quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Caracol é usado para rejuvenescimento


É o que acontece em uma clínica de beleza na cidade de Krasnoyark, na Rússia. A técnica consiste em um caramujo-africano passando pelo rosto do cliente. Este método se explica porque o  pequeno animal secreta duas substâncias, o ácido glicólico e elastina, que protege a pele de cortes, bactérias e raios UV. 
Veja mais em: DM

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Netflix lança primeira série original para crianças - Bem Paraná

Netflix lança primeira série original para crianças - Bem Paraná



Turbo e a equipe FAST (Fast Action Stunt Team) dão a largada mundial na véspera de Natal, com o lançamento exclusivo da nova série "Turbo FAST", da Dreamworks Animation, em todos os territórios onde a Netflix está disponível. A partir do dia 24 de dezembro, famílias do mundo todo poderão assistir aos cinco primeiros episódios durante as festas de fim de ano, e novos episódios serão lançados no decorrer do ano que vem.
Dinâmica, engraçada e super-radical, "Turbo FAST", da DreamWorks Animation, é a primeira série original da Netflix para crianças. Nela, Turbo e sua equipe viciada em adrenalina embarcam em perigosas aventuras, pilotam nas pistas mais bacanas e aceitam os mais ousados desafios. E não importa o tamanho da confusão em que possam acabar se metendo, esses caracóis sempre cuidam uns dos outros.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Corrida de caracóis agita cidade espanhola com apenas 500 habitantes


17ª edição de uma tradicional corrida de caracóis agitou crianças de uma escola do Ensino Fundamental da pequena cidade de Tricio, na Espanha, que tem apenas 500 habitantes

Os pequenos levaram seus bichinhos de estimação até o pátio do colégio, onde foi montada uma estrutura para receber a disputa.



quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A HISTÓRIA DO EMPRESÁRIO AMÂNDIO ASSIS



A qualidade do produto confeccionado na Caracol Real é a grande preocupação do empresário Amândio Assis, um alentejano de Évora que há 30 anos escolheu viver no Sabugal, onde instalou um negócio que progressivamente se foi afirmando.

Embora alentejano de nascimento, foi criado em Lisboa e esteve alguns anos em África. O seu primeiro contacto com o Sabugal deu-se quando ainda era muito jovem e integrava um grupo musical que foi actuar à Casa do Concelho do Sabugal, em Lisboa. «Na altura estava muito longe de imaginar que um dia viria para o Sabugal», confessa Amândio Assis. A verdade é que por diversas circunstâncias acabaria mesmo por vir para ao concelho do Sabugal onde iniciou um negócio pioneiro: a confecção e venda de caracol pronto a comer.
«Estabeleci um pequeno café. Como sou do Sul passei a servir doses de caracol, um petisco que na altura tinha pouca aceitação nestas terras. A verdade é que os meus caracóis tiveram sucesso e passei mesmo a fornecer caracol pronto a comer a outros bares», recorda Amândio Assis.

O negócio foi-se expandido e em poucos anos Amândio Assis «conquistou» o Centro e o Norte do País. Foi mesmo pioneiro no negócio da produção e venda de caracol pronto a comer, obtendo o primeiro licenciamento nacional para esse efeito. Hoje fornece cerca de 30 hipermercados e vende a empresas de distribuição que exportam o seu produto para a Suíça, França, Alemanha, Inglaterra, Espanha e Estados Unidos.

Sendo o caracol um petisco de Verão, que se consome de Maio a Setembro, passou a produzir também outros petiscos, assim ficando menos refém da sazonalidade do negócio. Além do caracol pronto a comer, confecciona caracoleta recheada, feijoada de caracol (uma iguaria muito apreciada), moelas, e outros petiscos. «Tudo tem o seu segredo, seja nos condimentos ou na forma de cozinhar, mas o que garanto é que apenas confeccionamos petiscos recorrendo a receitas próprias, com base em produtos naturais e sem recurso a quaisquer conservantes», garante o empresário.

Veja esta história do Caracol Real(Entrevista publicada a 5 de Maio de 2008 no Blogue Capeia Arraiana.)


Ciência Rural - Performance and carcass characteristics of “gros gris” (Helix aspersa maxima) fed with different vegetable oils in diets

Veja a página de: 

Le jardin, c'est tout !



Artigos científicos, avaliações, analises, conclusões. 
Artigo para cabeças pensantes. 
Visite a página se quiser aprofundar:

Ciência Rural - Performance and carcass characteristics of “gros gris” (Helix aspersa maxima) fed with different vegetable oils in diets

Ciência Rural

Print version ISSN 0103-8478

Cienc. Rural vol.34 no.1 Santa Maria Jan./Feb. 2004

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782004000100036 

ARTIGOS CIENTÍFICOS
PRODUÇÃO ANIMAL

Desempenho e características de carcaça do escargot francês (Helix aspersa maxima) alimentado com rações contendo diferentes óleos vegetais

Performance and carcass characteristics of “gros gris” (Helix aspersa maxima) fed with different vegetable oils in diets


Carmino HayashiI, *; Claudemir Martins SoaresII; Makoto MatsushitaIII; Eliana Maria GaldioliII; Igor Consoni CocitoIV
IBiólogo, Professor, Doutor Titular, Departamento de Biologia, Universidade Estadual de Maringá 
IIBiólogo, Doutor, Departamento de Biologia, Universidade Estadual de Maringá 
IIIQuimico, Professor Doutor Associado, Departamento de Química, Universidade Estadual de Maringá 
IVCurso de Graduação em Agronomia, Departamento de Zootecnia, Universidade Estadual de Maringá

