BoaBaiEla: Lesmas e caracóis: Em tempos que já lá vão, Quando o home' era macaco, Guardavam em casa própria As lesmas o corpo fraco. Por seu turno, os caracóis Andavam d...
Este blog é apenas o inicio de um projecto lucrativo que se desenvolverá e dará frutos utilizando entre outros conhecimentos, o Marketing.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Particularidade…Chão dos Caramujos
A Selvagem Grande, a Selvagem Pequena e o Ilhéu de Fora representam o que resta de picos vulcânicos submarinos.
Estas ilhas estão sujeitas a um clima do tipo subtropical marítimo. Tal como a Madeira, as Ilhas Selvagens estão sob a influência dos ventos dominantes que sopram de Nordeste, os ventos alísios, carregados de humidade, mas as baixas altitudes não favorecem a condensação e consequente precipitação, que é muito inferior à verificada na Ilha da Madeira. No entanto, no passado, estas Ilhas deverão ter tido um grau de humidade mais elevado do que o actual. Isto justificaria a presença de elevado número de conchas sub-fósseis de caracóis terrestres existentes no planalto da Selvagem Grande, mais propriamente no Chão dos Caramujos.
Para além da paisagem e todo o património natural, estas ilhas encerram um património geológico muito rico e de elevado interesse. É mais uma razão para tentar conhecer melhor esta Reserva que celebra 40 anos!
Este texto é apenas uma parte do original que se encontra em: Jornal da Madeira
A Selvagem Grande, a Selvagem Pequena e o Ilhéu de Fora representam o que resta de picos vulcânicos submarinos.
Estas ilhas estão sujeitas a um clima do tipo subtropical marítimo. Tal como a Madeira, as Ilhas Selvagens estão sob a influência dos ventos dominantes que sopram de Nordeste, os ventos alísios, carregados de humidade, mas as baixas altitudes não favorecem a condensação e consequente precipitação, que é muito inferior à verificada na Ilha da Madeira. No entanto, no passado, estas Ilhas deverão ter tido um grau de humidade mais elevado do que o actual. Isto justificaria a presença de elevado número de conchas sub-fósseis de caracóis terrestres existentes no planalto da Selvagem Grande, mais propriamente no Chão dos Caramujos.
Para além da paisagem e todo o património natural, estas ilhas encerram um património geológico muito rico e de elevado interesse. É mais uma razão para tentar conhecer melhor esta Reserva que celebra 40 anos!
Este texto é apenas uma parte do original que se encontra em: Jornal da Madeira
Castelo Branco: Caracóis chegam ao Valongo
Castelo Branco: Caracóis chegam ao Valongo
Dezasseis receitas de caracol estão à prova até dia 25 no bar da Associação do Valongo, em Castelo Branco. Na ementa desta iniciativa, promovida por Belmiro Domingos, haverá propostas mais tradicionais, como o caracol cozido, a caracoleta grelhada na chapa ou o escargot à francesa. Mas os apreciadores podem ainda provar feijoada de caracoleta, fondue de caracol ou omolete de caracol, entre outros pratos.
A feira do caracol estará aberta das 16 às 23 horas.
Dezasseis receitas de caracol estão à prova até dia 25 no bar da Associação do Valongo, em Castelo Branco. Na ementa desta iniciativa, promovida por Belmiro Domingos, haverá propostas mais tradicionais, como o caracol cozido, a caracoleta grelhada na chapa ou o escargot à francesa. Mas os apreciadores podem ainda provar feijoada de caracoleta, fondue de caracol ou omolete de caracol, entre outros pratos.
A feira do caracol estará aberta das 16 às 23 horas.
sábado, 3 de setembro de 2011
Os caracóis necessitam
Os caracóis necessitam de hidratos de carbono para a energia e proteína para o crescimento.
Adicionalmente necessitam de cálcio (Ca) para as suas conchas, assim como doutros minerais e vitaminas.
A carne de caracol tem um teor baixo de fibras cruas e de gordura; por esta razão estes componentes têm pouca importância na alimentação dos caracóis.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Duro de roer
A espécie de caracol terrestre Tornatellides boeningi sobrevive à passagem pelo tubo digestivo das aves que os caçam, de acordo com um estudo da Universidade de Tokohu, no Japão. Cerca de 15% dos indivíduos analisados sobreviveram à ingestão e digestão das suas presas, à semelhança do que acontece com uma espécie aquática de caracol, que é presa de um peixe de água doce.
Veja a notícia completa em: GREENSAVERS
Caracóis á portuguesa
Esta receita foi tirada do blog Papinha Doce
Ingredientes:
1 kg de caracóis
1 colh. sopa de azeite
2 folhas de louro
3 alhos esmagados com casca
2 colh. chá de oregãos
1 malagueta
1 cebola
sal q.b.
Preparação:
Começa-se por lavar os caracóis em várias águas até ao completo desaparecimento da baba. Colocam-se numa panela grande e cobrem-se com água.
Tapa-se a panela e leva-se ao lume, no minímo.
1 kg de caracóis
1 colh. sopa de azeite
2 folhas de louro
3 alhos esmagados com casca
2 colh. chá de oregãos
1 malagueta
1 cebola
sal q.b.
Preparação:
Começa-se por lavar os caracóis em várias águas até ao completo desaparecimento da baba. Colocam-se numa panela grande e cobrem-se com água.
Tapa-se a panela e leva-se ao lume, no minímo.
O aquecimento tem de ser lento para provocar
a saída dos «pauzinhos» dos caracóis.
Quando levantar fervura, junta-se o azeite, os orégãos, o louro, os alhos
inteiros, a cebola cortada em quartos, sal, e a malagueta.
Vai-se retirando a espuma que se forma à superfície, com a ajuda de uma escumadeira, e mantém-se a fervura sempre branda.
Conservam-se no líquido da cozedura até à altura de servir e servem-se quentes.
Vai-se retirando a espuma que se forma à superfície, com a ajuda de uma escumadeira, e mantém-se a fervura sempre branda.
Conservam-se no líquido da cozedura até à altura de servir e servem-se quentes.
Na Terra dos Bules que Babam: Caracóis. O petisco das tardes de verão.

Na Terra dos Bules que Babam: Caracóis. O petisco das tardes de verão.: No auge do verão, toda a gente aproveita para desfrutar os longos dias em uma agradável esplanada. De preferência, acompanhado por uma cerve...
Apesar do consumo em grande escala, ainda há poucos produtores em Portugal, o que faz que o seu pratinho de caracol seja geralmente oriundo do Marrocos, da Hungria e da Turquia. Já a Itália e a França produzem há mais de três décadas. Sem contar que existem registos que o caracol é consumido pelo ser humano desde a época do Paleolítico.
Apesar do consumo em grande escala, ainda há poucos produtores em Portugal, o que faz que o seu pratinho de caracol seja geralmente oriundo do Marrocos, da Hungria e da Turquia. Já a Itália e a França produzem há mais de três décadas. Sem contar que existem registos que o caracol é consumido pelo ser humano desde a época do Paleolítico.
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