quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Caramujo Africano em Rio Claro

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Notícia publicada em 12/11/2011 - 09:37 - Autor: Canal Rio Claro Imprimir Basta começarem as chuvas para os caramujos africanos aparecerem subindo por muros e paredes, infestando terrenos, devorando plantas, frutos e verduras, papel, tinta de parede, fezes de animais, até mesmo seus próprios ovos e filhotes. Para combater essa praga o Centro de Controle de Zoonoses da Fundação de Saúde de Rio Claro disponibiliza lugares onde a população deve descartar os bichos para que posteriormente sejam levados ao aterro sanitário.Ao se depararem com infestações de caramujos africanos, as pessoas logo pensam em venenos para controlá-los. Infelizmente, os caracóis e lesmas em geral são muito resistentes a venenos e os únicos produtos comerciais disponíveis que se mostraram um pouco eficientes (metaldeídos), demonstram elevada toxidade para os seres humanos e outros animais, de forma que a utilização do pesticida não é o método de controle atual mais indicado para estes moluscos.O controle do caramujo africano consiste na catação e destruição dos caramujos. Algumas iscas podem ser utilizadas para atrair o caramujo, como cascas de frutas e legumes, estopas embebidas em cerveja ou leite, assim como simples pedaços podres de madeiras que servem de abrigo aos caramujos. As iscas devem ser colocadas em locais úmidos e frescos, preferencialmente sobre a terra e protegidas da chuva e do sol. No entanto, é preciso verificá-las diariamente. Durante o manuseio do caramujo a pessoa não deve fumar, beber ou comer e nem mesmo tocar diretamente o animal.

Caramujos Africanos infestam o Campus da UFF em São Domingos | Jornal O Fluminense

Caramujos Africanos infestam o Campus da UFF em São Domingos Jornal O Fluminense
Moradores de São Domingos e alunos estão alarmados com a quantidade de caracóis que aparecem em seus quintais e no próprio campus do ValonguinhoMoradores de São Domingos e alunos da Universidade Federal Fluminense (UFF), estão alarmados com a quantidade de Caramujos Africanos que aparecem em seus quintais e no próprio campus do Valonguinho. Na Rua Andrade Neves, as casas, que têm os fundos voltados para a universidade, são ‘alvos’ constantes dos caracóis. Dentro da faculdade, os próprios alunos confirmam a presença constante dos animais.A moradora, Delta Teófilo, de 63 anos relata que já gastou 50kg de sal para tentar conter o avanço das pragas.“Os caramujos entram pelo quintal. Eles descem os muros. Tento de toda maneira acabar com esses bichos. Já gastei 50kg de sal para desidrata-los. Só que, isso não basta. Não podemos nem ter plantas em casa”, lamenta a dona de casa.De acordo com a Prefeitura de Niterói a chegada do verão é a época mais propícia para a proliferação dos caramujos, pois com as chuvas, o terreno fica úmido, tornando mais fácil o surgimento dos caracóis.

Notícias interessantes

De acordo com a Wildlife Conservation Society (WCS), o Caracol Africano está colaborando contra a caça ilegal gorila em Cross River na Nigéria.
O WCS acaba de lançar um novo programa que além de promover a criação de caracóis, ajuda na geração de renda, fornecendo uma fonte alternativa de proteína animal para os moradores da região, contribuindo para eliminar a caça ilegal dos raros gorilas ameaçados da África. Os Caracóis Africanos nos dão o exemplo desde a Nigéria de como eles podem ser úteis.
Oito ex-caçadores tradicionais de quatro diferentes aldeias foram selecionados para participar da nova iniciativa. Com a ajuda do WCS, eles construíram criatórios para caracóis, cada um abastecido com 230 Caracóis Africanos. O valor nutritivo, associados aos baixos custos de manutenção, a sua excepcional rusticidade e prolificidade, tornaram esta espécie ideal para este experimento.
 
veja a notícia completa em:  Projeto caramujo africano

O caracol e a alimentação.

Relembrando postagens mais antigas.

- Á noite rega-se os campos e a humidade faz os animais sair do abrigo para se alimentarem, estes tornam-se mais activos em tempo húmido.

- Os caracóis são Vegetarianos, são animais essencialmente herbívoros, comendo basicamente verde, já na criação em viveiros eles são alimentados à base de ração, própria para o caracol.

- Os caracóis portugueses são maiores, mas são saborosos na confecção.

O que comem?
· Casca de ovo, calcário em pó
· Legumes folhosos – restos de alface, couves, trevos
· Frutas – casca de banana, melancia, maçã
· Tubérculo
· Pepinos
· Plantas e vegetais
· Húmus
· Ervas daninhas
· Beringelas
· Inhame
· Batata-doce
· Papel e papelão
· Farinhas (milho, trigo, aveia e soja)
Folhas: taro, cola, papaia, mandioca, ocra, beringela, loofa, centrosema, couve e alface. As folhas de papaieira (assim como a fruta e as cascas) aparecem em muitos ensaios como sendo comida boa para os caracóis.

Frutas: papaia, manga banana, beringela, palmeira de óleo e pepino.
As frutas geralmente são ricas em minerais e vitaminas e pobres em proteínas.

Tubérculos: taro, mandioca, inhame, batata-doce e plátano. Os tubérculos são uma boa fonte de hidratos de carbono, embora o seu teor de proteínas seja baixo (a mandioca deve ser do tipo de baixo teor cianídrico).

Flores: oprono (Mansonia altisima), odwuma (Musanga cecropoides) e de papaia.

