sexta-feira, 29 de abril de 2011

Turismo do Algarve: Caracóis à algarvia

Turismo do Algarve: Caracóis à algarvia: "No Algarve, entre Abril e Junho, é tempo de comer caracóis. Este petisco é especialmente popular no dia 1 de Maio, em saídas para o campo on..."

No tempo da minha mocidade, aprendi com os meus avós a preparar e a cozinhar caracóis.
Apanhávamos os caracóis e colocávamos no chão envoltos num grande círculo de sal para não escaparem. No centro desse círculo colocávamos uns ramos de amendoeira para eles treparem...Só os tirávamos de lá na altura de os cozinhar, ou seja, no final de Abril.
Na noite anterior, molhávamos os caracóis e colocávamos um alguidar grande sobre eles: os que subissem para as paredes do alguidar estavam bons; os que permanecessem no chão estavam mortos e portanto não serviam.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

XVII Semana Cultural de Alte


1º Maio traz a boda e festa rija




O 1º de Maio é o momento alto da Semana Cultural, com a recriação da cerimónia tradicional do Casamento com Boda, uma das principais manifestações etnográficas da região.



A Boda começa às 11h00 e os “convidados” poderão partilhar alguns dos mais saborosos petiscos da serra. Não faltarão caracóis temperados com orégãos, os carapaus alimados, peixinhos da horta, bacalhau com alho, as papas com ervilhas, grãos com borrego, jantar de feijão, pão caseiro e os bolos tradicionais.



Comido o banquete lá se parte para o desfile, que tem início marcado para as 15h00 e, pelas 16h00, já na Fonte Grande, acontece a saudação dos noivos e o baile.



Paralelamente desenrola-se o Festival de Folclore, com o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Alte, Grupo de Folclore da Casa do Povo de Válega (Ovar), Rancho Folclórico Alegria de Alqueidão de Santo Amaro Beco (Ferreira do Zêzere) e Grupo Etnográfico de Alverca do Ribatejo (Vila Franca de Xira).



E hão-se soar os ferrinhos e as concertinas, as guitarras e os cavaquinhos.

Lembramos que a festa já começou no dia 25 de Abril.

Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol? - Mundo Estranho

Os três são moluscos, da classe dos gastrópodes. A principal diferença entre alesma e os outros dois é que ela não tem uma concha externa - ou tem uma concha muito pequena. Já caracol e caramujo são sinônimos em várias regiões do Brasil, mas, na linguagem popular, caracol geralmente se refere aosgastrópodes terrestres, e caramujo, aos aquáticos. Já as lesmas podem viver tanto na terra como no mar. Juntos, esses três bichinhos somam cerca de 75 mil espécies. Além de numerosos, eles são antigos moradores da Terra: existem registros fósseis de gastrópodes de cerca de 500 milhões de anos atrás. Há entre 30 e 40 famílias de lesmas, contra 400 de caramujos e caracóis, de acordo com o biólogo Luiz Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, autor do livro Land and Freshwater Molluscs of Brazil(“Moluscos Terrestres e de Água Doce do Brasil”). Você pode não gostar da gosma que eles deixam, mas sem eles, podem ocorrer desequilíbrios ambientais.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

MERCADO

Mercados de exportação

A França desempenha um papel central no crescente comércio internacional de caracóis. Alguns dos caracóis importados pela França são processados e exportados para outros países europeus ou para a América do Norte, especialmente para os EUA, que importa anualmente carne de caracol no valor de milhões de dólares. Outros mercados importantes são a Alemanha, a Bélgica, a Holanda, o Canadá, a Suíça, o Japão, a Suécia, a Áustria, a Dinamarca e a África do Sul.

Entre os maiores fornecedores destes mercados contam-se a Grécia, a Turquia, a Roménia, a Argélia, a Tunísia, assim como Taiwan, a Tailândia e a China. A maior parte dos países fornecem as espécies de caracóis europeus, Helix aspersa, H. pomatia e H. lucorum, enquanto os países asiáticos fornecem a espécie Achatina fulica. Os caracóis são fornecidos frescos, congelados ou enlatados. As espécies africanas representam cerca de um terço do preço das espécies europeias.

Tal passa-se principalmente porque a carne das espécies africanas, em comparação com a das espécies europeias, é considerada como sendo 74 A cultura de caracóis borrachosa e as conchas são menos adequadas para a apresentação do produto final. Os consumidores europeus normalmente preferem os caracóis servidos com ou na sua concha.

