm não são suficientes para abastecer todo o mercado, mas também não interessa chamar muita atenção, pois os lucros dos grandes criadores são de milhões de euros.

Os caracóis têm uma esperança de vida curta (pouco mais de um ano), são hermafroditas e são «lentos» a acasalar, o que acontece só nos meses de Novembro a Março. Estes “bichinhos” podem pôr 80 ovos por cada postura e a fase de gestação demora apenas um mês.

Muitos milhares de avelins (caracóis acabados de eclodir), são vendidos a criadores. Uma encomenda de mil caracóis bebés (0,032 gramas cada um) pode chegar a custar doze euros.
No entanto, a maioria dos caracóis bebés acabam por ser criados na exploração (viveiros), para o consumo alimentar, em petiscos. Entre cinco a seis meses, são considerados caracóis adultos, estando em condições de ir parar ao prato do consumidor, principalmente nas explanadas dos cafés no verão.

terça-feira, 29 de março de 2011

Predadores de caracóis

                                                                                     Imagem de: curiosidadeanimal



Predadores de caracóis
Os principais predadores de caracóis são:
Ratos, ratazanas e musaranhos, rãs, sapos, tordos, corvos e aves domésticas, como sejam patos, galinhas, perus, lagartos e cobras, algumas espécies de formigas besouros drilídeos e carabídeos e centopeias. 

Observação: Os ratos são dos predadores mais vorazes e podem dizimar uma criação de caracóis em poucos dias.

Os sapos e rãs podem comer os caracóis jovens, enquanto os répteis comem tantos os ovos como os caracóis, qualquer que seja a sua fase de desenvolvimento. 
Em lugares com uma elevada predação de aves, é necessário colocar-se redes para cobrir e cercar os viveiros.

As vedações devem ter uma altura entre 15 e 30 cm no mínimo e estar bem escavadas no solo. Também é recomendável colocar iscos ou armadilhas fora da área de criação dos caracóis, caso se justifique.

Os restos de comida de criação podem atrair certos predadores e gerar doenças caso esteja há muito tempo.

Capsaspora owczarzaki

                                                     Capsaspora owczarzaki.
                                                            Imagem de: http://www.pnas.org/content/107/22.cover-expansion
Espreitando no sangue de caracóis tropicais há uma criatura unicelular chamada Capsaspora owczarzaki. Esta espécie ameboide com tentáculos é tão obscura que ninguém a havia notado até 2002. Mesmo assim, em poucos anos ela passou do anonimato a foco do mundo científico. Acontece que ela é um dos parentes mais próximos dos animais. Por incrível que pareça, nossos ancestrais há um bilhão de anos eram bem semelhantes à Capsaspora.

A origem dos animais foi uma das transformações mais extraordinárias e importantes na história da vida. Eles evoluíram de ancestrais unicelulares até uma profusão de complexidade e diversidade. Hoje estima-se que sete milhões de espécies de animais vivem na Terra, desde vermes tubícolas no fundo do oceano a elefantes se arrastando pesadamente pela savana africana. Seus corpos podem conter trilhões de células capazes de se transformar em músculos, ossos e centenas de outros tipos de tecidos e de células.

O amanhecer do reino animal, cerca de 800 milhões de anos atrás, também foi uma revolução ecológica. Os animais devoraram os tapetes microbianos que haviam dominado os oceanos por mais de 2 bilhões de anos e criaram seus próprios habitats, como os recifes de corais.

A origem dos animais é um dos episódios mais misteriosos na história da vida. A transformação de um organismo unicelular em um colectivo de um trilhão de células exige uma enorme reestruturação genética. A espécie intermediária que poderia mostrar como a transição aconteceu está extinta.

Veja esta interessante matéria em: ultimosegundo

quinta-feira, 24 de março de 2011

Solo para caracóis

O solo constitui a parte principal do habitat dos caracóis. A composição e a textura do solo, assim como o seu o teor de água são factores importantes a considerar aquando da selecção do local para iniciar a criação de caracóis.

A concha do caracol consiste principalmente de cálcio, extraído do solo e da alimentação.

Os caracóis extraem do solo a maior parte das suas necessidades em água.

Os caracóis escavam no solo para aí porem os seus ovos e descansarem durante a estação seca.

Por todas estas razões é essencial que o solo seja solto e que tenha um teor elevado de cálcio e de água. Podemos utilizar cascas de ovos entre outras coisas para ajudar a repor o cálcio.

Um solo que é pesado, argiloso e que fica saturado na estação das chuvas e compactado durante a estação seca, não é propício.

