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sexta-feira, 12 de julho de 2013

O valor do caracol

Ainda existe preconceito e nojo pelos caracóis, no brasil o consumo é mínimo e as pessoas estão desinformadas sobre o tema.
O Achatina Fulica (caracol Africano) é também culpado pela má publicidade dada aos pequenos caracóis, esta raça invasora proveniente de África, trouce muitas doenças e acabou por assustar as populações mais desinformadas.
 
Em Portugal, os nortenhos na sua maioria rejeitam este petisco, sentem-se enojados.
Os caracóis é parte constituinte da gastronomia européia, principalmente francesa, espanhola e portuguesa, sendo consumida como entrada, petisco, ou mesmo como prato principal.
 
Em França, as caracoletas (escargots), fizeram sempre sucesso, tornou-se fino e é prato servido nos melhores restaurantes franceses acompanhado de um bom vinho branco fresco ou espumantes.
 
 
 
Apresento o caracol.
 
Propriedades nutritivas dos caracóis
A sua carne é de primeira qualidade, muito apetitosa e nutritiva.

Valores nutricionais comparativos por / 100 gr           
 
................Caracol ..............Vaca........... Frango .............Peixe........... Ostra

Lipídeos 0,5 - 0,8 ............0 - 12...............12 .....................1,5.................1,1

Calorias   60 - 80...........160 - 170............120 ......................70...............65

Proteínas 13 - 15............. 21 - 23.......... 18 - 17.................. 15............... 12

Água         70 - 85 ...............72............... 70 - 72.................. 81............... 82

Sais minerais 1,5 - 2,0...... 0,9 ..............0,8 - 1,0 ...........0,25 - 0,29 -.....----

A cura através dos caracóis
• As proteínas dos caracóis ajudam na reconstituição da integridade dos tecidos gástricos e, portanto, na cura da úlcera;
• Por ser um alimento rico em cálcio, ajuda a combater o raquitismo e é ótimo durante a amamentação;
• Por ser rico em sais minerais e ferro, é útil durante a gravidez e amamentação;
• Por ter alto teor de ácidos graxos polinsaturados, combate o colesterol;
• É pobre em lipídeos, podendo ser consumido por pessoas acometidas por problemas no fígado, arteriosclerose e obesidade;
• Na França e Alemanha, são usados como base para cosméticos e suas conchas no artesanato.
São usados também no tratamento de pele pelos orientais.
Há quem diga que faz bem aos pulmôes.

sábado, 6 de outubro de 2012

Espécies comestiveis


Este trecho foi tirado do Jornal o Público de 19.07.2010 - 12:30 Por Luís Francisco.

Rolanda Albuquerque de Matos, bióloga. É considerada a maior especialista nacional em caracóis, nunca comeu estes moluscos e dificilmente se vê a fazê-lo. A explicação é simples: "Durante mais de duas décadas cultivei e observei quase diariamente milhares de caracóis, o que os tornou, para mim, animais de estimação. E um animal de estimação não se come!"

Mas esta enorme variedade de espécies de caracol não tem um canal directo para o prato. Na verdade, explica a bióloga, só há em Portugal quatro espécies comestíveis: "Por ordem decrescente de tamanho: a caracoleta (nome científico mais conhecido, Helix aspersa), o maior caracol terrestre português; a caracoleta moura também conhecida como boca-negra na Madeira (Otala lactea); o amarelinho, riscadinho ou riscado, ou caracol-das-canas, o caracol português mais bonito pela grande variedade de cores que a concha pode apresentar (Cepaea nemoralis); e o caracol a que chamo caracol-das-cervejarias e os apreciadores caracol pequeno (Theba pisana). Um caracol (Helicella virgata) do mesmo tamanho e muito parecido com este último e que pode encontrar-se nos mesmos locais não tem valor gastronómico, pois dizem que é muito amargoso, referido por alguns como caracol-do-diabo."
 
 
 
 
 
Observação:
H. pomatia e H. aspersa são as duas espécies comestíveis que são mais utilizados na cozinha européia.
O último é conhecido como caracol riscado.
 
Caracol Branco :: Theba Pisana


Caracol Branco
(Theba Pisana)
Caracoleta Grande :: Helix Aspersa Maxima
Caracoleta Grande
(Helix Aspersa Maxima)
Caracoleta Canário :: Helix Cepaea
Caracoleta Canário
(Helix Cepaea)
Caracol Riscado :: Otala Lactea
Caracol Riscado
(Otala Lactea)

 PS. Estas imagens são parte integrante do site "Biocaracol"

 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Caracoleta

A caracoleta é outra fonte de rendimento para as casas de petiscos.
Muitas pessoas não sabem a diferença entre caracóis e caracoletas, mas a verdade é que esta representa outro "NICHO" de mercado.

