quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mercearias ainda resistem

                                                                                Imagem de: impostor
O Mirante esta semana traz uma notícia muito interessante, que envolve o comércio tradicional.

Sociedade


Hipermercados não têm o rol de antigamente mas aceitam cartões de crédito

Pequenas mercearias têm a concorrência das grandes superfícies até para vender fiado

Subsistem por teimosia dos proprietários que se recusam a fechar portas. O principal problema das pequenas mercearias não é a crise, mas a concorrência desleal das grandes superfícies que são concorrentes dos pequenos espaços tradicionais até para vender a fiado. Nos hipermercados não existe o tradicional rol onde se registava o que vendia a crédito mas os cartões de crédito servem o mesmo propósito.

Voltei!!!

Estou de volta, mas com pouca vontade de trabalhar no computador.
Após as férias, devo dizer que só comi caracóis 2 vezes e pretendo comer mais 1 prelo menos, antes que se vá embora o bom tempo (rizos).

Na Nazaré paguei por um pratinho 3,50 euros, o que foi muito caro, acompanhado com pão regional e vinho, mais os sumos e outro petisco para as crianças, confesso que no final fiquei de boca aberta com a conta, mas valeu pelo momento e pela companhia adoravel da minha mulher.

 Imagem de quem-paga-conta


Se, procuram matar a fome numa casa de petiscos na Nazaré, devo dizer que fazem muito mau negócio é peferivel almoçar ou jantar, pois os preços acabam por ficarem bem mais caro e no fim vem a insatisfação.

Também recomendo sempre que olhem a conta, pois os empregados das casas de hotelaria tem o hábito cada vez mais de colocar entradas que não consumimos na nossa conta.
Nas férias e junto ao litoral é uma doença e se o cliente for estrangeiro a exploração é pior.

Um prato aceitavel de caracóis na Nazaré estava a sair por 5,00 euros, este caracol era pequeno e riscado.

Agora de volta a Santarém, os cafés mais badalados como o CANELAS, no que diz respeitio aos caracóis, continua a ser a coqueluche da procura, o Patrick não têm um minuto de descanso e já emagreceu muito este verão, este simpático rapaz faz uns bons kilómetros todos os dias levando pão, minis e muitos pratinhos de caracóis, mesa a mesa.

Saúde é o que desejo para ele e para todos os consumidores desses magnificos rastejantes.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Conexão Portugal: Caracóis. Você tem coragem?

Conexão Portugal: Caracóis. Você tem coragem?: O mês de agosto é o auge do verão em Portugal, todo mundo aproveita para desfrutar os longos dias em uma agradável esplanada. De preferência...


Caracóis originários de:



Apesar do consumo em grande escala, ainda há poucos produtores em Portugal, o que faz que o seu pratinho de caracol seja geralmente oriundo do Marrocos, da Hungria e da Turquia. Já a Itália e a França produzem há mais de três décadas. Sem contar que existem registros que o caracol é consumido pelo ser humano desde a época do Paleolítico.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Caracóis e o Verão

Imagem de: MariaJoãoCorreia


Começou o verão, o calor já começa a apertar, a função pública já começou a receber os subsídios de férias.


Agora as pessoas começam a activar os seus cartões de créditos para a grande corrida as férias. A maioria prefere as praias, outros os campos e os mais endividados ficarão em casa e procurarão outro tipo de entretenimento.


Uma coisa é certa, a maioria destas pessoas tem em comum é o consumo de mariscos e caracóis, seja em Portugal, Espanha, Itália, França e em vários países da Europa.

Já começa a chegar o mês de Julho, dentro das estufas respira-se uma Primavera delicada. O sistema de rega acabou de lançar água sobre os canteiros onde milhares de caracóis estão a sair para se alimentarem.

Existe muita humidade no ar, os trevos e couves e diversos tipos de vegetais verdes foram plantados por mãos humana e em condições ideais. Agora servirão de alimentos para estes gastrópodes famintos, juntamente com as rações.


O mercado do verão aguarda ansiosamente estes caracóis e caracoletas, que ajudarão os adeptos a beberem milhares ou milhões de litros de cervejas. Já se houve anunciar nas esplanadas dos subúrbios que este fim-de-semana há caracoladas. Já há marcações para comer caracóis na Dª Ana, no café do Canelas e nas esplanadas locais.


Os pedidos não param de chover. Para o helicicultor começa a época de ouro. Há que trabalhar duro nestes três meses de verão. As encomendas não param de chegar, os pedidos por telefone são constantes.


As toneladas de caracóis marroquinos já começam a chegar em Portugal para abastecerem o mercado Algarvio e as grandes cidades.
O objectivo é que alcance em breve a dimensão ideal para serem comercializados. Ou seja, consumidos, comidos e suficientes para abastecer o mercado nacional.


Aqui, através de um bom prato de caracóis podemos ouvir todo tipo de conversas, críticas e opiniões. Os caracóis acompanhados com uma boa “IMPERIAL” têm esse efeito nas pessoas.


Não importa nesta hora se são adeptos do Benfica, Sporting ou do Porto assumidos ou não. Que votou PSD e depois PS, ou vice-versa, é coisas que não têm importância. O caracol provoca reacções diversas nas pessoas.


Para alguns, eles não passam de lesmas com casca. Outros comparam o sabor ao das ostras, de quem, afinal, são parentes próximos. Em Portugal, comem-se essencialmente cozidos, como petisco ou feijoada de caracóis no restaurante.


O importante é aproveitarmos este verão e deixarmos a crise do lado de fora, afinal Portugal parece que nunca chegou a sair da crise.
Vai uma “mini”?

�Rei dos caracois� da tiro na cabeca

�Rei dos caracois� da tiro na cabeca
Curiosidades do passado.