Um solo muito arenoso também não é propício devido à sua baixa capacidade de retenção da água.

Devem-se evitar os solos ácidos porque a acidez interferirá com o desenvolvimento da concha do caracol. Os solos que são demasiado ácidos devem ser neutralizados com cal até que tenham um pH de, aproximadamente, 7.

Os solos com uma composição elevada de matéria orgânica favorecem o crescimento e o desenvolvimento dos caracóis. De um modo geral, se solo é apropriado e benéfico para as culturas de taro, de tomate e de legumes de folhas também é propício para a criação de caracóis.

Antes de introduzir os caracóis no lugar onde se vai proceder à sua criação, deve-se soltar o solo através da lavoura

Os caracóis precisam de ambientes húmidos mas não molhados.

Embora os caracóis necessitem de humidade, se o solo for molhado ou estiver saturado tem que ser drenado. De igual modo, é necessário que a água da chuva possa escoar rapidamente. Os caracóis respiram o ar e podem afogar-se em ambientes/espaços excessivamente molhados. O teor de humidade do solo favorável é de 80% da capacidade de campo (capacidade de retenção de água). Nas horas de escuridão, uma humidade do ar superior a 80% promoverá uma boa actividade dos caracóis e consequente crescimento.

Este texto e a versão completa para curiosos e apreciadores de caracol, pode ser encontrada em: A Cultura de caracóis
A imagem pertence a: castelobranco-castelobranco

quarta-feira, 23 de março de 2011

Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol? - Mundo Estranho

Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol? - Mundo Estranho
Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol?por Yuri Vasconcelos

Os três são moluscos, da classe dos gastrópodes. A principal diferença entre a lesma e os outros dois é que ela não tem uma concha externa – ou tem uma concha muito pequena. Já caracol e caramujo são sinônimos em várias regiões do Brasil, mas, na linguagem popular, caracol geralmente se refere aos gastrópodes terrestres, e caramujo, aos aquáticos. Já as lesmas podem viver tanto na terra como no mar. Juntos, esses três bichinhos somam cerca de 75 mil espécies. Além de numerosos, eles são antigos moradores da Terra: existem registros fósseis de gastrópodes de cerca de 500 milhões de anos atrás. Há entre 30 e 40 famílias de lesmas, contra 400 de caramujos e caracóis, de acordo com o biólogo Luiz Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, autor do livro Land and Freshwater Molluscs of Brazil (“Moluscos Terrestres e de Água Doce do Brasil”). Você pode não gostar da gosma que eles deixam, mas sem eles, podem ocorrer desequilíbrios ambientais.

Curiosidades sobre o caracol.

negócios de caracóis

Curiosidades sobre o caracol.
- Um caracol-bebé tem a carapaça mole e demora três anos até ficar adulto.

- Sua casca necessita de lugares que receba luz, principalmente a luz solar, o calor e a humidade dão consistência ao caracol.
A falta de luz natural, deixa o caracol mole e faz com que hiberne mais tempo.
- O corpo mole dentro da concha também tem a forma de espiral e é lá dentro que se encontram o coração e o fígado do caracol.
Pertence a classe dos moluscos gastrópodes, assim como o caramujo e a lesma.
O caramujo está associado ao mar ou as águas, enquanto que o caracol é terrestre.
Estes bichinhos estão envolvidos num grupo de mais de 75.000 espécies.
- Os caracóis são herbívoros, alimentam-se de plantas e encontram-se em campos de cultura (nas zonas agrícolas) e, por vezes em jardins escondidos. Também podem aparecer nas bordas dos caminhos, nos muros, ou debaixo de pedras.
- Na parte inferior da cabeça existe a rádula, uma espécie de língua com a qual o caracol corta os alimentos.
- São os tentáculos situados na superfície superior da cabeça que permitem ao caracol sentir. Os olhos estão nas pontas dos tentáculos maiores e o olfacto nos tentáculos menores. Os caracóis não ouvem.
- São hermafroditas, isto é, possuem os dois sexos mas para procriar são precisos dois (um faz de macho e outro de fêmea).
- Acasalam em Maio e põem os ovos no Verão.
- A esperança de vida de um caracol é de 5 a 10 anos.

