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sexta-feira, 12 de julho de 2013

O valor do caracol

Ainda existe preconceito e nojo pelos caracóis, no brasil o consumo é mínimo e as pessoas estão desinformadas sobre o tema.
O Achatina Fulica (caracol Africano) é também culpado pela má publicidade dada aos pequenos caracóis, esta raça invasora proveniente de África, trouce muitas doenças e acabou por assustar as populações mais desinformadas.
 
Em Portugal, os nortenhos na sua maioria rejeitam este petisco, sentem-se enojados.
Os caracóis é parte constituinte da gastronomia européia, principalmente francesa, espanhola e portuguesa, sendo consumida como entrada, petisco, ou mesmo como prato principal.
 
Em França, as caracoletas (escargots), fizeram sempre sucesso, tornou-se fino e é prato servido nos melhores restaurantes franceses acompanhado de um bom vinho branco fresco ou espumantes.
 
 
 
Apresento o caracol.
 
Propriedades nutritivas dos caracóis
A sua carne é de primeira qualidade, muito apetitosa e nutritiva.

Valores nutricionais comparativos por / 100 gr           
 
................Caracol ..............Vaca........... Frango .............Peixe........... Ostra

Lipídeos 0,5 - 0,8 ............0 - 12...............12 .....................1,5.................1,1

Calorias   60 - 80...........160 - 170............120 ......................70...............65

Proteínas 13 - 15............. 21 - 23.......... 18 - 17.................. 15............... 12

Água         70 - 85 ...............72............... 70 - 72.................. 81............... 82

Sais minerais 1,5 - 2,0...... 0,9 ..............0,8 - 1,0 ...........0,25 - 0,29 -.....----

A cura através dos caracóis
• As proteínas dos caracóis ajudam na reconstituição da integridade dos tecidos gástricos e, portanto, na cura da úlcera;
• Por ser um alimento rico em cálcio, ajuda a combater o raquitismo e é ótimo durante a amamentação;
• Por ser rico em sais minerais e ferro, é útil durante a gravidez e amamentação;
• Por ter alto teor de ácidos graxos polinsaturados, combate o colesterol;
• É pobre em lipídeos, podendo ser consumido por pessoas acometidas por problemas no fígado, arteriosclerose e obesidade;
• Na França e Alemanha, são usados como base para cosméticos e suas conchas no artesanato.
São usados também no tratamento de pele pelos orientais.
Há quem diga que faz bem aos pulmôes.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Negócio de "críse"

Os caracóis estão novamente com toda a força no mercado nacional de consumo.
Este tipo de negócio está cada vez maior e a sua divulgação já esta a mudar muitas culturas e hábitos de consumo em todo o Mundo e a culpa é da Internet.

Ainda não tinha começado o verão e já havia muita boa gente na apanha deste saboroso gastrópode sendo que a maioria destas pessoas encontram-se desempregadas. Uma boa parte deste caracol que é apanhado nos campos, destinam-se ao consumo das famílias e a outra parte é vendida na tasca do lado a 2,00 euros o kg, geralmente este caracol é pequeno, porém saboroso. É muito comum encontrar aqui o caracol riscado.


 
As pessoas, não gostam muito de falar nisto, mas a verdade é que este simpático bichinho já faz parte de alguns agregados familiares, tanto para consumo como também para ganhar alguns "cobres".

As caracoletas, aqui em Santarém têm menos procura e estas são grelhadas com manteiga e alho e especiarias, geralmente ervas aromáticas.
A preferência nacional é o caracol pequeno que é o mais popular nas tascas e explanadas deste país. Muitos apreciadores deste petisco não são fãs das caracoletas, preferem o caracol pequeno, pois o sabor não é igual.

A melhor altura para apanhalos é quando ainda existe alguma humidade nos campos, de preferência, após a chuva, ao amanhecer e em dias nublados. Nesta altura, a lesma do caracol, costuma estar de fora da casca, facilitando assim a apanha.