Os restaurantes pagam cerca de 6 euros por quilo ao produtor e quatro sem factura aos freelancers dos caracóis (atravessadores não legalizados), um restaurante vende uma dúzia que pesa cerca de 200gr.  a 3,00 euros e se for uma casa mais fina, cerca de 5,00 euros.

Estas podem se confeccionadas de diversas maneiras. Podem ser fritas, grelhadas, guisadas, assadas no forno e de outras maneiras.

A manteiga e o alho são ingredientes fundamentais na maioria dessas receitas, sem esquecer o piri-piri que é muito importante para que o cliente consuma cada vez mais bebidas.

O segredo desta iguaria é justamente fomentar no cliente a vontade de consumir mais produtos e despertar a fome e a sede. 
A maior procura é pelo caracol, mas o curioso é que muitos consumidores de caracóis não apreciam a caracoleta, devido ao seu tamanho.
Os entendidos na matéria explicam que o período de Maio a Agosto é o ideal para o consumo desta iguaria, pois é nesta altura que termina o ciclo de criação da espécie, pelo menos em Portugal.

domingo, 24 de outubro de 2010

Formação de helicicultura

A formação sobre helicicltura pode ser do âmbito das acções de formação e workshops promovidas pela Biojogral!

O sucesso na divulgação da helicicultura levada a cabo pela Biojogral originou um aumento exponencial na procura das visitas guiadas às nossas instalações, como tal tornou-se imperativa a restruturação dos nossos serviços.

Endereço
Monte Jogral
Caminho dos Césares
2985-051 - Canha
Portugal

Telefones

963 054 378

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Helicicultor e helicicultura

Imagem original: Projecto caracol

Helicicultor é aquele que pratica a helicicultura.
A criação controlada de caracóis denomina-se Helicicultura,
A CRIAÇÃO DE CARACÓIS
Embora muitas pessoas pensem que a criação de caracóis seja uma actividade moderna, ela já existe há mais de 2.000 anos, pois há evidências desse tipo de criação, 300 anos antes do nascimento de Cristo. O consumo deste animal, porém, é muito mais antigo, provavelmente desde os primórdios da humanidade, como comprovam os achados arqueológicos de montes de cascas ou conchas, em cavernas dos homens pré-históricos.
Três séculos antes de Cristo, Aristóteles, além de escrever sobre os caracóis e descrevê-los muito bem, ainda descreve um instrumento ou talher terminando por uma ponta e que pode ser considerado o “ancestral” do actual garfo especial para comer caracóis.
Os materiais usados para o consumo de caracóis, antigamente eram feitos de ossos ou madeira e mais tarde de metal.
Os romanos criavam o caracol em muros de pedras e ao ar livre, isto prova que não é preciso grandes ciências para o desenvolvimento da helicicultura.

O aumento do consumo do caracol para fins gastronómicos, verificado nos últimos anos em vários países da Europa, tem correspondido a uma progressiva diminuição destes saborosos moluscos nas zonas onde vivem em liberdade.
Os franceses, italianos e espanhóis têm sido uma grande referência para os portugueses no aprendizado da helicicultura. Estes povos já são criadores e consumidores há muitos anos.

Blog e projecto de caracóis

                                                           Imagem original: colorirdesenhos
Após concluir estes blogs e apresentar o meu projecto ao meu formador, simplesmente abandonei estes blogs. O tempo passou sem qualquer alteração, até que um dia comecei a ver à minha caixa do correio que já tinha mais de 2.500 mensagens, nas quais muitas eram de pessoas a me perguntarem sobre "CARACÓIS", sendo assim resolvi responder os "mails", com algum atraso  e retomar a direcção do blog.



Antes de lerem: Quero avisar que eu não sou uma Empresa e estes blogs embora pareçam, não é real: A única coisa real aqui é os estudos e a facilidade com que se criam os caracóis. Este estudo deve-se ao meu trabalho de pesquisa e desenvolvimento nas diversas áreas do Marketing. (isto é um trabalho de Marketing).


Fico feliz por todos aqueles que leram o meu artigo e estudo sobre os caracóis, mas devo dizer que este blog é um duplo blog e têm ligação a outro blog através de uma imagem na lateral direita.


Este blog foi um trabalho desenvolvido na área de Marketing e no estudo de mercado. Foram, também pesquisadas e estudada formas de criação de caracóis em cativeiro.


Através de algumas práticas simples são possíveis desenvolver um óptimo negócio de subsistência com poucos custos e com reciclagem de materiais encontrados no lixo.


