Este blog é apenas o inicio de um projecto lucrativo que se desenvolverá e dará frutos utilizando entre outros conhecimentos, o Marketing.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Caracóis na Bimby ou na panela.
Caracóis na Bimby ou na panela.
Confesso que sou uma pessoa tradicional e acho que as panelas ou taxos que atingem autas temperaturas roubam as proteinas e o sabor aos alimentos. Existem pratos e petiscos que o sabor é ganho com o tempo de cozedura, normalmente em lume baixo, apurando assim o sabor.
Mas, também concordo que o tempo é cada vez mais curto e a vida é mais exigente no que toca as coisas práticas e rápidas.
Infelizmente está se perdendo o convívio familiar em volta da mesa, as famílias já não conversam, limitam-se a cada um ir para o seu lado ou ouvir a televisão.
Enfim tempos modernos.
Esta receita é fácil.
Tempo de preparação: 50m para ambos
Ingredientes para ambos:
1 a 2 Kg. Caracóis,
3 dentes de alho,
1 cubo knorr,
2 folhas de louro,
sal e um fio de azeite,
oregaos
água para cobrir os caracóis
No fim, pode por um pouco de piri-piri se assim o desejar.
E para se fazer na Bimby é desta forma, na Panela podem ver mais em baixo:
Preparação na Bimby:
Colocar a borboleta na bimby, deitar os caracois dentro e programar em cada 5m uma temperatura diferente (para eles sairem a medida que aquece) ou seja começa nos 37º e vai até aos 100º, velocidade inversa, este processo dura 40m, depois colocar os restantes ingredientes (so se deve por nesta altura, porquê senão os corninhos nao saem), não esquecer de ir retirando a espuma que vai fazendo, com a espumadeira.
Para se fazer na Panela:
Colocar os caracois cobertos de agua em lume no minimo e quando estiverem todos de fora e se vir que já estão mortos, colocar todos os ingredientes que faltam e aumentar o lume e ir retirando a espuma que faz.
E para se fazer na Bimby é desta forma, na Panela podem ver mais em baixo:
Preparação na Bimby:
Colocar a borboleta na bimby, deitar os caracois dentro e programar em cada 5m uma temperatura diferente (para eles sairem a medida que aquece) ou seja começa nos 37º e vai até aos 100º, velocidade inversa, este processo dura 40m, depois colocar os restantes ingredientes (so se deve por nesta altura, porquê senão os corninhos nao saem), não esquecer de ir retirando a espuma que vai fazendo, com a espumadeira.
Para se fazer na Panela:
Colocar os caracois cobertos de agua em lume no minimo e quando estiverem todos de fora e se vir que já estão mortos, colocar todos os ingredientes que faltam e aumentar o lume e ir retirando a espuma que faz.
Aqui na panela, ou tacho é mais fácil acompanhar a evolução da cozedura e retificar os tempêros.
Caracóis gourmet
Os caracóis são um verdadeiro petisco, mas também são um produto gourmet, apreciados por gente fina e bem pago nos restaurantes de elite, principalmente nos restaurantes franceses onde há talher e ferramentas próprias para degustar os caracóis e caracoletas.
O caviar que se faz com os ovos dos caracóis é conhecido por muitos como "ouro branco" e umas gramas pode atingir valores extraordinários, este produto tém um mercado especifico assim como o caviar de "Estrujão".
Na Idade Média, os caracóis tinham largo consumo – assados, fritos ou cozidos -, mas não se sabe se as qualidades afrodisíacas do bicho estavam entre as causas da preferência.
Não se sabe se as potêncialidades afrodisiácas são verdadeiras ou são mitos, mas a verdade é que houve sempre quem acreditasse e consumisse para este efeito.
Uma coisa é certa, os povos antigos, não os lavavam como fazem a nossa actual sociedade, por isso não saberemos ou conheceremos a potencialidade da baba deste bichinho e os seus efeitos no nosso corpo.
Também Leonardo da Vinci (1452-1519), que foi pintor, escultor, arquitecto e mestre de banquetes nas cozinhas de Ludovico Sforza, e é considerado uma das figuras mais fascinantes da História, prestou atenção aos caracóis, como não podia deixar de ser num homem que tanto se interessou pela culinária, habituado desde criança ao ambiente das cozinhas.
De iguaria típica popular até refeições de maior requinte, o caracol é apreciado em muitos países e a tendência é para que cada vez mais se adapte à evolução da culinária. Numa esplanada portuguesa, ou num restaurante de requinte algures em Paris, o sabor dos caracóis surpreende quem os aprecia, pois este depende da criatividade e do conhecimento de quem os prepara e confecciona.