Os caracóis importados provém de Marrocos e abastecem em pequenas quantidades alguns hipermercados com preços que oscilam conforme a rapidez de saída. Há alturas em que a caracoleta está a 6,99 euros o kg. e no dia seguinte já estão a 3,50 euros. O caracol pequeno é comum nestas superfícies oscilarem entre os, 0,99 a 2,99 euros o kg.

Para quem têm acesso aos caracóis congelados alguns fornecedores já os têm limpos, o que poupa muito trabalho e facilita a rapidez da confecção deste prato.Porém, não há bela sem senão.

O congelamento e o tempo de congelação rouba um pouco do seu pitoresco sabor, mas, como a maioria das pessoas usam caldos Knnor, não se nota a sua perda, só os apreciadores atentos é que percebem a diferença do sabor.

A limpeza do caracol é sem dúvida a parte mais chata e morosa deste petisco. Para não perder muito tempo, agarre num balde com água em temperatura ambiente, misture sal e vinagre. Isso fará com que os caracóis larguem as impurezas e toda aquela baba. Faça isso até que não haja mais baba, se for necessário, passado algum tempo troque mais 2 vezes a água, retirando assim a maioria da espuma libertada pelos "bichos".
 
Em uma panela larga e funda adicione a cebola picada, alho, louro, orégano, molho de Tabasco ou outro de sua preferência, (três colheres de chá ou a gosto) e refogue até a cebola eo alho dourarem, acrescente o vinho branco e depois de um minuto, adicionar os caracóis e acrescente água suficiente apenas para cobrir os caracóis e adicione sal. Com uma espumadeira, tire a maior parte da espuma existente enquanto cozinha os bichos.

As ervas aromáticas é a gosto e sirva com bebidas frescas, vinho branco, minis e bhoêmia etc...

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O verão anúncia os caracóis

Ontem dia 20/06/2012 as 23:00 horas começou o verão em Portugal.
Já na primavera a loucura das feiras e festivais despoletaram uma grande corrida as tascas e esplanadas por todo o país.

As famosas tabuletas e placas anunciam “Há Caracóis”! Pires e pratos repletos destes moluscos chegam às mesas e fazem os apreciadores ficarem maravilhados com o seu sabor.
O calor, o cheiro a verão, o desejo pelo petisco e pela "loira gelada" a acompanhar um jogo de futebol, ou simplesmente para petiscar num final de tarde quente, sabem sempre bem.
Há quem compre e há quem vai apanhar este molusco terrestre com alto teor de sais minerais e ferro. Consumidos pelo homem desde o Paleolítico é, sem dúvida, um pitéu com muitos anos de história, os Romanos que o digam...

Já por todo lado já se fala, e já se procura as tascas e explanadas que servem este tradicional petisco.

Em Portugal, muitos comerciantes e chefes da área hoteleira já criaram ementas alusivas as suas casas ou regiões especificas, dando nome aos pratos de caracóis e alterando a sua confecção com gosto e habilidade.

Isto é puro Marketing: É a sugestão do ingrediente secreto, quem gosta de caracóis cedo ou tarde acabará por explementar e provavelmente se tornará fã.

Assim surgiram petiscos como os Caracóis à Portuguesa, que é um prato típico com origem na Estremadura. Existe, também, quem os faça à Espanhola, Alentejana ou Algarvia, variantes que vão sendo adaptadas consoante a região do país em que se vive, sem falar no comércio mais tradicional do petisco, onde cada um defende o seu produto, por exemplo: Caracóis do Barbas, do Menino Júlio dos caracóis, caracóis do Fonseca, do Canelas etc...

Em vila Franca de xira, desde Abril que já estava a venda este petisco, pendurados em sacos de redes, já se encontrava caracóis e caracoletas.
Em Santarém, a corrida aos caracóis começaram no fim de maio, onde já sevia em S. Domingos muita boa gente na apanha.

