terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Armadilha para caracóis

Armadilhas sem produto tóxico para erradicar uma infestação de lesmas e caracóis de um jardim. Sistema seguro, sem danificar o seu habitat, jardim ou a vida selvagem

Aplicar as armadilhas de lesmas e caracóis nos locais mais problemáticos




Instruções de uso:

Fazer um buraco do tamanho da base de armadilha.

Colocar as armadilhas de dois em dois metros nas áreas a serem tratadas.

Coloque a base armadilha no buraco de modo a que o aro está nivelado com o chão.

Fazer mistura mediante as instruções e encher até metade da armadilha.

Verifique periodicamente, apos armadilha estar cheia, lave bem e faça nova mistura.

Com cuidado, coloque a tampa sobre a base de armadilha.

Há pessoas que dizem que este tipo de armadilhas são mais eficientes com as lesmas e não com os caracóis.
Eu não experimentei, por isso não a minha opinião. Deixo aqui o endereço de onde foi tirado a imagem e de quem vende.
                          Clique na imagem:

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Notícias de 2011

ACONTECEU

Fome fustiga norte da província de Inhambane
População de Govuro vive de caracóis
Nova Mambone (Canalmoz) - Mais de duas mil pessoas, residentes no povoado de Nova Mambone, no distrito de Govuro, a norte da província de Inhambane, estão a passar um momento de fome complicado. Sobrevivem de proteína. Comem caracóis e amêijoas apanhados ao logo das margens do rio Save e nas águas salgadas da praia de Nova Mambone, respectivamente. É o que há, diz Domingos dos Santos.
Domingos Santos é o secretário do bairro Matanla, em Nova Mambone. “A situação é grave”, sublinha. “As chuvas são raras e os campos agrícolas estão secos”.
“A população apanha amêijoas nas margens do rio Save. O próprio rio de algum tempo para cá não tem água. O seu leito ficou reduzido a um fio de água devido a seca”.
Do outro lado do rio fica a província de Sofala. De Nova Mambone, para além do que consomem, as pessoas atravessam o rio para a Machanga e vão lá trocar caracóis com outros produtos alimentícios”.
O distrito da Machanga é o distrito a sul da província de Sofala.

Veja mais em: CANALMOZ

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Oferendas de 900 anos achadas no México - História Viva

Oferendas de 900 anos achadas no México Arqueólogos encontram esqueleto cercado de relíquias como conchas e objetos de cobre, fabricados entre os séculos XII e XIVpor Graziella BetingInah/Divulgação/Foto: Héctor MontañoArqueólogos trabalham na área em que os objetos foram achadosUma enorme quantidade de caracóis, conchas, um guizo e objetos de cobre de 900 anos. Esse foi o achado de um grupo de arqueólogos durante escavações no Cerro del Teúl, no México. Pela quantidade de peças encontradas, os pesquisadores supõem que se trata de uma oferenda a um personagem importante da sociedade pré-hispânica que ocupou o local entre os séculos XII e XIV.

[Setúbal na Rede] - Fitossanidade: UE aumenta auxílio no combate a organismos perigosos

[Setúbal na Rede] - Fitossanidade: UE aumenta auxílio no combate a organismos perigosos

Canal Europapor Europe Direct (Península de Setúbal)
Fitossanidade: UE aumenta auxílio no combate a organismos perigosos Portugal vai receber 10 milhões para combater o nemátodo da madeira do pinheiro - muito disseminado no Distrito de Setúbal.

A União Europeia afectou 19 milhões de euros para co-financiar programas destinados a combater organismos prejudiciais às plantas em sete Estados-Membros e a prevenir a sua propagação na União evitando, assim, consequências graves para o mercado interno.

No decorrer de uma reunião do Comité Fitossanitário Permanente (CFP), os Estados-Membros aprovaram duas propostas da Comissão que prevêem o co-financiamento (15 e 14 milhões de euros, respectivamente) de acções já empreendidas no passado ou cuja execução está prevista para o próximo ano.

"A importância da fitossanidade no nosso quotidiano é frequentemente subestimada. Tendo em conta as consequências potencialmente catastróficas para os nossos cidadãos – como na Irlanda no século XIX quando as batatas, que constituíam nessa altura o alimento de base da população, foram quase totalmente destruídas pela invasão de um fungo (míldio) proveniente da América Central – é essencial combater estes problemas na fase inicial», assinalou John Dalli, Comissário responsável pela Saúde e Política dos Consumidores, acrescentando «Considerando as actuais limitações orçamentais, o auxílio será centrado onde se revele ser mais necessário".

