sexta-feira, 25 de maio de 2012

Castro Marim: Três dias de animação com o Festival Internacional do Caracol

Castro Marim: Três dias de animação com o Festival Internacional do Caracol

Empada de caracol, cerveja e música de géneros variados são alguns dos ingredientes que vão apaladar o gosto e o apetite dos visitantes que, entre 1 e 3 de junho, se deslocarem ao Festival Internacional do Caracol em Castro Marim, no Revelim de Santo António.

Veja mais, no link oficial.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Acha que sabe fazer caracóis? (vídeo) | Ouvi Dizer

Acha que sabe fazer caracóis? (vídeo) | Ouvi Dizer
Cozinhar um gastrópode não é para todos, pelo menos para conseguir o toque que os torna num dos petiscos preferidos dos portugueses. Franceses e Marroquinos cozinham os caracóis de forma diferente. Saiba como. ...

Experimente você mesmo(a) a fazer os seus caracóis, pode optar pela receita convencional ou - se já for um(a) cozinheiro(a) experiente, tentar reproduzir a receita francesa de Ravioli de Caracol com suco de agrião e caviar de caracoleta.

Receita de caracóis à portuguesa:


 

Ingredientes:

- 2 kg de caracóis

- 80 g de alho

- 60 g de cebola

- 2 cubos de caldo de galinha

- 2 a quatro malaguetas (a gosto)

- Orégãos em rama
Preparação:

Lave bem os caracóis em água corrente antes de começarem a ser cozinhados. Certifique-se de que todos os animais estão vivos antes de os meter no tacho, retire as 'tampinhas' que fecham a casca, caso necessário.
Coloque- os num tacho largo e cubra-os com água até uma altura de dois dedos acima do nível dos caracóis. Deixe-os durante dez minutos até saírem todos da casca. Inicie a cozedura em lume brando, sem os temperos, que só deve adicionar depois de os caracóis terem morrido.
Após colocar todos os ingredientes, deixa-se cozinhar até levantar fervura. O molho só deve ferver durante três a quatro minutos. Os orégãos em rama são mergulhados durante a fervura e retirados mal se apaga o lume. Deve deixar os caracóis a repousar durante dez minutos antes de servir.

Veja o VÍDEO do EXPRESSO

�Caracolodromo� testou velocidades e deu recorde (COM VIDEO)

�Caracolodromo� testou velocidades e deu recorde (COM VIDEO)
A localidade de Torneira e Serrião, na Figueira da Foz, assiste todos os anos a uma das mais loucas corridas do mundo: o grande prémio de caracóis

Notícia de 2011 Brasil

Devido às reclamações sobre a infestação de caramujo em determinadas épocas na cidade, a vereadora Ana Paula Carnelossi (PT) estuda a saída para a cidade é erradicar o molusco. Segundo a parlamentar o caramujo africano é uma espécie considerada praga em diversos países no mundo, além de não encontrarem predadores naturais à sua altura e se multiplicam rapidamente, invadindo diversos tipos de ecossistemas brasileiros. “O caramujo africano realiza a autofecundação, basta apenas um individuou para que a praga se alastre, afinal são cerca de 400 ovos ano por caramujo”, analisa a vereadora. O molusco devora folhas, flores e frutos causando enorme estrago em plantas de importância agrícola, ornamental e ecológica, alimentando-se também de ovos e jovens caracóis de sua mesma especie, são bastante resistente a períodos de seca, além de ser bastante ativo no inverno. Diante dos inúmeros malefícios oferecidos aos moradores que sofrem com a praga Paula, através de requerimento, solicitou a Prefeitura que determine ao departamento competente, instituir o Programa de Erradicação do Caramujo Africano (achatina fulica). “Com o programa será trabalhada a conscientização da população, através de Campanhas publicitárias de caráter educativo, sobre os malefícios do caramujo africano, tanto para a saúde humana e animal para o meio ambiente e a economia, bem como sobre a necessidade de erradicá-lo do ecossistema da região”, explica.
Veja o original:

Política e Economia

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Caracóis Ciborgue - Scientific American Brasil

Caracóis Ciborgue - Scientific American Brasil

No terrário do laboratório de Evgeny Katz, repleto de plástico e musgo, existe mais ou menos uma dúzia de caracóis de jardim aparentemente normais. Mas, na verdade, eles têm um superpoder oculto: produzir eletricidade.

Dentro de cada um desses moluscos, Katz e sua equipe da Clarkson University, em Potsdam, Nova York, implantaram pequenas células de biocombustível que extraem energia elétrica da glicose e do oxigênio presentes em seus corpos. Alimentando-se principalmente de cenouras, os caracóis ciborgue vivem aproximadamente meio ano e produzem energia sempre que seus implantes de eletrodos são ligados a um circuito externo. “Os animais estão bem em forma – eles comem, bebem e rastejam. Nós fazemos o possível para mantê-los vivos e felizes”, explica Katz.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Caracóis e baratas robotizados

Caracóis e baratas eléctricos já existem. Ambos são incursões experimentais, ainda muito iniciais, de uma nova linha de pesquisa focada na criação de pequenos híbridos entre máquina e animal – auto-suficientes na geração de energia - como alternativa ao uso de pequenos robots.

Em vez de começar do zero e de ter que resolver todos os problemas de movimentação que assolam os criadores de robots, pesquisadores decidiram usar criaturas que já sabem o que fazer.
Tudo o que é preciso é «robotizar» esses seres, vestindo-os com a tecnologia certa para «escravizá-los», fazendo com que obedeçam a todos os comandos - em missões de busca e salvamento, para espiar ou atacar.
Um grande desafio na robotização de criaturas vivas é que, embora estas não venham com baterias, é necessário electricidade para alimentar os sensores e transmissores.

Ver mais em: Diário Digital