Quem quiser voar mais alto e investir à sério, têm que investir forte na pesquisa e na reprodução. É bom dizer que "os caracóis" são um negócio de baixo custo e promete um bom retorno, depende do terreno e da força de trabalho de cada um.



Embora estes “bichinhos” pareçam frágeis, não são: são muitos resistentes e quando comem, comem mesmo. Para a sua resistência é fundamental o calor do sol, pois o calor e a vida ao ar livre contribuem para a rigidez da sua casca e para o seu desenvolvimento.


Eles gostam de passarem o seu tempo agarrados a chapas de madeiras, plásticos rijos e materiais resistentes onde possam usufruir do calor do sol e ao mesmo tempo se protegerem do mesmo, É muito importante a humidade no local, eles gostam de hortaliças e alguns legumes e de mato em geral.


Veja também a continuação deste blog que é uma empresa fictícia, apenas para à conclusão das ideias.





Aqui nestes blogs encontram-se as ligações para Empresas produtoras, mas aviso já que são muito poucas e que a maioria dos caracóis consumidos no litoral português vem de Marrocos e não têm qualquer controle que garantam à qualidade dos mesmos.



Um abraço.







sexta-feira, 27 de março de 2009

Materiais para o negócio.

A criação pode começar por ser artesanal, uma vez que a principal preocupação é a protecção do caracol dos predadores e o controle de humidade.

Inicialmente podemos usar madeiras, tijolos plásticos, redes e reaproveitar materiais usados. As paletes abandonadas são uma excelente casa e protecção para os caracóis.

Indo para o lado profissional, os viveiros, as estufas e todo os materiais usados na agricultura podem ser usados na helicicultura.

As embalagens para o transporte, são embalagens de plástico aberto que transportam vários sacos de rede contendo 1 kg. cada saco.
As embalagens unitárias contendo 1 kg. são de rede para manter o produto fresco e húmido, uma vez que o caracol é vendido vivo.

Caracol Ribatejano

Imagem original: mapas-portugal.


Região de Santarém tem os melhores caracóis do país

Os melhores caracóis em Portugal são apanhados na zona de Santarém e na Serra de Aire e Candeeiros, cujos terrenos calcários favorecem o crescimento do Helix Aspersa, nome científico do caracol comum europeu. Quem o afirma é Belmiro Domingos, um especialista em caracóis que, desde há cinco anos, percorre o país, com uma feira gastronómica dedicada às muitas maneiras de cozinhar o molusco.

Esta notícia foi publicada no Jornal "O RIBATEJO".


Legislação.

Ainda não há legislação que oriente a criação do caracol. Os caracóis importados não são controlados, e não se sabe o que eles comeram durante o seu desenvolvimento.
O objectivo é juntar os helicicultores e fundar uma associação para serem parceiros do ministério da agricultura e legislar a cerca dos caracóis, para sabermos aquilo que comemos, e incentivarmos os agricultores na helicicultura.

quinta-feira, 26 de março de 2009

O que precisa saber.


Leis de transporte, temperatura, conservação e embalamento do caracol.

96/340/CE: Decisão da Comissão, de 10 de Maio de 1996, que altera o anexo II da Directiva 92/118/CEE do Conselho que define as condições sanitárias e da polícia sanitária que regem o comércio e as importações na Comunidade de produtos não sujeitos, no que respeita às referidas condições, às regulamentações comunitárias específicas referidas no capítulo I do anexo a da Directiva 89/662/CEE e, no que respeita aos agentes patogénicos, da Directiva 90/425/CEE (Texto relevante para efeitos do EEE)·
Jornal Oficial nº L 129 de 30/05/1996 p. 0035 – 0043

Consulte: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:31996D0340:PT:HTML


Algumas indicações da embalagem de transporte.

Nº de referência:

País expedidor:

Autoridade competente:

I. Identificação dos caracóis

Descrição do produto:

- espécies (nomes científicos):

- estado (1) e natureza do tratamento:

Número de código (eventual):

Natureza da embalagem:

Número de unidades de embalagem:

Peso líquido:

Temperatura de armazenagem e de transporte exigida:

II. Origem dos caracóis

Nome(s) e número(s) de aprovação oficial do(s) estabelecimento(s) aprovado(s) pela autoridade competente para exportação para a CE:

III. Destino dos produtos

Os caracóis são expedidos de:

(local de expedição)

para: ...................

(país e local de destino)

pelo seguinte meio de transporte (2):

Nome e endereço do expedidor:

Nome do destinatário e endereço do local de destino:

Qual o custo de constituição de uma “empresa na hora”?