Este verão, não há dúvidas: O consumo de caracol promete e se Portugal continuar no euro de futebol, passando a República Checa, este será um excelente motivo para dar um desbaste nas imperiais e nos tão afamados caracóis.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Segredos dos caracóis

Hoje existem muitos concorrentes ao titulo do melhor caracol, principalmente na grande Lisboa, onde as tascas ficam superlotadas de consumidores de caracóis.

Todas essas famosas tascas e restaurantes gabam-se de terem o melhor segredo para a comfecção dos caracóis, se é verdade ou mentira não sabemos, mas é comum ouvir os degustadores dizerem que a tasca do Manél é melhor que o restaurante do Joaquim, eles lá sabem o que dizem.

Aqui em Santarém, o café "CANELAS" é dos mais afamados, no que diz respeito a este petisco.


Sabemos que os caracóis são confeccionados com temperos como: louro, alho, piri-piri, sal, caldo Knnor, oréganos, malaguetas e outros conforme o gosto.

Também há quem ultilize uma meia de algodão ou um saco de fibras poroso, onde entra os ingredientes para que só passem os sabores e não fiquem bocados de temperos misturados com os caracóis.

Há cafés e tascas que fazem uma mistura grossa e mais homogênea e acrescenta cebolas e tomate.

Os segredos que muitos profissionais não revelam, são as doses certas para determinadas doses de caracóis. ou o ingrediente secreto que pode fazer a diferença.

Muitos mestres não usam água da torneira porquê esta têm cloro e calcário e alteram o sabor do caracol, preferem usar água mineral.

Outros dizem que o caracol têm que estar vivo e a cozedura têm que ser lenta, por isso esqueçam a panela de pressão ou Bymbys, o sabor deve despreender lentamente do caracol.

Um outro segredo é a apanha do caracol na época certa. Como sabemos, o caracol têm uma época de engorda e uma época de hibernação, na qual ele perde massa. ou seja: Há alturas em que o caracol é mais gordo e alturas em que ele é mais magro e isso pode fazer toda uma diferença no sucesso do petisco, quanto a sua confecção.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Caracóis á portuguesa

Esta receita foi tirada do blog Papinha Doce

Ingredientes:

1 kg de caracóis
1 colh. sopa de azeite
2 folhas de louro
3 alhos esmagados com casca
2 colh. chá de oregãos
1 malagueta
1 cebola
sal q.b.


Preparação:

Começa-se por lavar os caracóis em várias águas até ao completo desaparecimento da baba. Colocam-se numa panela grande e cobrem-se com água.
Tapa-se a panela e leva-se ao lume, no minímo.
O aquecimento tem de ser lento para provocar a saída dos «pauzinhos» dos caracóis.
Quando levantar fervura, junta-se o azeite, os orégãos, o louro, os alhos inteiros, a cebola cortada em quartos, sal, e a malagueta.
Vai-se retirando a espuma que se forma à superfície, com a ajuda de uma escumadeira, e mantém-se a fervura sempre branda.
Conservam-se no líquido da cozedura até à altura de servir e servem-se quentes.

Na Terra dos Bules que Babam: Caracóis. O petisco das tardes de verão.

Na Terra dos Bules que Babam: Caracóis. O petisco das tardes de verão.: No auge do verão, toda a gente aproveita para desfrutar os longos dias em uma agradável esplanada. De preferência, acompanhado por uma cerve...
Apesar do consumo em grande escala, ainda há poucos produtores em Portugal, o que faz que o seu pratinho de caracol seja geralmente oriundo do Marrocos, da Hungria e da Turquia. Já a Itália e a França produzem há mais de três décadas. Sem contar que existem registos que o caracol é consumido pelo ser humano desde a época do Paleolítico.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Caracoleta

A caracoleta é outra fonte de rendimento para as casas de petiscos.
Muitas pessoas não sabem a diferença entre caracóis e caracoletas, mas a verdade é que esta representa outro "NICHO" de mercado.

Os restaurantes pagam cerca de 6 euros por quilo ao produtor e quatro sem factura aos freelancers dos caracóis (atravessadores não legalizados), um restaurante vende uma dúzia que pesa cerca de 200gr.  a 3,00 euros e se for uma casa mais fina, cerca de 5,00 euros.

