terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Terrário de caracóis

Fazer um terrário ou um viveiro para observar os caracóis.
Este terrário é muito bom para o desenvolvimento das crianças, assim como os caracóis. Nos EUA, há muitos trabalhos de observação da natureza, entre eles existem terrários de formigas, minhocas, bichos da madeira, aranhas e etc...
Terrário
Arranjar uma caixa se possível transparente. Cobrir o fundo da caixa com dois dedos de terra (terra de plantas). Num lado da caixa, colocar o alimento (legumes, verduras, cascas de cenoura, rodelas de pepino, outros) e um papel humedecido.
Num dos cantos opostos a alimentação do caracol, criar o refúgio obscurecido (escuro), formado por aglomerado de folhas secas mas húmidas, cascas de árvores ou até pequenas armações de papelão.
Observação: Ponha também um papel humedecido e mude-o semana a semana. A utilidade deste papel que pode ser um guardanapo é fazer parte da construção do refúgio. Entre outros materiais, o papel pode se misturar com as folhas secas ou cascas de árvore com o objectivo de dar consistência ao refúgio e manter a humidade.
Apanhar num dia húmido, uma caracoleta ou caracol grande, tendo em atenção o lugar e o ambiente onde este foi apanhado.
Após introduzi-lo neste pequeno viveiro, deve-se borrifa-lo com água de tempos a tempo, e também o seu novo habitat.
De 3 em 3 dias fazer a limpeza do terrário, removendo assim os excrementos do caracol e os restos de comidas.
De vez em quando, assim pelo amanhecer é bom deixar o sol incidir sobre o terrário, pelo menos durante uns 15 minutos, para que a concha tenha mais consistência.

Os caracóis

Falar de caracóis:
Divagando:
Os caracóis gostam pouco do sol, mas os seus raios de calor, emanado por esta estrela de 5ª grandeza é essencial para a consistência da sua casa (concha). A falta desta radiação, torna os caracóis mais moles e suas cascas mais frágeis.
Os caracóis gostam de dias húmidos e amenos, gostam também do crepúsculo e da noite. No escuro são menos visíveis pelos predadores e o seu corpo mole e carnudo necessita de humidade.
Para evitar a desidratação, o caracol tem o corpo envolvido por um muco, o mesmo muco libertado por este gastrópode, impede que o seu corpo toque na superfície por onde passa, assim como uma sola do sapato, permite que este deslize facilmente evitando ferimentos.
Os caracóis não ouvem e não têm a visão desenvolvida.
A sua concha em espiral abriga os órgãos, diminui o calor e é uma protecção contra a desidratação.
Em caso de perigo, o caracol recolhe o pé e a cabeça para dentro da concha, deixando na sua superfície o muco para afastar pequenos predadores.
O seu muco, também serve de reparador das fissuras sofridas pela sua concha.
O caracol, pode entrar em dormência. Para isso sela a abertura da concha com muco espesso podendo assim colar-se a uma superfície. É por isso que os encontramos agarrados aos troncos, folhas, ou muros.
Segundo alguns estudiosos e observadores, os caracóis mantêm o sítio onde ficam em dormência e é através do rasto mucoso que voltam a esse local.
Seus predadores são muitos: As lagartixas, aves, ratos e insectos são apenas alguns dos seus inimigos naturais, sendo o homem o principal desestabilizador do seu equilíbrio.

Armadilha para caracóis

Armadilhas sem produto tóxico para erradicar uma infestação de lesmas e caracóis de um jardim. Sistema seguro, sem danificar o seu habitat, jardim ou a vida selvagem

Aplicar as armadilhas de lesmas e caracóis nos locais mais problemáticos




Instruções de uso:

Fazer um buraco do tamanho da base de armadilha.

Colocar as armadilhas de dois em dois metros nas áreas a serem tratadas.

Coloque a base armadilha no buraco de modo a que o aro está nivelado com o chão.

Fazer mistura mediante as instruções e encher até metade da armadilha.

Verifique periodicamente, apos armadilha estar cheia, lave bem e faça nova mistura.

Com cuidado, coloque a tampa sobre a base de armadilha.

