quarta-feira, 30 de março de 2011

NEGÓCIO

                         NEGÓCIO DE CARACÓIS

A Passo de caracol
Os caracóis são uma excelente fonte de rendimentos. Este mercado movimenta milhões de euros, mas no entanto este tipo de negócio ainda anda muito devagar em Portugal.

A criação de caracóis têm alimentado muitos empresários estrangeiros sobretudo os criadores em “MARROCOS”, que são dos principais fornecedores para o mercado português.

Por incrível que pareça, Portugal é um país de grandes apreciadores, embora se produzam aqui em terras lusas umas boas toneladas, não se consegue abastecer o mercado interno. Como consequência Portugal importa toneladas de caracóis de Marrocos e consome muitos desses gastrópodes sem conhecer a origem da criação.

Não podemos esquecer que os terrenos agrícolas estão infestados de produtos tóxicos, por esta e outras questões sanitárias e legislativas, Portugal deve expandir a sua produção em terreno nacional e fomentar a (helicicultura) de forma a proteger este grande recurso económico que é o caracol.

A cultura de caracóis (helicicultura) está a desenvolver-se e a ganhar cada vez mais adeptos em Portugal, mas ainda vai a passo de caracol, comparada aos nossos vizinhos, Espanha, Itália e França.

No mercado interno, o caracol pequeno é vendido ao pequeno comerciante pelo valor de 2,00 euros o quilo e em grandes quantidades comprados nos marroquinos pelo valor de 0,80 cêntimos o quilo.

No mercado hoteleiro, bares e restaurantes, esses pequenos moluscos são vendidos ao preço do camarão pequeno e as caracoletas ao preço do camarão médio.

Calcula-se que são consumidos cerca de mais de 50.000 mil toneladas de caracóis no país. A verdade é que os milhares de produtores que Portugal têm não são suficientes para abastecer todo o mercado, mas também não interessa chamar muita atenção, pois os lucros dos grandes criadores são de milhões de euros.

Os caracóis têm uma esperança de vida curta (pouco mais de um ano), são hermafroditas e são «lentos» a acasalar, o que acontece só nos meses de Novembro a Março. Estes “bichinhos” podem pôr 80 ovos por cada postura e a fase de gestação demora apenas um mês.

Muitos milhares de avelins (caracóis acabados de eclodir), são vendidos a criadores. Uma encomenda de mil caracóis bebés (0,032 gramas cada um) pode chegar a custar doze euros.
No entanto, a maioria dos caracóis bebés acabam por ser criados na exploração (viveiros), para o consumo alimentar, em petiscos. Entre cinco a seis meses, são considerados caracóis adultos, estando em condições de ir parar ao prato do consumidor, principalmente nas explanadas dos cafés no verão.

terça-feira, 29 de março de 2011

Predadores de caracóis

                                                                                     Imagem de: curiosidadeanimal



Predadores de caracóis
Os principais predadores de caracóis são:
Ratos, ratazanas e musaranhos, rãs, sapos, tordos, corvos e aves domésticas, como sejam patos, galinhas, perus, lagartos e cobras, algumas espécies de formigas besouros drilídeos e carabídeos e centopeias. 

Observação: Os ratos são dos predadores mais vorazes e podem dizimar uma criação de caracóis em poucos dias.

Os sapos e rãs podem comer os caracóis jovens, enquanto os répteis comem tantos os ovos como os caracóis, qualquer que seja a sua fase de desenvolvimento. 
Em lugares com uma elevada predação de aves, é necessário colocar-se redes para cobrir e cercar os viveiros.

As vedações devem ter uma altura entre 15 e 30 cm no mínimo e estar bem escavadas no solo. Também é recomendável colocar iscos ou armadilhas fora da área de criação dos caracóis, caso se justifique.

Os restos de comida de criação podem atrair certos predadores e gerar doenças caso esteja há muito tempo.

Tudo Rondônia 2011 / Governo se contamina com caramujos

Notícia divertida.
O Governo de Rondônia está contaminado com a doença do caramujo africano. A doença é grave, chama-se “lerdeza”, e põe em risco todos os órgãos vitais da máquina administrativa. Especialistas buscam a cura para o mal. Segundo o diagnóstico, a cabeça funciona bem e o pulso ainda pulsa, mas o Estado está debilitado, sem anticorpos, anémico e cheio de parasitas.

Luanda no passado


Notícias de ontem:




Garcia Mendes Castelo Branco, em 1721, envia uma carta ao rei onde dá conta que Luanda "tem 400 visinhos". Paulo Dias de Novais trouxe para a cidade sapateiros, alfaiates, pedreiros, cabouqueiros, taipeiros, um físico e um barbeiro. Estes "visinhos" eram os sobreviventes, seus descendentes e os habitantes autóctones. No século XVIII Luanda era pouco mais do que uma aldeia.


George Tams, médico alemão escreve em 1854: "às oito horas, todos nos reuníamos ao almoço, que geralmente se compunha de mãos de vitela cozidas, vagens de pimenta fervidas em água (jindungo); ou de caracóis cozidos e algumas espécies de mariscos. Vinho tinto de Lisboa acompanhava a comida e no final serviam o chá. Ao meio-dia, tomávamos outra refeição que consistia de queijo e cerveja. Às seis horas era servido um suculento e variado jantar". Aqui está a origem da nossa "sopa e almoço".


O negócio da escravatura em Luanda dava altíssimos rendimentos. O famoso historiador Zuchelli, que tão bem descreve a cidade da época, diz que "um português médio tem ao seu serviço 50 escravos".