R: O custo de constituição de sociedade é de 360,00€, incluindo publicações. Este montante poderá ser reduzido em 60,00€ quando a actividade principal da sociedade seja classificada como actividade informática ou conexa, ou ainda como de investigação e desenvolvimento. A estes custos acresce imposto de selo sobre o valor das entradas de capital social, à taxa de 0,4%.


Uma empresa portuguesa.

Conheça a Helix, uma empresa nacional que se dedica à criação de caracóis em viveiro. Saiba que toda a produção da Helix é canalizada para França, onde a produção é insuficiente para responder eficazmente à grande procura. O consumo de caracóis em França ronda as 40.000 toneladas anuais, das quais, 20.000 são importadas de países como Portugal, Espanha e Grécia.

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Sobre os seus benefícios, saiba que os caracóis são recomendados nos casos de raquitismo e no combate ao colesterol. Graças ao alto teor de sais minerais e ferro, são úteis durante a gravidez e amamentação. São pobres em lípidos e podem ser consumidos por aqueles que sofrem do fígado, arteriosclerose e obesidade.

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Estas propriedades benéficas do caracol e o seu consumo desenfreado nos meses mais quentes do ano, diz-nos que é uma boa oportunidade de negócio.



O mercado português, embora pouco explorado, é também prometedor... A Helix detém os conhecimentos necessários para uma criação sólida deste produto e garante a sua comercialização.

Caracol versus Celulite.

CIÊNCIA

Baba de caracol pode ajudar a reduzir a celulite
A solução para o problema que afecta cerca de 90 por cento das mulheres pode estar perto. Um estudo, realizado pela investigadora mexicana Iliana Méndez Barajas, revela que a baba de caracol pode ajudar a reduzir a celulite.
Um estudo recentemente divulgado pelo Instituto Politécnico Nacional (IPN) do México revela que a baba de caracol pode ajudar a combater um dos problemas que, actualmente, afecta a grande maioria das mulheres.
A pesquisa, realizada por Iliana Méndez Barajas, investigadora do Centro de Estudos Científicos e Tecnológicos Miguel Othón de Mendizábal do IPN, revelou que a baba da espécie Hélix hortensis é muito eficaz na redução da celulite.

A celulite é um termo comum usado para descrever as bolsas de gordura acumuladas por baixo da pele causando covas nas ancas, coxas, nádegas e abdómen. Este problema estético afecta 90 por cento das mulheres logo após a adolescência e raramente acontece nos homens.
Recentemente, uma empresa de criação de caracóis mexicana exportou 1.250 litros de baba de caracol pelo preço de 10 euros por litro (aproximadamente), com destino à elaboração de produtos cosméticos para o Japão e Estados Unidos.
Quando tudo indicava que a principal utilidade dos caracóis era a gastronomia, a indústria cosmética desviou-os para novos caminhos.

Baba de caracol cicatriza e rejuvenesce a pele

A secreção é rica em aminoácidos e já tratou até queimaduras nucleares

Outras notícias.

Não é só na gastronomia que os caracóis são utilizados. Estudos comprovam que a Baba do Caracol Cryptomphalus aspersa também é responsável por uma pele mais bonita e saudável. Ela é composta por proteínas, colágeno e alguns sais minerais que suavizam as rugas e rejuvenescem a pele.

O uso da Baba do Caracol tem uma longa tradição na medicina popular, que se mantém até hoje. Em 1986, a substância foi utilizada com grande sucesso em queimaduras de vítimas do acidente nuclear de Chernobyl, na ex-União Soviética. A secreção produzida pelo molusco quando sofre irradiação, possui alto poder cicatrizante, pois é rico em aminoácidos e vitaminas.

Além dos casos de queimaduras, o tratamento com a Baba do Caracol tem sido indicado para peles maltratadas pelo e ressecadas, assim como no combate a estrias, acne, manchas em geral e picadas de insetos , acrescenta a farmacêutica da Pharma Nostra, Ana Paula Fidélis. Segundo ela, o extrato de caracol pode ser utilizado em produtos pós-sol, pós-depilação ou peeling, e em géis hidratantes.

Criação de caracóis.

Embora muitas pessoas pensem que a criação de caracóis seja uma actividade moderna, ela já existe há mais de 2.000 anos, pois há evidências desse tipo de criação, 300 anos antes do nascimento de Cristo. O consumo deste animal, porém, é muito mais antigo, provavelmente desde os primórdios da humanidade, como comprovam os achados arqueológicos de montes de cascas ou conchas, em cavernas dos homens pré-históricos. Três séculos antes de Cristo, Aristóteles, além de escrever sobre os caracóis e descrevê-los muito bem, ainda descreve um instrumento ou talher terminando por uma ponta e que pode ser considerado o “ancestral” do actual garfo especial para comer caracóis. A criação controlada de caracóis denomina-se Helicicultura, palavra que deriva de Helix. Helix aspersa, nome comum do caracol de jardim.