Esta página pertence a: Agrodok 47 A cultura de caracóis

quarta-feira, 30 de março de 2011

NEGÓCIO

                         NEGÓCIO DE CARACÓIS

A Passo de caracol
Os caracóis são uma excelente fonte de rendimentos. Este mercado movimenta milhões de euros, mas no entanto este tipo de negócio ainda anda muito devagar em Portugal.

A criação de caracóis têm alimentado muitos empresários estrangeiros sobretudo os criadores em “MARROCOS”, que são dos principais fornecedores para o mercado português.

Por incrível que pareça, Portugal é um país de grandes apreciadores, embora se produzam aqui em terras lusas umas boas toneladas, não se consegue abastecer o mercado interno. Como consequência Portugal importa toneladas de caracóis de Marrocos e consome muitos desses gastrópodes sem conhecer a origem da criação.

Não podemos esquecer que os terrenos agrícolas estão infestados de produtos tóxicos, por esta e outras questões sanitárias e legislativas, Portugal deve expandir a sua produção em terreno nacional e fomentar a (helicicultura) de forma a proteger este grande recurso económico que é o caracol.

A cultura de caracóis (helicicultura) está a desenvolver-se e a ganhar cada vez mais adeptos em Portugal, mas ainda vai a passo de caracol, comparada aos nossos vizinhos, Espanha, Itália e França.

No mercado interno, o caracol pequeno é vendido ao pequeno comerciante pelo valor de 2,00 euros o quilo e em grandes quantidades comprados nos marroquinos pelo valor de 0,80 cêntimos o quilo.

No mercado hoteleiro, bares e restaurantes, esses pequenos moluscos são vendidos ao preço do camarão pequeno e as caracoletas ao preço do camarão médio.

Calcula-se que são consumidos cerca de mais de 50.000 mil toneladas de caracóis no país. A verdade é que os milhares de produtores que Portugal têm não são suficientes para abastecer todo o mercado, mas também não interessa chamar muita atenção, pois os lucros dos grandes criadores são de milhões de euros.

Os caracóis têm uma esperança de vida curta (pouco mais de um ano), são hermafroditas e são «lentos» a acasalar, o que acontece só nos meses de Novembro a Março. Estes “bichinhos” podem pôr 80 ovos por cada postura e a fase de gestação demora apenas um mês.

Muitos milhares de avelins (caracóis acabados de eclodir), são vendidos a criadores. Uma encomenda de mil caracóis bebés (0,032 gramas cada um) pode chegar a custar doze euros.
No entanto, a maioria dos caracóis bebés acabam por ser criados na exploração (viveiros), para o consumo alimentar, em petiscos. Entre cinco a seis meses, são considerados caracóis adultos, estando em condições de ir parar ao prato do consumidor, principalmente nas explanadas dos cafés no verão.

terça-feira, 29 de março de 2011

Predadores de caracóis

                                                                                     Imagem de: curiosidadeanimal



Predadores de caracóis
Os principais predadores de caracóis são:
Ratos, ratazanas e musaranhos, rãs, sapos, tordos, corvos e aves domésticas, como sejam patos, galinhas, perus, lagartos e cobras, algumas espécies de formigas besouros drilídeos e carabídeos e centopeias. 

Observação: Os ratos são dos predadores mais vorazes e podem dizimar uma criação de caracóis em poucos dias.

Os sapos e rãs podem comer os caracóis jovens, enquanto os répteis comem tantos os ovos como os caracóis, qualquer que seja a sua fase de desenvolvimento. 
Em lugares com uma elevada predação de aves, é necessário colocar-se redes para cobrir e cercar os viveiros.

As vedações devem ter uma altura entre 15 e 30 cm no mínimo e estar bem escavadas no solo. Também é recomendável colocar iscos ou armadilhas fora da área de criação dos caracóis, caso se justifique.

Os restos de comida de criação podem atrair certos predadores e gerar doenças caso esteja há muito tempo.

Tudo Rondônia 2011 / Governo se contamina com caramujos

Notícia divertida.
O Governo de Rondônia está contaminado com a doença do caramujo africano. A doença é grave, chama-se “lerdeza”, e põe em risco todos os órgãos vitais da máquina administrativa. Especialistas buscam a cura para o mal. Segundo o diagnóstico, a cabeça funciona bem e o pulso ainda pulsa, mas o Estado está debilitado, sem anticorpos, anémico e cheio de parasitas.