A grande procura deste "bichinho" está mudando hábitos e alterando a gastrononia de alguns países. Com á críse Mundial é necessário investir e arriscar em novos produtos e por isso está cada vez mais implantada a "Helicicultura" e o Marketing faz o resto, criando novas tendências e mudanças de hábitos.
Em Portugal, uma Feijoada de Caracóis ou Guisados com batatas caiem sempre bem, há também receitas para todos os gostos, como por exemplo uma omelete de caracóis, mas é como petisco que mais se destacam e que todos os anos toneladas de caracóis são consumidos em todo o país.
Se ainda não provaram, pode ser que mudem de idéias.
Uma boa tachada de Caracóis à Portuguesa em sua casa, ou alguns pires numa tasca tipicamente portuguesa, ao ar-livre, saboreie-os como lhe aprouver. Acompanhados de uma cerveja fresquinha compõem o ramalhete de um fim de tarde descontraído e com um descontraído espirito bem português.
Saúde.
Coisas sobre confecção de caracóis
Quem gosta e aprecia caracóis deve seguir alguns passos antes de os colocar à mesa.
Quando se compram ou se apanham os caracóis vivos, há necessidade de fazer com que os mesmos libertem tudo o que têm no intestino, para tal deverá deixá-los 10 dias em jejum para que libertem tudo o que ingeriram antes.
Este processo é moroso, poucas pessoas usam este meio de espera.
Outros preferem processos mais rápidos como:
Pondo-os num recipiente grande com agua e vinagre e mexer. Segundo algumas pessoas, ao fim de 10 minutos toda a sujidade terá desaparecido.
Os caracois maiores, podem ser retirados das cascas em cru, temperados de sal, alho e um pouco de sumo de limão e fritam-se em azeite.
Em tempos de 'vacas magras' (por isso tinham mais consumo na idade média), substituíam a carne, sendo cozinhados como a carne de vaca, por exemplo. Guisados com arroz ou batatas, cenouras e feijão verde.
Em tempos de 'vacas magras' (por isso tinham mais consumo na idade média), substituíam a carne, sendo cozinhados como a carne de vaca, por exemplo. Guisados com arroz ou batatas, cenouras e feijão verde.
Há quem os faça fritos em azeite.
Existem várias técnicas utilizadas pelos cozinheiros deste petisco e a forma de limpeza também é diferente
No Brasil, a confecção em algumas regiões é assim:
Caracóis engordados em leite
1. Limpar bem os caracóis, retirando-lhes a película da casca, para lhes facilitar a saída, lavando-os até que a água fique completamente limpa, pode usar uma pequena escovinha de dentes bem macia...ajuda no processo...
2. Colocá-los então num recipiente com leite e sal durante um dia, e apenas com leite nos dias seguintes, tendo o cuidado de ir limpando os excrementos de hora a hora.
3. Quando os caracóis estiverem já bastante gordos, de modo a não conseguirem entrar na concha, cozem-se em água ou fritam-se em azeite, acrescentando-lhe «garum» com vinho.
1. Limpar bem os caracóis, retirando-lhes a película da casca, para lhes facilitar a saída, lavando-os até que a água fique completamente limpa, pode usar uma pequena escovinha de dentes bem macia...ajuda no processo...
2. Colocá-los então num recipiente com leite e sal durante um dia, e apenas com leite nos dias seguintes, tendo o cuidado de ir limpando os excrementos de hora a hora.
3. Quando os caracóis estiverem já bastante gordos, de modo a não conseguirem entrar na concha, cozem-se em água ou fritam-se em azeite, acrescentando-lhe «garum» com vinho.
Aqui em Portugal, após alguns dias de espera que podem andar entre os 5 a 10 dias, a água é mudada, de preferência muda-se o recipiente e põe miolo de pão e folhas de figueira ou videira, durante dois dias. O processo de limpeza culmina com a sua lavagem, usando água com sal e vinagre. Essas lavagens libertarão uma espuma e deverá lava-los as vezes necessárias para que deixem de libertar essa espuma.
Alguns "chefes", não utilizam água da torneira para a confecção destes moluscos, alegam que a água da torneira altera o sabor, usa então água mineral.
Conforme o caracol ferve com os respectivos temperos, sal, óreganos, cebola, piri-piri, alho ou outros é natural que comece a aparecer a espuma libertada pelos caracóis, para isso é necessário uma espumadeira para retirar a mesma e o excesso.
O verão anúncia os caracóis
Ontem dia 20/06/2012 as 23:00 horas começou o verão em Portugal.
