segunda-feira, 20 de junho de 2011

Toxoplasmose, grávidas e caracóis

Há muitas dúvidas de mulheres grávidas em relação ao consumo de caracóis.
Poder comer ou não caracóis?

Para já adianto que eu não sou médico, mas consultei várias mulheres sobre este assunto e elas mostram-se divididas.
Uma parte delas, respondem que não sabe se podem ou não comer caracóis, outras dizem que sim desde que o caracol seja bem cozinhado.

Segundo informações:
Os caracóis não devem fazer mal se forem bem cozinhadoa
De acordo com informações, a toxoplasmose é transmitida através da carne crua, legumes, verduras e fruta mal lavadas pois está na terra e daí que tudo o que está na terra constitui um risco.

Podemos dizer que o caracol já é visto há muito tempo como "marisco" e também é cozinhado de igual modo.
Há grávidas que durante a gravidez não comem mariscos e no entanto o marisco é cozinhado.

Existem muitas pessoas que não tém defesas contra a toxoplasmose e durante a gravidez pode colocar em risco a pequena criança que há de vir.

Mas, há mulheres que apesar de não serem imunes continuam a fazerem as suas vidas de forma normal, como.

Mexer em gatos e cães. 
Elas limitam-se a lavarem muito bem os legumes e as frutas, se forem comidos crus.

Imagem de: Toxoplasmose
Os enchidos e presuntos há quem evite, ou então congela e depois descongela e aí o bicho morre tal como quando é cozinhado, segundo a opinião de algumas mulheres.

Se mexeres na terra lava bem as mãos pois podem ter passado animais pela terra e esta pode conter residuos de xixi e cloriformes fecais além de pelos.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Curiosidades e respostas


Ultimamente tenho recebido por email, diversos tipos de perguntas, na maioria feita poir pessoas desempregadas e que procuram respostas para a helicicultura e para a agricultura.



Na agricultura, as pessoas querem o afastamento das lesmas e dos caracóis.

Aqui, como meio mais ecológico para o afastamento de pragas é utilizado, borras de café em volta de cada planta. Solução fácil e barata. É só pedir ao café "vizinho" as borras do fim do dia.



Outra solução usada é a areia em volta das plantas, o caracol têm dificuldade em andar em cima dos grãos desta, já que ele desliza em cima de uma enzima produzida por ele.



É comum também o uso das cinzas do churrasco, porém deve-se ter atenção a gordura e o sal que prejudicam as plantas.



A cerveja também é usada como armadilha para as pragas, no caso caracóis e lesmas que se sentem atraidos e acabam afogadas nos recipientes e pratos que contêm a cerveja.

Geralmente, põe-se um pequeno vaso em cima de um prato com a cerveja, ou faz-se um pequeno fosso em volta da planta que se pretende proteger, com o fundo em plástico para o liquido não ser absorvido pela terra.



Há quem utilize, iscas granuladas pra lesmas, caracóis e caramujos , dá um ótimo resultado e é bem mais prático , apenas não pode ser molhada , pois perdem o efeito, para quem procura meios ecológicos, este é dispensado.



Quanto aos insectos nas árvores de fruto: Uma solução ecológica é: Pendurar garrafas (PET) de um litro e meio de água mineral, onde um ou dois frutos triturados e misturados com uma boa quantidade de água e açucar, poder ser até 300 gramas de açucar.

Este modo de protecção só serve para o fruto da árvore que se queira proteger.



A garrafa deve ser cortada e retirada uma parte do plástico, como se fossem uma janela para que os insectos possam entrar.

Veja o exemplo do Globo Rural. Existem muitas soluções liquidas e de misturas, mas prefiro o açucar misturado com o fruto da árvore a defender.


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Respondendo perguntas

Olá Amigo:
Quando este blog nasceu, os caracóis não estavam tão explorado, mas nestes ultimos dois anos devido ao desemprego e devido ao facto de haverem pessoas com muitos hectares de terra, muitas pessoas abraçaram este projecto.


Havia fundos antes da crise, mas foram suspensos.
O meu negócio não são a criação de caracóis, tive que pesquizar e criar uma empresa fitícia para defender uma "tese", mas o meu desenvolvimento do "NEGÓCIO DE CARACÓIS" foi na realidade criar um pequeno mercado paralelo.

Durante o meu Curso de Marketing, construi um viveiro de caracóis com ym amigo no qual os observei e os criei. (cuidava e criava)

O meu negócio foi criar de forma mais barata possivel, através de reciclagem de materiais apanhados nas ruas tais como: Plásticos, paletes, madeiras, peneus, telhas e outros materiais. Foi apanhar restos de vegetais nas feiras e hipermercados para a cultura dos caracóis.

Posso dizer que foi um sucesso, pois esses frágeis "bichinhos" são mais resistentes do que pensamos.