Há pessoas que dizem que este tipo de armadilhas são mais eficientes com as lesmas e não com os caracóis.
Eu não experimentei, por isso não a minha opinião. Deixo aqui o endereço de onde foi tirado a imagem e de quem vende.
                          Clique na imagem:

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Notícias de 2011

ACONTECEU

Fome fustiga norte da província de Inhambane
População de Govuro vive de caracóis
Nova Mambone (Canalmoz) - Mais de duas mil pessoas, residentes no povoado de Nova Mambone, no distrito de Govuro, a norte da província de Inhambane, estão a passar um momento de fome complicado. Sobrevivem de proteína. Comem caracóis e amêijoas apanhados ao logo das margens do rio Save e nas águas salgadas da praia de Nova Mambone, respectivamente. É o que há, diz Domingos dos Santos.
Domingos Santos é o secretário do bairro Matanla, em Nova Mambone. “A situação é grave”, sublinha. “As chuvas são raras e os campos agrícolas estão secos”.
“A população apanha amêijoas nas margens do rio Save. O próprio rio de algum tempo para cá não tem água. O seu leito ficou reduzido a um fio de água devido a seca”.
Do outro lado do rio fica a província de Sofala. De Nova Mambone, para além do que consomem, as pessoas atravessam o rio para a Machanga e vão lá trocar caracóis com outros produtos alimentícios”.
O distrito da Machanga é o distrito a sul da província de Sofala.

Veja mais em: CANALMOZ

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Oferendas de 900 anos achadas no México - História Viva

Oferendas de 900 anos achadas no México Arqueólogos encontram esqueleto cercado de relíquias como conchas e objetos de cobre, fabricados entre os séculos XII e XIVpor Graziella BetingInah/Divulgação/Foto: Héctor MontañoArqueólogos trabalham na área em que os objetos foram achadosUma enorme quantidade de caracóis, conchas, um guizo e objetos de cobre de 900 anos. Esse foi o achado de um grupo de arqueólogos durante escavações no Cerro del Teúl, no México. Pela quantidade de peças encontradas, os pesquisadores supõem que se trata de uma oferenda a um personagem importante da sociedade pré-hispânica que ocupou o local entre os séculos XII e XIV.

[Setúbal na Rede] - Fitossanidade: UE aumenta auxílio no combate a organismos perigosos

[Setúbal na Rede] - Fitossanidade: UE aumenta auxílio no combate a organismos perigosos

Canal Europapor Europe Direct (Península de Setúbal)
Fitossanidade: UE aumenta auxílio no combate a organismos perigosos Portugal vai receber 10 milhões para combater o nemátodo da madeira do pinheiro - muito disseminado no Distrito de Setúbal.

A União Europeia afectou 19 milhões de euros para co-financiar programas destinados a combater organismos prejudiciais às plantas em sete Estados-Membros e a prevenir a sua propagação na União evitando, assim, consequências graves para o mercado interno.

No decorrer de uma reunião do Comité Fitossanitário Permanente (CFP), os Estados-Membros aprovaram duas propostas da Comissão que prevêem o co-financiamento (15 e 14 milhões de euros, respectivamente) de acções já empreendidas no passado ou cuja execução está prevista para o próximo ano.

"A importância da fitossanidade no nosso quotidiano é frequentemente subestimada. Tendo em conta as consequências potencialmente catastróficas para os nossos cidadãos – como na Irlanda no século XIX quando as batatas, que constituíam nessa altura o alimento de base da população, foram quase totalmente destruídas pela invasão de um fungo (míldio) proveniente da América Central – é essencial combater estes problemas na fase inicial», assinalou John Dalli, Comissário responsável pela Saúde e Política dos Consumidores, acrescentando «Considerando as actuais limitações orçamentais, o auxílio será centrado onde se revele ser mais necessário".

O caramujo africano

O caramujo africano.
O caramujo africano, cujo nome científico é Achatina fulica, uma espécie exótica invasora, é considerado uma das cem piores espécies da lista da União para Conservação da Natureza (UICN) e representa a segunda maior causa de perda de biodiversidade no planeta. Só perde para os desmatamentos. Além das doenças que pode transmitir, ele ataca, destrói plantações e compete com outros moluscos da fauna nativa, podendo levá-los à extinção.Podem viver mais de nove anos e, após a morte, a concha fica geralmente virada para cima, podendo ficar cheia de água da chuva e servir de criadouro para o Aedes aegypti e também outros mosquitos.Os caramujos em geral gostam de locais úmidos e sombreados, como cantos de muros e paredes onde não bate muita luz, lugares com acúmulo de galhos, restos de podas, folhas, madeiras, etc. Também são locais muito propícios aos caramujos os restos de construção, entulhos e, em especial, os tijolos furados.

Imagem de: Centro Recreativo Aquarius  veja mais  notícia em: CanalRioClaro