Rota do Caracol em Loures: Para descobrir sem pressas!: São uma delícia para quem gosta e uma visão dispensável para quem detesta. Os caracóis estão de volta com a chegada do calor e invadem Loures, c
Este blog é apenas o inicio de um projecto lucrativo que se desenvolverá e dará frutos utilizando entre outros conhecimentos, o Marketing.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
E aqui fica tudo o que descobrimos sobre caracóis:
- Que adoram aparecer depois da chuva.
- Que têm os olhos nos corninhos.
- Que andam devagar para ver melhor!
- Que são escorregadios.
- Que podem morar onde quiserem, pois têm sempre a casa consigo!
- Que gostam de trabalhar à noite para se protegerem de uns pássaros que os apreciam na ementa.
- Que há caracóis diferentes, e basta olhar para as conchas!
- Há também caracóis no mar.
Ao chegarem ao local onde tinha apanhado os caracóis apareceram outros mais pequenos, seriam certamente os filhos de que falaram os meninos…
Caracóis no lugar, a Matilde pediu-lhes que tivessem cuidado e ficassem na relva, não fosse alguém distraído pôr-lhes o pé em cima…
Búzio do Vento aprenda com professores e com os mais pequenos.
Visite a página e veja o texto completo.
Toxina mortal aumenta na costa portuguesa - Portugal - DN
Toxina mortal aumenta na costa portuguesa - Portugal - DN
É bom lembrar, isto aconteceu em Abril de 2012.
É bom lembrar, isto aconteceu em Abril de 2012.
Moluscos - Caracóis e Companhia
Para quem gosta da vida selvagem e do estudo sobre biodiversidade, este é um vídeo a não perder.
Aqui temos mais um vídeo com qualidade que nos permite observar caracóis e não só.
Este trabalho pertence ao blog:
Canal de KinhoEduca
quinta-feira, 21 de junho de 2012
CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Brasil desenvolve vacina contra esquistossomose e promete imunização mundial em até cinco anos
CORREIO | O QUE A BAHIA QUER SABER: Brasil desenvolve vacina contra esquistossomose e promete imunização mundial em até cinco anos
O Brasil criou e vai produzir a vacina contra esquistossomose, doença crônica causada pelo parasita Schistosoma encontrado em áreas sem saneamento básico. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nesta terça-feira (12), no Rio de Janeiro, os resultados dos testes clínicos de segurança da vacina desenvolvida pelo Laboratório Esquistossomose Experimental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).
A descoberta é, na avaliação da Fiocruz, um grande feito dos cientistas brasileiros, uma vez que a doença afeta 200 milhões de pessoas em áreas pobres e tem potencial para atingir um universo de 800 milhões de pessoas expostas aos riscos de contágio no Brasil (principalmente no Nordeste e em Minas Gerais), nos países africanos e na América Central.
A esquistossomose é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a segunda doença parasitária mais devastadora, atrás apenas da malária. “É uma doença dos países pobres, associada à miséria”, resume Miriam Tendler, chefe do Laboratório Esquistossomose Experimental em entrevista à Agência Brasil. Ela calcula que, no prazo máximo de cinco anos, seja possível imunizar a população dos locais onde ocorre a endemia.
A descoberta é, na avaliação da Fiocruz, um grande feito dos cientistas brasileiros, uma vez que a doença afeta 200 milhões de pessoas em áreas pobres e tem potencial para atingir um universo de 800 milhões de pessoas expostas aos riscos de contágio no Brasil (principalmente no Nordeste e em Minas Gerais), nos países africanos e na América Central.
A esquistossomose é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a segunda doença parasitária mais devastadora, atrás apenas da malária. “É uma doença dos países pobres, associada à miséria”, resume Miriam Tendler, chefe do Laboratório Esquistossomose Experimental em entrevista à Agência Brasil. Ela calcula que, no prazo máximo de cinco anos, seja possível imunizar a população dos locais onde ocorre a endemia.
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