Caracóis, são criaturas notáveis

O blog, freewebs worldofsnails. Possui muitas fotos e informações para quem gosta e se interessa por assuntos relacionados ao "MUNDO DOS CARACÓIS". Vale a pena visitar esta página:
Esta imagem é de: projetocaramujoafricano de Mauricio Aquino
Os caracóis são criaturas notáveis. São cruciais para o ecossistema. Estão todos à nossa volta e variam consideravelmente, desde o 1mm do Punctum smithi até aos 20 cm do Achatina achatina. Os caracóis pertencem à classe Gastropoda e constituem 3 sub-classes; Pulmonata, Prosobranchia e Opisthobranchia. Os Pulmonata respiram através de um orifício que está debaixo da sua concha, que está conectado com o pulmão e este é o grupo a que pertencem a maioria dos caracóis e lesmas terrestres. Prosobranchia são na sua maioria lesmas e caracóis marinhos. Opisthobranchia são lesmas e caracóis marinhos com conchas muito reduzidas. A concha de um caracol é constituída por cálcio e o animal segrega esta substância para a zona de crescimento, junto à abertura , para continuar a crescer. A concha providencia protecção contra os predadores e desidratação ( os caracóis Prosobranchia têm uma cobertura especial que sela o orifício onde o caracol se esconde, enquanto os Pulmonata usam um muco seco). O corpo dos caracóis é constituído por apenas um músculo, aderente, que os ajuda a deslocar-se.

HACCP

Implementação de sistemas de  HACCP

No que toca à aplicabilidade da metodologia HACCP como forma de analisar metodicamente todo o processo e de determinar de modo exacto todos os potenciais perigos existentes, conclui-se que:, São altamente recomendáveis todas as boas práticas descritas anteriormente, actuando estas como medidas de controlo no decorrer dos diversos processos;, Os terrenos devem ser alvo de um período de descanso e de uma limpeza. A estabilização dos mesmos deve ser efectuada, por exemplo, através da aplicação de cal viva. Desta forma, são possíveis terrenos mais férteis e saudáveis para posteriores nengordas;, É de extrema importância a elaboração de cadernos de encargos, onde são registadas todas as operações diárias realizadas.

Só assim é possível executar um tratamento estatístico dos dados e perceber, por exemplo, o efeito das variações climatéricas na biologia do animal. E desta forma melhorar os processos internos;, Tendo em conta que em explorações intensivas o alimento disposto naturalmente ao caracol é insuficiente, existe a necessidade de complemento alimentar através de ração
composta.

Neste caso, pode ser usado o milho e a soja, não descurando a importância do fornecimento de cálcio; Considerando a vulnerabilidade biológica do caracol quando afectado por algum tipo de contaminação biológica, este sucumbe quase de imediato. Daí que não tenha sido identificado nenhum tipo de patogénico alimentar humano em níveis considerados inaceitáveis;, Em relação às contaminações químicas, aí sim consideraram-se relevantes e com significância elevada. No fundo, estamos a trabalhar num terreno agrícola, onde não conhecemos completamente o passado das terras e, sobretudo, as alterações/contaminações a que estão sujeitos os lençóis de água de abastecimento (por norma o abastecimento de água é realizado através de captações próprias). É importante a monitorização dos valores analíticos deste elemento.

Não descurando a legislação que enquadra o caracol como elemento sujeito a controlo analítico no que respeita à microbiologia (gastrópode vivo), considera-se da maior relevância, do ponto de vista da segurança alimentar, ter igualmente em conta a presença de elementos químicos neste molusco. Como forma de avaliar aquilo que se designa por ponto crítico de controlo (PCC), aconselha-se a realização de uma análise laboratorial a uma panóplia
de substâncias químicas – pesticidas (p.ex. piretróides), imediatamente antes de iniciar a apanha do animal para venda. Conseguiremos, assim, ter uma  garantia fiável de que aquilo que se irá comercializar é seguro para o consumidor.

Fernando Amaro, coordenador técnico de Higiene e Segurança Alimentar do
Grupo VivaMais

terça-feira, 22 de março de 2011

Helicicultura no Brasil

No Brasil a helicultura ainda não é expressiva. É um mercado que ainda não trabalhou o Marketing no sentido de fomentar o consumo do caracol e as suas propriedades curativas, alimentícias e estética.

Os “Moluscos” ainda são poucos consumidos e pouco explorados. O baixo consumo é devido a falta de tradição, sendo os Europeus maiores consumidores destes tipos de produtos.

Existem poucas espécies de moluscos desenvolvidas em cativeiros e viveiros, neste caso podemos classificar como “Marisco”.

No sentido de ser trabalhada esta oportunidade de negócio é preciso criar e rever a legislação e dar formação já que á falta de capacitação técnica concentração de pesquisa e apoio.

Devido aos baixos rendimentos e a pouca procura por parte do cidadão comum, as empresas acham o investimento pouco atractivo. Aqui podemos aplicar o Marketing de maneira a fomentar o consumo desses produtos.

