Este blog é apenas o inicio de um projecto lucrativo que se desenvolverá e dará frutos utilizando entre outros conhecimentos, o Marketing.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Vai uma fatia?: Caracóis
Vai uma fatia?: Caracóis: Caracóis é uma cena que a mim não me assiste, citando o Hélio, fenómeno do Youtube deste verão... Mas é algo que assiste, e muito, ao meu me...
Caracóis é uma cena que a mim não me assiste, citando o Hélio, fenómeno do Youtube deste verão... Mas é algo que assiste, e muito, ao meu menino. Diz quem prova que são muito bons, o que faz parecer que o rapaz tenha mesmo jeito para a receita! (Aliás, cada vez que faz experimenta novos sabores).
Caracóis é uma cena que a mim não me assiste, citando o Hélio, fenómeno do Youtube deste verão... Mas é algo que assiste, e muito, ao meu menino. Diz quem prova que são muito bons, o que faz parecer que o rapaz tenha mesmo jeito para a receita! (Aliás, cada vez que faz experimenta novos sabores).
Caracóis?
Embora, os caracóis enojem muitas pessoas pelo seu aspecto de lesma e pelo seu líquido viscoso e deslizante, este molusco está cada vez mais na moda e muitas pessoas querem experimentar.
Neste mês de Agosto, um casal de americanos perguntou-me se em Setembro ainda haveria caracóis para comer, pois pretendiam trazer os sogros e experimentariam então esta iguaria em Portugal.
No Brasil passa a mesma coisa, existe muitas espécies de caracóis, mas a maior parte dos brasileiros vêem apenas estes bichinhos como pragas, mas já começam a interessar-se e a fazer perguntas.
Durante anos, no Brasil falava-se com um certo desprezo dos franceses por terem o hábito de comerem caracóis, no entanto a cozinha francesa ganhou projecção internacional e os seus pratos passaram a ser "CHIQUES" e caros.
Continuando com os caracóis, os gastrónomos salientam o seu valor alimentar, segundo eles, os caracóis tem as
mesmas calorias do peixe e só metade da gordura, mas sete vezes os sais
minerais e as redes de distribuição começam a colocar no mercado produtos
congelados prontos a cozinhar, no caso a carne de caracol.
Na indústria de cosméticos, encontra-se diversos produtos derivados do caracol, entre eles estão: cremes de rosto a champôs para o cabelo.
Baba de caracol
Creme Baba de Caracol
É para muitos a maior
revolução da indústria cosmética.
O creme de Baba de Caracol
não é igual aos cremes que estão no mercado.
Este molusco (caracol) é dotado,
segundo dizem, de impressionantes qualidades de regeneração da pele. A base do
creme de Baba de Caracol é apenas um único ingrediente, a proteína de caracol
(helix aspersa), que com as suas propriedades regeneradoras, permite a este
creme performances fantásticas. A proteína de caracol é uma secreção 100%
natural que apresenta propriedades de reparação de células e regeneração dos
processos de rejuvenescimento da pele humana.
A baba de caracol é obtida stressando
os animais - com calor. Colocados em cubas giratórias, os caracóis segregam
baba até praticamente à exaustão e aquela escorre para reservatórios onde é
depois purificada, num processo que pode ser comparado à pasteurização do leite.
É muito cara – segundo algumas
fontes de informação, pode atingir preços de mercado entre os 250 e os 450 euros
por litro, mas trata-se de uma das fontes mais pura de proteína.
Estudos das mais respeitadas
universidades, ditas por algumas indústrias de cosméticos, indicam que a proteína de caracol ajuda a
hidratar, melhoram a aparência da pele com sinais de envelhecimento, reduz
estrias e marcas, elimina celulite e quelóide, tornando a pele macia, sedosa e
jovem. A proteína de caracol (helix aspersa) estimula a formação de colagénio
(essencial para a regeneração de células), elastina (para a elasticidade da
pele) e componentes dérmicos que reparam o envelhecimento da pele.
Modo de Utilização
A maneira de aplicar o creme
é:
Fazer a Limpeza das zonas
onde vai aplicar o creme Baba de Caracol secando de seguida. Aplique o creme no
corpo com maior ênfase nas zonas afectadas, massajando suavemente até à sua
pronta absorção, ou seja desaparecimento. Aplique diariamente, durante, pelo
menos, 3 meses para sentir todos os efeitos desejados. A utilização contínua de
Baba de Caracol fará com que os efeitos se prolonguem, para que haja mais
hidratação e elasticidade das zonas afectadas por estrias e envelhecimento,
removendo assim células mortas e revitalizando a pele.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Caracoleta
A caracoleta é outra fonte de rendimento para as casas de petiscos.
Muitas pessoas não sabem a diferença entre caracóis e caracoletas, mas a verdade é que esta representa outro "NICHO" de mercado.