Estas podem se confeccionadas de diversas maneiras. Podem ser fritas, grelhadas, guisadas, assadas no forno e de outras maneiras.

A manteiga e o alho são ingredientes fundamentais na maioria dessas receitas, sem esquecer o piri-piri que é muito importante para que o cliente consuma cada vez mais bebidas.

O segredo desta iguaria é justamente fomentar no cliente a vontade de consumir mais produtos e despertar a fome e a sede. 
A maior procura é pelo caracol, mas o curioso é que muitos consumidores de caracóis não apreciam a caracoleta, devido ao seu tamanho.
Os entendidos na matéria explicam que o período de Maio a Agosto é o ideal para o consumo desta iguaria, pois é nesta altura que termina o ciclo de criação da espécie, pelo menos em Portugal.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Programa: Semana Cultural de Alte 2011


Programa: Semana Cultural de Alte 2011

O início da Boda está agendado para as 11h00 e os “convidados” poderão degustar alguns dos mais saborosos petiscos da serra: caracóis, carapaus alimados, peixinhos da horta, bacalhau com alho, papas com ervilhas, grãos com borrego, jantar de feijão, pão caseiro e bolos tradicionais.

O desfile tem início às 15h00 e, pelas 16h00, já na Fonte Grande, acontece a saudação dos noivos e o baile integrado no Festival de Folclore, com o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte, Grupo de Folclore da Casa do Povo de Válega (Ovar), Rancho Folclórico Alegria de Alqueidão de Santo Amaro Beco (Ferreira do Zêzere) e Grupo Etnográfico de Alverca do Ribatejo (Vila Franca de Xira).

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Curiosidades sobre os caracóis

Imagem original: hojehapipis
Negócios de Caracóis

O (Caracol), também é chamado de abalone, escargot, caracóis, a concha rainha, caramujo, tsalingaria, casca de burro espiga, do mar, ormer, paua e caracóis marinhos e também têm muitos outros nomes.
Estes moluscos são encontrados na costa do mar, água doce e terra. Durante milhares de anos caracóis têm sido utilizados para consumo humano e seu escudo (CONCHA) para jóias e bijutarias. Os Romanos já os criavam soltos em muros de pedra, mas a sua história ainda vai para lá de 300 anos A.Cristo.
Existem cerca de 100 espécies espalhadas pelo Mundo, muitas dessas espécies são usadas como fonte de alimento. (Há quem diga que há mais de 200 espécies).
Os (Moluscos) comummente consumidos são: Helix aspersa e Helix pomatia. No mundo ocidental, nomeadamente em França as refeições de carne de caracol são geralmente conhecidos como escargot, uma palavra francesa para a designação (caracol).
Caracol Escargot / Abalone como alimento para seres humanos
O caracol devido a sua grande procura, hoje é criado em grandes hectares comerciais e em viveiros e estes viveiros utilizam diversas técnicas diferentes de criação.
A carne do caracol é uma iguaria na culinária asiática, japonesa, chinesa e francesa e está a tomar conta do nosso Planeta, cada vez esta carne ganha mais espaço no mercado.
Podemos comer este petisco em uma boa parte dos países europeus e sul-americanos, em África também é muito apreciado e lá vive o maior caracol do Mundo. Em África, assim como na Nigéria e África do Sul, o chamado caracol gigante Africano é também um alimento tradicional.
O prazer de consumir um prato de escargot francês como um aperitivo é uma realidade do dia-a-dia em França, assim, como nas Américas e na Austrália, onde é comummente também chamado de Abalone e é consumido também como refeição principal.
As receitas de caracol assim como as diversas formas de criação, variam de cozinha para cozinha.
Estudos sobre o valor nutricional do caracol têm relatado que caracol é rica em proteína, mas pobre em gorduras. Estima-se que o caracol tem cerca de 15% de proteína, 2,4% de gordura e cerca de 80% de água. Isto faz do caracol, uma alimentação alternativa e saudável para as pessoas.
O alto teor de proteína e o baixo teor de gordura, faz com que seja um bom prato de dieta. Além disso, o caracol é rica em ácidos graxos essenciais como os ácidos linoléico e linolênico.
Um estudo sobre uma espécie de caracol no Brasil estima-se que 75% da gordura do caracol é de ácidos graxos insaturados. Isso é 57% de ácidos graxos polinsaturados, 15,5% de ácidos graxos monoinsaturados e 23,25% de ácidos graxos saturados. Ou seja um alimento saudável.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Materiais para o negócio.