A idéia de realização do dinheiro pelo meu trabalho, na verdade foi vender o meu produto aos cafés locais que me pagam sem perguntas e sem burocracias e facturas a quantia de 2,00 a 2,50 euros o caracol pequeno e 3,50 a 4,00 eurpos a caracoleta.

Evitei assim grandes investimentos e fui buscar algum dinheiro para o meu dia-a-dia. (neste momento devido ao apoio à minha família e aos meus estudos) tenho estado parado. Mas, no futuro pretendo recomeçar, mais sem grandes investimentos, pode-se dizer que quero uma cultura de subsistência, tirando dali um rendimento extra.

Para defender a minha tese, tive que além de construir 2 blogues para a comunicação, tive também que construir o viveiro num barracão emprestado.
Os blogues são:


http://negociosdecaracois.blogspot.com/
e
http://projectocaracol.blogspot.com/
Para quem quer investir nesta área têm que adquirir conhecimentos e conquistar mercado ou então ir devagar sem muito investimento, primeiro conquistando os cafés e restaurantes locais e pouco a pouco ir avançando.

Espero que esta conversa tenha sido de utilidade para ti. Boa sorte e bom fim de semana
.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Alterar memórias através de proteina de caracóis marinhos

Cientistas do UCLA, nos EUA, acabam de descobrir uma proteína que, ao ser desactivada, tem a capacidade de enfraquecer memórias. O estudo foi publicado na revista científica Journal of Neuroscience.


No futuro, “acho que vamos ser capazes de alterar as memórias para reduzir o trauma nos nossos cérebros”, afirmou o investigador principal, David Glanzman, professor de biologia integrativa e fisiologia e de neurobiologia no UCLA.



David Glanzman e colegas explicam que através da proteína quinase eliminaram, ou que pelo menos enfraqueceram substancialmente, as memórias de longo prazo num caracol marinho chamado Aplysia.
 
Veja a notícia completa em: cienciahoje

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Festa da Pinha

Festa da Pinha
Às centenas, metem--se à estrada e lá vão pelo Coiro da Burra, por Santa Bárbara de Nexe até ao Ludo. O almoço é um grande piquenique debaixo do pinhal, com música, caracóis, muitos petiscos e algumas bebidas. Os mais jovens ainda fazem uns exercícios corpo a corpo (abarcas), outros tentam a sesta, até que no final da tarde toca a regressar.

sábado, 30 de abril de 2011

Caracóis Slow food Algarve

Caracóis (mas não só) na ementa do piquenique “slow food”

30-04-2011 9:11:00

É o primeiro evento do movimento “Slow food Algarve”, quer combinar o prazer de comer com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta. Confira a ementa e o local.

Criado em Abril 2011, o Slow Food Algarve organiza o seu primeiro evento este domingo, primeiro de Maio, com o tradicional piquenique de caracóis, a partir das 16h30, na Fundação Manuel Viegas Guerreiro em Querença (Loulé).

Aos que queiram participar basta levar prato, talher, copo e manta porque os petiscos serão fornecidos no local.

Proteína combate trauma


Cientistas descobriram uma maneira de apagar lembranças de traumas da mente inibindo a ação de uma proteína chamada de PKM. O estudo, publicado no Journal of Neuroscience, pode beneficiar pessoas que sofreram traumas de guerra, que foram vítimas de violência ou que apresentam transtorno de estresse pós-traumático. As informações são do site do jornal Daily Mail.




Segundo David Glanzman, chefe da pesquisa e professor da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, com a descoberta será possível alterar a memória para reduzir o trauma. "Não é num futuro imediato, mas acredito que seremos capazes de identificar a memória de uma experiência traumática e tentar amenizá-la no cérebro", disse.



Glanzman e sua equipe relataram ter eliminado, ou pelo menos enfraquecido substancialmente, a memória de longo prazo em caracóis marinhos, conhecidos como Aplysia. Os pesquisadores estudaram a proteína no caracol, que apresenta um sistema nervoso simples, para que pudessem entender como a atividade PKM mantém uma memória de longo prazo.



Eles analisaram um tipo simples de memória, chamada de sensibilização. "Se moluscos marinhos são atacados por um predador, o ataque aumenta sua sensibilidade aos estímulos do ambiente, é uma forma fundamental de aprendizagem que é necessária para a sobrevivência", disse Glanzman.



Os cientistas removeram os neurônios-chave do sistema nervoso do caracol e os colocaram em uma placa de Petri, para recriar os dois neurônios do "circuito" que produz o reflexo. Eles conseguiram apagar uma memória de longo prazo, tanto no caracol quanto nos neurônios em laboratório. De acordo com os pesquisadores, a descoberta é o primeiro passo para impedir a formação de uma memória traumática específica.

Notícia tirada do site: noticias.terra