O caramujo africano

O caramujo africano.
O caramujo africano, cujo nome científico é Achatina fulica, uma espécie exótica invasora, é considerado uma das cem piores espécies da lista da União para Conservação da Natureza (UICN) e representa a segunda maior causa de perda de biodiversidade no planeta. Só perde para os desmatamentos. Além das doenças que pode transmitir, ele ataca, destrói plantações e compete com outros moluscos da fauna nativa, podendo levá-los à extinção.Podem viver mais de nove anos e, após a morte, a concha fica geralmente virada para cima, podendo ficar cheia de água da chuva e servir de criadouro para o Aedes aegypti e também outros mosquitos.Os caramujos em geral gostam de locais úmidos e sombreados, como cantos de muros e paredes onde não bate muita luz, lugares com acúmulo de galhos, restos de podas, folhas, madeiras, etc. Também são locais muito propícios aos caramujos os restos de construção, entulhos e, em especial, os tijolos furados.

Imagem de: Centro Recreativo Aquarius  veja mais  notícia em: CanalRioClaro

Caramujo Africano em Rio Claro

Rio Claro Guia Notícias lazer Cidade de Rio Claro Guia de Rio Claro
Notícia publicada em 12/11/2011 - 09:37 - Autor: Canal Rio Claro Imprimir Basta começarem as chuvas para os caramujos africanos aparecerem subindo por muros e paredes, infestando terrenos, devorando plantas, frutos e verduras, papel, tinta de parede, fezes de animais, até mesmo seus próprios ovos e filhotes. Para combater essa praga o Centro de Controle de Zoonoses da Fundação de Saúde de Rio Claro disponibiliza lugares onde a população deve descartar os bichos para que posteriormente sejam levados ao aterro sanitário.Ao se depararem com infestações de caramujos africanos, as pessoas logo pensam em venenos para controlá-los. Infelizmente, os caracóis e lesmas em geral são muito resistentes a venenos e os únicos produtos comerciais disponíveis que se mostraram um pouco eficientes (metaldeídos), demonstram elevada toxidade para os seres humanos e outros animais, de forma que a utilização do pesticida não é o método de controle atual mais indicado para estes moluscos.O controle do caramujo africano consiste na catação e destruição dos caramujos. Algumas iscas podem ser utilizadas para atrair o caramujo, como cascas de frutas e legumes, estopas embebidas em cerveja ou leite, assim como simples pedaços podres de madeiras que servem de abrigo aos caramujos. As iscas devem ser colocadas em locais úmidos e frescos, preferencialmente sobre a terra e protegidas da chuva e do sol. No entanto, é preciso verificá-las diariamente. Durante o manuseio do caramujo a pessoa não deve fumar, beber ou comer e nem mesmo tocar diretamente o animal.

Caramujos Africanos infestam o Campus da UFF em São Domingos | Jornal O Fluminense

Caramujos Africanos infestam o Campus da UFF em São Domingos Jornal O Fluminense
Moradores de São Domingos e alunos estão alarmados com a quantidade de caracóis que aparecem em seus quintais e no próprio campus do ValonguinhoMoradores de São Domingos e alunos da Universidade Federal Fluminense (UFF), estão alarmados com a quantidade de Caramujos Africanos que aparecem em seus quintais e no próprio campus do Valonguinho. Na Rua Andrade Neves, as casas, que têm os fundos voltados para a universidade, são ‘alvos’ constantes dos caracóis. Dentro da faculdade, os próprios alunos confirmam a presença constante dos animais.A moradora, Delta Teófilo, de 63 anos relata que já gastou 50kg de sal para tentar conter o avanço das pragas.“Os caramujos entram pelo quintal. Eles descem os muros. Tento de toda maneira acabar com esses bichos. Já gastei 50kg de sal para desidrata-los. Só que, isso não basta. Não podemos nem ter plantas em casa”, lamenta a dona de casa.De acordo com a Prefeitura de Niterói a chegada do verão é a época mais propícia para a proliferação dos caramujos, pois com as chuvas, o terreno fica úmido, tornando mais fácil o surgimento dos caracóis.