A criação pode começar por ser artesanal, uma vez que a principal preocupação é a protecção do caracol dos predadores e o controle de humidade.

Inicialmente podemos usar madeiras, tijolos plásticos, redes e reaproveitar materiais usados. As paletes abandonadas são uma excelente casa e protecção para os caracóis.

Indo para o lado profissional, os viveiros, as estufas e todo os materiais usados na agricultura podem ser usados na helicicultura.

As embalagens para o transporte, são embalagens de plástico aberto que transportam vários sacos de rede contendo 1 kg. cada saco.
As embalagens unitárias contendo 1 kg. são de rede para manter o produto fresco e húmido, uma vez que o caracol é vendido vivo.

Caracol Ribatejano

Imagem original: mapas-portugal.


Região de Santarém tem os melhores caracóis do país

Os melhores caracóis em Portugal são apanhados na zona de Santarém e na Serra de Aire e Candeeiros, cujos terrenos calcários favorecem o crescimento do Helix Aspersa, nome científico do caracol comum europeu. Quem o afirma é Belmiro Domingos, um especialista em caracóis que, desde há cinco anos, percorre o país, com uma feira gastronómica dedicada às muitas maneiras de cozinhar o molusco.

Esta notícia foi publicada no Jornal "O RIBATEJO".


Legislação.

Ainda não há legislação que oriente a criação do caracol. Os caracóis importados não são controlados, e não se sabe o que eles comeram durante o seu desenvolvimento.
O objectivo é juntar os helicicultores e fundar uma associação para serem parceiros do ministério da agricultura e legislar a cerca dos caracóis, para sabermos aquilo que comemos, e incentivarmos os agricultores na helicicultura.

quinta-feira, 26 de março de 2009

O que precisa saber.


Leis de transporte, temperatura, conservação e embalamento do caracol.

96/340/CE: Decisão da Comissão, de 10 de Maio de 1996, que altera o anexo II da Directiva 92/118/CEE do Conselho que define as condições sanitárias e da polícia sanitária que regem o comércio e as importações na Comunidade de produtos não sujeitos, no que respeita às referidas condições, às regulamentações comunitárias específicas referidas no capítulo I do anexo a da Directiva 89/662/CEE e, no que respeita aos agentes patogénicos, da Directiva 90/425/CEE (Texto relevante para efeitos do EEE)·
Jornal Oficial nº L 129 de 30/05/1996 p. 0035 – 0043

Consulte: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:31996D0340:PT:HTML


Algumas indicações da embalagem de transporte.

Nº de referência:

País expedidor:

Autoridade competente:

I. Identificação dos caracóis

Descrição do produto:

- espécies (nomes científicos):

- estado (1) e natureza do tratamento:

Número de código (eventual):

Natureza da embalagem:

Número de unidades de embalagem:

Peso líquido:

Temperatura de armazenagem e de transporte exigida:

II. Origem dos caracóis

Nome(s) e número(s) de aprovação oficial do(s) estabelecimento(s) aprovado(s) pela autoridade competente para exportação para a CE:

III. Destino dos produtos

Os caracóis são expedidos de:

(local de expedição)

para: ...................

(país e local de destino)

pelo seguinte meio de transporte (2):

Nome e endereço do expedidor:

Nome do destinatário e endereço do local de destino:

Qual o custo de constituição de uma “empresa na hora”?