Resíduos domésticos: cascas de frutas e de tubérculos, como sejam de banana, plátano, ananás, inhame e especialmente de papaia e restos de, por exemplo, arroz cozido, feijões, fufu e eko. Atenção: os resíduos domésticos não devem conter sal.

Na França o composto duma ração correntemente utilizada para as espécies de Helix contém cálcio, fósforo, cloreto de sódio e vitaminas A, B1, D, E e K. Este tipo de ração, formulada para satisfazer as necessidades nutricionais específicas dos caracóis, tem como efeito reduzir o período de crescimento. Rações formuladas para a espécie H. aspersa, reduzem, o período de crescimento desde a eclosão dos ovos até à colheita dos caracóis em 10 meses, passando de 27 para 17 meses (Muito rápido).


Sumário das recomendações sobre alimentação natural
Os caracóis podem alimentar-se de uma vasta gama de itens alimentares.

Procurar excedentes de legumes e de frutas deitados fora mas que ainda podem ser consumidos pelos caracóis é uma boa maneira de reduzir os custos de alimentação.

Deve-se evitar alimentação que contém folhas cerosas ou peludas. As folhas da papaieira, a fruta e as peles da fruta em muitos ensaios realizados revelaram ser alimentos excelentes para os caracóis.

Os alimentos devem conter um teor proteico de cerca de 20% de matéria seca da dieta, para um desenvolvimento óptimo. As folhas da papaieira, a fruta e a sua pele são uma boa fonte de proteína crua.
Para um bom crescimento e desenvolvimento da concha, deve-se acrescentar à comida fontes de cálcio em pó proveniente das cascas dos ovos, calcário, cinzas de madeira, conchas de ostras (esmagadas) ou de farinha de ossos a uma razão de cerca de 15 a 20% da matéria seca da dieta. O cálcio proveniente das conchas de ostra esmagadas é o melhor. Aumentar em mais de 20% o teor de cálcio na matéria seca da dieta resulta em conchas mais grossas, não tendo como resultado uma maior quantidade de carne de caracol. (Observação: 20% de Ca pode parecer uma grande quantidade, mas deve-se ter em mente que esta percentagem se aplica à matéria seca e os alimentos habituais dos caracóis são predominantemente compostos de água.)

Os caracóis necessitam de água! A maior parte desta é abastecida nos alimentos que eles consomem, mas deve-se fornecer-lhes água adicional nos seus recintos de crescimento/engorda: uma esponja embebida em água ou um pedacinho de algodão para os recém-nascidos e juvenis, ou em pratos rasos (pois doutra maneira os caracóis podem afogar-se) para os caracóis adultos e reprodutores.

Atenção aos alimentos que contenham temperos (azeite e vinagre) e sal.

Os caracóis precisão de Hidratos de Carbono para a energia e proteína para o crescimento.

Cálcio – para as conchas (sol importante)
As conchas dos caracóis são compostas de 97-98% de carbonato de cálcio, daí que necessitem de ter cálcio disponível, quer seja a partir do solo ou duma fonte externa (calcário em pó, cascas de ovos).

A maior parte da actividade dos caracóis, incluindo a sua alimentação, ocorre durante a noite e o pico da actividade ocorre 2 a 3 horas após o anoitecer. A temperatura mais fresca estimula a actividade e o orvalho nocturno ajuda o caracol a movimentar-se facilmente.

Os caracóis são vegetarianos e aceitam muitos tipos de comida.
O que os caracóis necessitam
Os caracóis necessitam de hidratos de carbono para a energia e proteína para o crescimento. Adicionalmente necessitam de cálcio (Ca) para as suas conchas, assim como doutros minerais e vitaminas. A carne de caracol tem um teor baixo de fibras cruas e de gordura; por esta razão estes componentes têm pouca importância na alimentação dos caracóis.

Acepipe – petisco, guloseima para o ser humano.
Dormência – O caracol recolhe todo o seu corpo dentro da sua concha, selando a abertura de entrada com uma camada branca, calcária para prevenir

Notícias de 2011

Em Espanha o “alvo” é o caracol-maçã (Pomacea insularum) - um dos maiores caracóis de água doce que ataca plantações de arroz -; na Alemanha, em Itália e/ou nos Países Baixos será o escaravelho asiático (Anoplophora glabripennis) e o escaravelho chinês (Anoplophora chinensis). Ambos os insectos atacam um grande conjunto de espécies de plantas lenhosas e encontram-se principalmente na Ásia. Além disso, serão disponibilizados fundos para o controlo do gorgulho vermelho da palmeira (Rynchophorus ferrugineus) em Chipre e Malta.

Veja notícia completa em: Ecosfera-Público
UE atribui seis milhões de euros ao combate à praga do pinheiro em Portugal
16.11.2011
PÚBLICO                   

Protecção dos caracóis elogiada pela UE - Notícias - Portal NetMadeira

Protecção dos caracóis elogiada pela UE - Notícias - Portal NetMadeira

Espécies ameaçadas na Europa

União Europeia alerta<br>
Declínio alarmante dos peixes de água doce, moluscos e plantas De acordo com novos trabalhos de investigação publicados hoje, o património natural da Europa regista um declínio preocupante. Uma parte considerável da fauna e flora autóctones da Europa foi examinada no âmbito da lista vermelha europeia, que faz parte da lista vermelha de espécies ameaçadas de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza, tendo-se concluído que grande parte dos moluscos, dos peixes de água doce e das plantas vasculares se encontra agora na categoria das espécies ameaçadas. Em contrapartida, numa nota positiva, algumas medidas têm favorecido a conservação dos caracóis de terra ameaçados na Região Autónoma da Madeira.
Veja mai9s em: Rostos.pt