Já na primavera a loucura das feiras e festivais despoletaram uma grande corrida as tascas e esplanadas por todo o país.
As famosas tabuletas e placas anunciam “Há Caracóis”! Pires e pratos repletos destes moluscos chegam às mesas e fazem os apreciadores ficarem maravilhados com o seu sabor.
O calor, o cheiro a verão, o desejo pelo petisco e pela "loira gelada" a acompanhar um jogo de futebol, ou simplesmente para petiscar num final de tarde quente, sabem sempre bem.
Há quem compre e há quem vai apanhar este molusco terrestre com alto teor de sais minerais e ferro. Consumidos pelo homem desde o Paleolítico é, sem dúvida, um pitéu com muitos anos de história, os Romanos que o digam...
Já por todo lado já se fala, e já se procura as tascas e explanadas que servem este tradicional petisco.
Em Portugal, muitos comerciantes e chefes da área hoteleira já criaram ementas alusivas as suas casas ou regiões especificas, dando nome aos pratos de caracóis e alterando a sua confecção com gosto e habilidade.
Isto é puro Marketing: É a sugestão do ingrediente secreto, quem gosta de caracóis cedo ou tarde acabará por explementar e provavelmente se tornará fã.
Assim surgiram petiscos como os Caracóis à Portuguesa, que é um prato típico com origem na Estremadura. Existe, também, quem os faça à Espanhola, Alentejana ou Algarvia, variantes que vão sendo adaptadas consoante a região do país em que se vive, sem falar no comércio mais tradicional do petisco, onde cada um defende o seu produto, por exemplo: Caracóis do Barbas, do Menino Júlio dos caracóis, caracóis do Fonseca, do Canelas etc...
Em vila Franca de xira, desde Abril que já estava a venda este petisco, pendurados em sacos de redes, já se encontrava caracóis e caracoletas.
Em Santarém, a corrida aos caracóis começaram no fim de maio, onde já sevia em S. Domingos muita boa gente na apanha.
Este verão, não há dúvidas: O consumo de caracol promete e se Portugal continuar no euro de futebol, passando a República Checa, este será um excelente motivo para dar um desbaste nas imperiais e nos tão afamados caracóis.
Caracóis foram reis no Sobral
| Segundo festival da Associação dos Bombeiros Voluntários |
| Caracóis foram reis no Sobral |
|
A Associação dos Bombeiros Voluntários do Sobral de Monte Agraço organizou no passado fim de semana, de 1 a 3, a segunda edição do Festival do Caracol, no parque de viaturas daquela corporação. A iniciativa pretendeu angariar receitas para fazer face aos encargos que a associação vai tendo, sobretudo numa época de crise, em que cada vez existem menos recursos para as agremiações de utilidade pública, como é o caso. Segundo a organização, este ano as expectativas foram ultrapassadas, sempre com bastantes pessoas que se deslocaram aos bombeiros sobralenses para degustarem alguns petiscos confecionados a partir dos caracóis, como as caracoletas à bolhão pato, assadas, à espanhola ou com natas. A adesão foi maior do que no ano passado, quando teve lugar a edição de estreia. Por isso, a organização está animada e já pensa na próxima, que se espera seja ainda melhor do que esta.
Veja mais em: Badaladas
|
Caracóis: Pragas?! ou não Pragas?!
Muitas pessoas concideram o caracol um animal nojento e nocivo a saúde humana e tentam eliminálos dos seus jardins e propriedades. Para isso recorrem a venenos e químicos.
Existem várias maneiras de acabar com as pragas de caracóis, muitas delas são prejudiciais ao ambiente em que vivemos.
Há produtos no mercado próprios para isso, mas eu desaconselho-os, pois eu defendo que quanto menos químicos na nossa vida cotidiana, melhor.
Muitos dos químicos matam outras espécies de animais, envenenam o solo e o caracol contaminado, corre o risco de ser apanhado por um "humano" e consumido pelo mesmo.
Para outras pessoas, os caracóis não são pragas. Eles são bem vindos. São uma fonte de alimento saudável e uma oportunidade de negócio, quem sabe até um emprego permanente.
Há produtos no mercado próprios para isso, mas eu desaconselho-os, pois eu defendo que quanto menos químicos na nossa vida cotidiana, melhor.
Muitos dos químicos matam outras espécies de animais, envenenam o solo e o caracol contaminado, corre o risco de ser apanhado por um "humano" e consumido pelo mesmo.
Para outras pessoas, os caracóis não são pragas. Eles são bem vindos. São uma fonte de alimento saudável e uma oportunidade de negócio, quem sabe até um emprego permanente.
Assinar:
Postagens (Atom)