Os restaurantes pagam cerca de 6 euros por quilo ao produtor e quatro sem factura aos freelancers dos caracóis (atravessadores não legalizados), um restaurante vende uma dúzia que pesa cerca de 200gr. a 3,00 euros e se for uma casa mais fina, cerca de 5,00 euros.
Estas podem se confeccionadas de diversas maneiras. Podem ser fritas, grelhadas, guisadas, assadas no forno e de outras maneiras.
A manteiga e o alho são ingredientes fundamentais na maioria dessas receitas, sem esquecer o piri-piri que é muito importante para que o cliente consuma cada vez mais bebidas.
O segredo desta iguaria é justamente fomentar no cliente a vontade de consumir mais produtos e despertar a fome e a sede.
A maior procura é pelo caracol, mas o curioso é que muitos consumidores de caracóis não apreciam a caracoleta, devido ao seu tamanho.
Os entendidos na matéria explicam que o período de Maio a Agosto é o ideal para o consumo desta iguaria, pois é nesta altura que termina o ciclo de criação da espécie, pelo menos em Portugal.
Excesso de helicicultores
A criação de caracóis como oportunidade de negócio e o aparecimento em excesso de novos helicicultores e importadores, durou alguns anos.
Hoje existe muita oferta, há quem diga que já supera a procura e cria cada vez mais dificuldade neste mercado.
Os nossos vizinhos são grandes exportadores e competidores no que diz respeito ao preço. O que nos iguala aos Marroquinos e Espanhóis é o custo do transporte. o que torna o caracol nacional quase ao mesmo preço da concorrência.
A legislação continua sendo uma possibilidade de regulamentar o mercado e de impedir a entrada de novos concorrentes, obrigando esses a cumprirem regras e normas através de uma fiscalização mais apertada, sobretudo dos gastrópodes que vem de fora.
Estamos a falar de criação, importação e exportação, mas a outra vertente dos restaurantes e cafés, representam um excelente negócio e lucros fabulosos.
Os restaurantes que servem caracóis pedem cerca de 5,00 euros por um prato de caracóis que ronda as 200 gramas. Um saco de caracóis com cerca de cinco quilos custa cerca de 12,00 euros, não podemos esquecer que o grande negócio é o acompanhamento, cervejas e pão para molhar no molho, sem falar nos jarros de vinho e sangria, lá está, o caracol nunca se come sozinho.
Negócio? Para quem???
Tenho ouvido queixas de pessoas insatisfeitas. Segundo me contaram e me enviaram por escrito e também pode-se encontrar na "NET", queixas de insatisfação e frustação de novos helicultores.
Segundo eles: Sentem-se enganados.
Um deles diz que foi incentivado no negócio, comprou as crias e depois de desenvolver o negócio ninguém as compra e que os envolvidos no negócio só falam de lucros.
Isto quando começou era uma mina de ouro e para muitos são é claro que quando os "GRANDES" farejam dinheiro, entram com tudo no mercado, prejudicando os pequenos e os iniciantes no negócio.
O negócio é bom, mas quem está por baixo tem que começar suavemente e para isso é preciso conhecer o mercado, o preço e fazer "NICHOS" de mercado.
O objectivo é crescer gradualmente e alargar aos poucos o circulo de actuação.
O sonho de que a criação de caracóis era uma excelente oportunidade de negócio, assim uma espécie de "jubileu dourado" que se podia ter como segunda ocupação, durou alguns anos e quem embarcou nele não se arrependeu.
Começar pelos vizinhos é uma boa pespectiva.
No ano passado, nesta mesma data, o kg. do caracol pequeno estava a 1,99 euros num hipermercado de Santarém, este ano o kg. do mesmo gastrópode foi vendido a 2,90 euros.
Não se consegue entrar numa briga de gigantes, mas com pouco investimento pode-se roubar muita clientela a esses lideres de mercado, inclusive fugir ao fisco.
É bom ter formação, mas temos que ter atenção se nós pequenos investidores não estaremos a engordar grandes empresas que nos prometem um negócio de futuro que na verdade só eles ganham.
O caso dos diversos cursos que as empresas de formação vendem, são uma "treta", o único a ganhar com os cursos são os empresários e formadores, porquê quando o formando chegar ao final e conseguir o canudo, descobrirá que não há mercado de trabalho.
O caso da formação de formadores, somente os Licenciados e Doutorados é que conseguem dar aulas, os com o 12º ano ficam com o curso na gaveta, mas investiram tempo e dinheiro. Só a cunha ajuda nesse caso.
Quando as empresas, publicitam muito as formações numa área de sucesso, as vezes o nicho verdadeiro alcançado pela empresa é a formação e não a produção de produtos. Na verdade isto é Marketing, vende-se a idéia que muitas vezes não corresponde as expectativas.
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