Capsaspora owczarzaki

                                                     Capsaspora owczarzaki.
                                                            Imagem de: http://www.pnas.org/content/107/22.cover-expansion
Espreitando no sangue de caracóis tropicais há uma criatura unicelular chamada Capsaspora owczarzaki. Esta espécie ameboide com tentáculos é tão obscura que ninguém a havia notado até 2002. Mesmo assim, em poucos anos ela passou do anonimato a foco do mundo científico. Acontece que ela é um dos parentes mais próximos dos animais. Por incrível que pareça, nossos ancestrais há um bilhão de anos eram bem semelhantes à Capsaspora.

A origem dos animais foi uma das transformações mais extraordinárias e importantes na história da vida. Eles evoluíram de ancestrais unicelulares até uma profusão de complexidade e diversidade. Hoje estima-se que sete milhões de espécies de animais vivem na Terra, desde vermes tubícolas no fundo do oceano a elefantes se arrastando pesadamente pela savana africana. Seus corpos podem conter trilhões de células capazes de se transformar em músculos, ossos e centenas de outros tipos de tecidos e de células.

O amanhecer do reino animal, cerca de 800 milhões de anos atrás, também foi uma revolução ecológica. Os animais devoraram os tapetes microbianos que haviam dominado os oceanos por mais de 2 bilhões de anos e criaram seus próprios habitats, como os recifes de corais.

A origem dos animais é um dos episódios mais misteriosos na história da vida. A transformação de um organismo unicelular em um colectivo de um trilhão de células exige uma enorme reestruturação genética. A espécie intermediária que poderia mostrar como a transição aconteceu está extinta.

Veja esta interessante matéria em: ultimosegundo

sábado, 26 de março de 2011

Darwin e à evolução

Em 2009, foi um ano dedicado a Darwin e à evolução. Foram feitos estudos para obter resultados e classificar diversas espécies de caracóis em Portugal. Os resultados do estudo revelam que, em Portugal, predominam os Cepaea nemoralis. Sabe-se, também, que existem em maior número no litoral e que a sua presença quase não se nota no Algarve, factor associado ao clima e a vegetação.

As aves são predadores naturais dos caracóis, assim como alguns roedores.

Entre os seus principais predadores figuram os tordos, aves que não são nada meigas na hora de comer os caracóis. Para lhes tirar a carapaça, os tordos têm de esmagá-la contra uma rocha ou uma superfície pedregosa.

Outra curiosidade é o “PIRILAMPO”, um pirilampo pode acabar com os caracóis? Pois é, aquele bichinho minúsculo injecta os ovos no corpo mole dos caracóis. Quando as larvas nascem, alimentam-se do corpo do caracol e este acaba por morrer.

A carapaça do caracol funciona como camuflagem, ou seja, serve para o proteger dos predadores, quando tem uma cor que não se distinga da vegetação e que o faça passar despercebido? Por exemplo, um caracol branco numa zona muito escura seria logo descoberta e, por isso, atacado. O clima e o tipo de solo têm uma grande influência na forma como o caracol consegue (ou não) sobreviver.

A notícia original deste tema está em: aeiouvisao

sexta-feira, 25 de março de 2011

Negócio e apoios

Observação: As regras do IEFP, mudaram, convém saberem as novas regras de apoios ao investimento e apoios ao projecto / 23/07/2010.
Estamos a viver tempos dificeis, esta actual crise em que vivemos, veio para ficar e criar um negócio seguro é cada vez mais dificil.
Todo o negócio deve ser pensado, (SWOT), pontos fortes e fracos.

Recorrer aos Apoios do IEFP para Criar uma Empresa ou ao Micro crédito pode ser uma soluçao, mas têm que trabalhar muito, senão ao fim de uns anos descobre-se que trabalhou para aquecer.

Em análise de pequenos negócios, as pequenas empresas mais bem sucedidas têm sido aquelas que utilizam a Internet como fonte de angariação de clientes e como fonte de publicitar o seu negócio, pois os encargos são mínimos.

Para quem têm um espaço que possa explorar, poupa nas rendas, mas têm mais encargos e está sujeito a muito investimento no estabelecimento, assim como: Casas de banho, projecto contra incêndio, certificado energético, associar-se obrigatóriamente a associações conforme o tipo de comércio.

Os pequenos negócios de comida, salgados e doces para fora, lavanderia, ervanária e produtos naturais, passar a ferro, pequenas costuras e bainhas de calças, tomar conta de crianças, pequenas creches, baybe siters, ocupação de tempos livres de crianças entre outros têm sido muito lucrativo e parte dessas funções não pagam impostos ou não se declara os verdadeiros rendimentos.

Quanto a criação de caracóis, existem pessoas que os apanham nos campos e vendem directamente aos cafés e restaurantes por 2.00 euros o quilograma e outros os criam artesanalmente em quintais para comercialização.

Voltando ao negócio:Fique de olho atento ao IEFP e ao MICROCRÉDITO, mas não fiquem fascinados, pois as exigências são muitas.

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) tem à disposição dos desempregados e dos jovens à procura do primeiro emprego programas de incentivo à criação do próprio emprego, num conjunto de apoios e serviços destinados à viabilização de novos projectos empresariais de pequena dimensão: o Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE).



Para serem elegíveis, os projectos que venham a ser candidaturas ao programa de apoio do IEFP têm de respeitar determinados requisitos relacionados com o número de trabalhadores ou com o valor total de investimento, entre outros aspectos.


APOIOS AO EMPREENDEDORISMO – CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO – APOIOS IEFP