Há poucas pessoas a explorarem esse mercado, sendo a produção de vieiras, mexilhões e ostras os mais apetecíveis.

Devemos lembrar que a Helicicultura foi Introduzido no Brasil no ano de 1983, correspondente à criação de moluscos exóticos europeus Helix spp., principalmente a espécie Cornu (= Helix) aspersa (Müller, 1774

Apesar de existir até uma associação não evoluiu para actividade de importância económica relevante.

O Brasil tinha condições de desenvolver este mercado e fazer a exportação para a europa, onde as encomendas não chegam para a procura.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Caracóis no loteamento"RAINHA".

O internauta Laerte Margonar enviou e-mail à redação do AquiAgora.net com várias fotos ilustrando o aparecimento de centenas de caracóis na sua residência nos últimos dias. O fato foi registrado na região do Loteamento Rainha, onde segundo ele, está ocorrendo uma verdadeira infestação destes moluscos, provavelmente provocadas pela alta umidade em função do grande volume de chuvas.
 
Veja notícia e fotos em: AquiAgora.net

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

QUEM TEM MEDO DO CARACOL?

Aqui temos um excelente trabalho que fala sobre o "CARACOL" e a sua importãncia na alimentação primitiva, vale a pena ler.
Os caracóis são consumidos como alimento desde a era Paleolítica. Grandes quantidades de conchas encontradas pelos arqueólogos próximas as cavernas ou em sambaquis (*) no norte da África, que datam da pré-história, confirmam o seu largo consumo, especialmente, nos períodos de pouca caça, pois eram fáceis de encontrar e armazenar por longos períodos, graças a sua fisiologia. Os moluscos terrestres sempre representaram uma opção alimentar fundamental na história do homem.
Este texto continua e é da autoria de:
Mauricio Aquino


Médico Veterinário

Pós-graduado em Docência para o Nível Superior

Mestrando em Ciências da Saúde

http://www.caramujoafricano.com/


projeto@caramujoafricano.com

Veja mais em: univetbrasil

Caracóis luminosos.

Cientistas do Instituto de Oceanografia da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) revelaram recentemente detalhes das luzes produzidas pela espécie de caracol marinho Hinea brasiliana, que geralmente se agrupa em litorais rochosos.
Os pesquisadores descobriram que esses animais, em vez de produzir um foco de luz, usam suas conchas para espalhar uma luz bioluminescente verde em todas as direções.
Veja noticia completa e original em: BBC Imagem do mesmo blog.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Caracóis contra poluição.

crítica na aldeia VER Original:
De tudo, um pouco: Pollution monitoring / Monitoração de poluição: "Snails fitted with heart monitors and motion sensors monitor pollution from an incinerator that burns sewage residue at the Vodokanal state ..."
Caracóis acoplados a monitores cardíacos e sensores de movimento monitoram a poluição de um incinerador que queima resíduos de esgoto na companhia Vodokanal State Utilities na periferia de São Petersburgo, na Rússia.
Ver mais em:
Caracóis fazem vistoria.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

FESTIVAL NACIONAL DO CARACOL EM LÉRIDA, ESPANHA


Declarada como uma dos mais importantes e tradicionais festivais em toda a Europa, o Festival Nacional do Caracol em Lérida, na Espanha, tem suas origens em 1980, graças a um grupo de amigos que deu origem a tradição. Actualmente, o festival do caracol é uma grande festa conhecida em toda a Europa.

Aberta a todos aqueles que gostam de se divertir, o festival gastronómico, organizado em torno da cozinha do caramujo, que é realizado na cidade de Lérida, no final de Maio.

Doze toneladas de caracóis são consumidas durante os três dias do festival, onde há uma área de degustação aberta ao público, em geral, a preços populares, que oferece variados tipos de caracóis.

O Festival do Caracol começa sexta-feira e continua no sábado e domingo, onde além dos deliciosos caracóis, você se diverte participando muitas actividades para todos os gostos, com um extenso programa: espectáculos, bandas de música, festivais de folclore, exposições e dança espanhola, concursos e tudo isso são gratuito e aberto ao público.

Vale a pena conferir.

Na Espanha fazem festa com o caracol, aqui, criam pânico!

Trabalho elaborado por Maurício Carneiro Aquino, Médico Veterinário, brasileiro.

Na década de 80 do século passado fui um dos fundadores da AHRJ – Associação de Helicicultores do Rio de Janeiro, a primeira associação de criadores de caracóis do Brasil. Blog: projetocaramujoafricano