A criação de caracóis. O caracol come verdura , legumes e ração, farinhas de milho, trigo, soja etc... Um viveiro pode ser feito de caixas de madeira, recipientes plásticos, aquários e outros materiais reciclados. O mais importante no seu desenvolvimento é a temperatura, o ideal é 20 a 22º, mas aguenta temperaturas elevadas. O caracol é muito resistente ao frio, morre a partir dos 0º. È importante mante-los arejados e protege-los dos predadores. Há muitas formas de proteger os caracóis.

Reprodução

O caracol é hermafrodita, no entanto tem que acasalar para haver fecundação. O ritual de acasalamento dura cerca de 10 horas e pode ocorrer várias vezes. O período que decorre desde o acasalamento até à desova varia consoante a temperatura, mas ronda os 15 dias. Para pôr os ovos, o caracol escava um buraco na terra com 3 a 4 cm de profundidade, no qual introduz a parte anterior do seu corpo. Cada postura dura várias horas e o caracol põe entre 60 e 150 ovos com 4 mm de diâmetro. De seguida, o caracol cobre o buraco, iniciando-se a fase de incubação (14 a 30 dias, de acordo com a temperatura). Quando se dá a eclosão dos ovos, o caracol nasce já formado, com uma casca de 3 mm e pesa em média 27 mg. Fica no seu "ninho" durante alguns dias, alimentando-se dos resíduos orgânicos e dos restos dos ovos.

Alimentação do caracol

Os caracóis possuem 4 antenas, duas com função visual e as outras duas com função sensitiva. Os caracóis alimentam-se usando a rádula, uma língua áspera, que raspa os alimentos, como uma raspadeira. A sua alimentação variada vai desde plantas, frutos, fungos e inclusive carne no caso das espécies carnívoras ou omnívoras. Possuem variados predadores, como aves, ouriços-cacheiros, entre outros.
Alguns caracóis conseguem hibernar ou estivar, sendo que se o fizerem perdem cerca de 60 % do seu próprio peso. Podem ser mantidos em cativeiro, sendo divertidos de se observar, podendo ser mantidos num tanque ou aquário, sendo para isso necessário, um pouco de solo, osso de choco para cálcio, e vegetais para a sua alimentação. Devem ser mantidos quentes e húmidos, sendo a espécie mais comum de ser mantida em cativeiro, o Lissachatina fulica
As farinhas podem fazer parte da sua alimentação, como o milho, trigo e a soja.

Os caracóis são muito versáteis na alimentação.

Eles comem quase um pouco de tudo quando em liberdade. Cogumelos, frutos, folhas, flores, cascas, algas, calcário, gesso húmido, papel e papelão.

Os mais velhos comem alimentos deteriorados, folhas velhas, frutos e cascas deterioradas etc.

Os de estufa, comem o que lhes dão, mas a sua alimentação básica é a ração própria.

PS.

Durante á hibernação podem perder cerca da metade do seu peso.

O que é o caracol.


Biologia
Caracóis são os moluscos gastrópodes terrestres de concha espiralada calcária, pertencentes à ordem Stylommatophora, que também inclui as lesmas.
São animais com ampla distribuição ambiental e geográfica e respiram através de um pulmão.

Todos os caracois terrestres são hermafroditas, ou seja, possuem no mesmo indivíduo órgãos sexuais masculinos e femininos, e todos formam conchas de carbonato de cálcio.
Os caracóis terrestres são moluscos pertencentes a Classe Gastropoda e subclasse Pulmonata. São mais de 20.000 espécies descritas, distribuídas tanto nas regiões tropicais, quanto nas temperadas de todo o mundo. Estes animais são também vulgarmente conhecidos por caramujos.
Quem quizer aprofundar. http://www.pragas.com.br/pragas/geral/caracol.php

Definição de escargot.

Os escargots são caracóis herbívoros terrestres - não confundir com o caramujo que vive em águas doces ou salgadas). Ele pertence às famílias Achatinidae (África) e Helicidae (Europa). São gastrópodes, ou seja o estômago está junto ao pé, respiram através do pulmões, tem a concha enrolada em espiral e pertencem ao género Helix daí a sua criação é denominada helicicultura e quem o cria é um helicicultor.

O termo "escargot" em francês ou lumachi em italiano é uma iguaria presente nos melhores restaurantes do mundo.