R: O custo de constituição de sociedade é de 360,00€, incluindo publicações. Este montante poderá ser reduzido em 60,00€ quando a actividade principal da sociedade seja classificada como actividade informática ou conexa, ou ainda como de investigação e desenvolvimento. A estes custos acresce imposto de selo sobre o valor das entradas de capital social, à taxa de 0,4%.


Uma empresa portuguesa.

Conheça a Helix, uma empresa nacional que se dedica à criação de caracóis em viveiro. Saiba que toda a produção da Helix é canalizada para França, onde a produção é insuficiente para responder eficazmente à grande procura. O consumo de caracóis em França ronda as 40.000 toneladas anuais, das quais, 20.000 são importadas de países como Portugal, Espanha e Grécia.

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Sobre os seus benefícios, saiba que os caracóis são recomendados nos casos de raquitismo e no combate ao colesterol. Graças ao alto teor de sais minerais e ferro, são úteis durante a gravidez e amamentação. São pobres em lípidos e podem ser consumidos por aqueles que sofrem do fígado, arteriosclerose e obesidade.

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Estas propriedades benéficas do caracol e o seu consumo desenfreado nos meses mais quentes do ano, diz-nos que é uma boa oportunidade de negócio.



O mercado português, embora pouco explorado, é também prometedor... A Helix detém os conhecimentos necessários para uma criação sólida deste produto e garante a sua comercialização.

Caracol versus Celulite.

CIÊNCIA

Baba de caracol pode ajudar a reduzir a celulite
A solução para o problema que afecta cerca de 90 por cento das mulheres pode estar perto. Um estudo, realizado pela investigadora mexicana Iliana Méndez Barajas, revela que a baba de caracol pode ajudar a reduzir a celulite.
Um estudo recentemente divulgado pelo Instituto Politécnico Nacional (IPN) do México revela que a baba de caracol pode ajudar a combater um dos problemas que, actualmente, afecta a grande maioria das mulheres.
A pesquisa, realizada por Iliana Méndez Barajas, investigadora do Centro de Estudos Científicos e Tecnológicos Miguel Othón de Mendizábal do IPN, revelou que a baba da espécie Hélix hortensis é muito eficaz na redução da celulite.

A celulite é um termo comum usado para descrever as bolsas de gordura acumuladas por baixo da pele causando covas nas ancas, coxas, nádegas e abdómen. Este problema estético afecta 90 por cento das mulheres logo após a adolescência e raramente acontece nos homens.
Recentemente, uma empresa de criação de caracóis mexicana exportou 1.250 litros de baba de caracol pelo preço de 10 euros por litro (aproximadamente), com destino à elaboração de produtos cosméticos para o Japão e Estados Unidos.
Quando tudo indicava que a principal utilidade dos caracóis era a gastronomia, a indústria cosmética desviou-os para novos caminhos.

Baba de caracol cicatriza e rejuvenesce a pele

A secreção é rica em aminoácidos e já tratou até queimaduras nucleares

Outras notícias.

Não é só na gastronomia que os caracóis são utilizados. Estudos comprovam que a Baba do Caracol Cryptomphalus aspersa também é responsável por uma pele mais bonita e saudável. Ela é composta por proteínas, colágeno e alguns sais minerais que suavizam as rugas e rejuvenescem a pele.

O uso da Baba do Caracol tem uma longa tradição na medicina popular, que se mantém até hoje. Em 1986, a substância foi utilizada com grande sucesso em queimaduras de vítimas do acidente nuclear de Chernobyl, na ex-União Soviética. A secreção produzida pelo molusco quando sofre irradiação, possui alto poder cicatrizante, pois é rico em aminoácidos e vitaminas.

Além dos casos de queimaduras, o tratamento com a Baba do Caracol tem sido indicado para peles maltratadas pelo e ressecadas, assim como no combate a estrias, acne, manchas em geral e picadas de insetos , acrescenta a farmacêutica da Pharma Nostra, Ana Paula Fidélis. Segundo ela, o extrato de caracol pode ser utilizado em produtos pós-sol, pós-depilação ou peeling, e em géis hidratantes.

Reprodução

O caracol é hermafrodita, no entanto tem que acasalar para haver fecundação. O ritual de acasalamento dura cerca de 10 horas e pode ocorrer várias vezes. O período que decorre desde o acasalamento até à desova varia consoante a temperatura, mas ronda os 15 dias. Para pôr os ovos, o caracol escava um buraco na terra com 3 a 4 cm de profundidade, no qual introduz a parte anterior do seu corpo. Cada postura dura várias horas e o caracol põe entre 60 e 150 ovos com 4 mm de diâmetro. De seguida, o caracol cobre o buraco, iniciando-se a fase de incubação (14 a 30 dias, de acordo com a temperatura). Quando se dá a eclosão dos ovos, o caracol nasce já formado, com uma casca de 3 mm e pesa em média 27 mg. Fica no seu "ninho" durante alguns dias, alimentando-se dos resíduos orgânicos e dos restos dos ovos.

Alimentação do caracol

Os caracóis possuem 4 antenas, duas com função visual e as outras duas com função sensitiva. Os caracóis alimentam-se usando a rádula, uma língua áspera, que raspa os alimentos, como uma raspadeira. A sua alimentação variada vai desde plantas, frutos, fungos e inclusive carne no caso das espécies carnívoras ou omnívoras. Possuem variados predadores, como aves, ouriços-cacheiros, entre outros.
Alguns caracóis conseguem hibernar ou estivar, sendo que se o fizerem perdem cerca de 60 % do seu próprio peso. Podem ser mantidos em cativeiro, sendo divertidos de se observar, podendo ser mantidos num tanque ou aquário, sendo para isso necessário, um pouco de solo, osso de choco para cálcio, e vegetais para a sua alimentação. Devem ser mantidos quentes e húmidos, sendo a espécie mais comum de ser mantida em cativeiro, o Lissachatina fulica
As farinhas podem fazer parte da sua alimentação, como o milho, trigo e a soja.

Os caracóis são muito versáteis na alimentação.

Eles comem quase um pouco de tudo quando em liberdade. Cogumelos, frutos, folhas, flores, cascas, algas, calcário, gesso húmido, papel e papelão.

Os mais velhos comem alimentos deteriorados, folhas velhas, frutos e cascas deterioradas etc.

Os de estufa, comem o que lhes dão, mas a sua alimentação básica é a ração própria.

PS.

Durante á hibernação podem perder cerca da metade do seu peso.

O que é o caracol.


Biologia
Caracóis são os moluscos gastrópodes terrestres de concha espiralada calcária, pertencentes à ordem Stylommatophora, que também inclui as lesmas.
São animais com ampla distribuição ambiental e geográfica e respiram através de um pulmão.

Todos os caracois terrestres são hermafroditas, ou seja, possuem no mesmo indivíduo órgãos sexuais masculinos e femininos, e todos formam conchas de carbonato de cálcio.
Os caracóis terrestres são moluscos pertencentes a Classe Gastropoda e subclasse Pulmonata. São mais de 20.000 espécies descritas, distribuídas tanto nas regiões tropicais, quanto nas temperadas de todo o mundo. Estes animais são também vulgarmente conhecidos por caramujos.
Quem quizer aprofundar. http://www.pragas.com.br/pragas/geral/caracol.php

Definição de escargot.

Os escargots são caracóis herbívoros terrestres - não confundir com o caramujo que vive em águas doces ou salgadas). Ele pertence às famílias Achatinidae (África) e Helicidae (Europa). São gastrópodes, ou seja o estômago está junto ao pé, respiram através do pulmões, tem a concha enrolada em espiral e pertencem ao género Helix daí a sua criação é denominada helicicultura e quem o cria é um helicicultor.

O termo "escargot" em francês ou lumachi em italiano é uma iguaria presente nos melhores restaurantes do mundo.