Importação e exportação Francisco conde

Reportagem Vida de Caracol - Visão.pt
Veja esta reportagem completa:

Vida de Caracol

O lento percurso dos gastrópodes de um dos maiores importadores nacionais - do armazém à travessa


Francisco Caetano, 60 anos, é um empresário optimista, coisa rara nos tempos que correm. Proprietário da empresa de importação e exportação Francisco conde, acredita que este é um ano particularmente bom. Para os caracóis, pelo menos. "As previsões são altas, espero vender cerca de 2 mil toneladas", diz, confiante. Na época forte de consumo de caracóis, entre abril e finais de agosto, os camiões chegam ao seu armazém, em Brejos de Azeitão, na Margem Sul, a um ritmo quase diário. Todas as madrugadas é preciso descarregar o material - isto é, os caracóis, que vêm de Marrocos - e, nas horas seguintes, pô-los a repousar na arca frigorífica. 
O turno da manhã começa às nove horas. E desde logo começa a seleção minuciosa das três espécies: teba pisana (os tradicionais caracóis), otalla latia (riscada, mais pequena e utilizada para cozer) e hélix aspersa (a caracoleta maior para grelhar e a mais cara das três espécies). Após esta "lupa" humana, que serve para detectar as cascas partidas, também se separam as caracoletas grandes das pequenas. Por fim, vão para a máquina, a fim de serem embaladas em sacos de um quilograma. Esta é a última tarefa que aqui se executa, antes de os caracóis seguirem para os clientes que, segundo diz Francisco Caetano, são de todo o País, de Vila do Bispo a Viana do Castelo. Em Lisboa, um dos clientes mais conhecidos é o Júlio dos Caracóis, na Rua Vale Formoso, número 140 B, chefiado por Vasco Rodrigues, filho do Júlio dos Caracóis. Há mais de 50 anos que são especialistas em caracóis, mantendo o segredo da confeção e as quantidades servidas. Sem reservas, Vasco Rodrigues diz que prefere os caracóis marroquinos aos nacionais: "Têm o dobro do tamanho", justifica.

FRANCISCO CONDE
Pontos de venda: Pingo Doce, Jumbo e Makro; lojas take-away Casa dos Caracóis: Barreiro, Montijo, Foros de Amora, Brejos de Azeitão e Lagoinha
Preços: €5 (750 ml), €8,50 (1200 ml), €13 (1,650 ml), €21 (2,50l), €29 (5l)

Ler mais: http://visao.sapo.pt/vida-de-caracol=f732969#ixzz2lE4SSDGi

Insectos o futuro da alimentação Mundial



Quando os alimentos estiverem escassos sem dúvida nenhuma, os isentos serão o maiores contribuintes para a nossa alimentação e a solução para acabar com a fome no mundo.
Não existe nada em maior número no planeta que se possa comer, a não ser os insectos. Se repararmos bem, todos animais comem insectos como se fossem manjares dos deuses, enquanto nós sonhamos com lagostas e camarões grelhados. Em muitos países asiáticos, espetadas de baratas, gafanhotos e escorpiões são a perdição dos consumidores de salgados e petiscos. 

Imagem de: Comer Insectos

A poucos anos atrás, comer comida chinesa ou japonesa não era para todos. Dentro do cardápio havia muitos pratos que para um Europeu ou Sul Americano, revoltava os estômagos dos mais sensíveis. Hoje comidas como o sushi, "peixe cru" já faz parte da cozinha mundial assim como nós que passamos a ser "cidadão do mundo" (globalização).
A cozinha chinesa é muito versátil e variada, se estivermos atentos a este tipo de restaurante e observarmos quando entra um chinês típico, ao contrário do chinês ocidentalizado, podemos ver que aquilo que ele come não está no cardápio ou não é feito da mesma forma que é servido ao cidadão comum.
Penso que para nós europeus, pode causar alguma repugnância alguns ingredientes que compõem a receita original.   

Nesta última década têm sido falado, publicitado, e noticiado sobre as mudanças e as influências da alimentação a nível mundial. Diversos países, têm aberto restaurantes alternativos onde se come uma boa parte dos insectos conhecidos pelo homem. Seja no Brasil, Austrália, EUA, entre outros.

No Oriente esta prática é frequente, na Ásia já existem produções de insectos para consumo e em algumas zonas agrícolas já se deixou de usar químicos para matar as pragas, pois estas  pragas significam, comida e um fonte de enriquecimento económico para o comércio e para o país. Agora já existem trabalhadores contratados para a apanha dos insectos. Ganha ios agricultores que poupam no combate as pragas, ganham os comerciantes de insectos que ganham o sustento e o governo. Tailândia, Vietname, são alguns desses países.
Nas escolas desses países já são servidas refeições de insectos, os alunos comem o prato cheio de baratas, gafanhotos, grilos, assim  como quem come um pastel de nata ou uma sanduíche de fiambre ou mesmo uma maçã.  É tão natural para esses povos que ninguém a não ser os estrangeiros é que estranham este comportamento social e cultural. 


Os caracóis, ainda são novidades para alguns países, mas já começam a serem explorados na cozinha e no comércio,. a publicidade e a globalização chegam a todo lado. Cada vez mais podemos comer, vestir-nos e usarmos os produtos mais exóticos dos países mais distantes. O que não temos, basta irmos a Internet e encomendar. A informação hoje anda demasiadamente rápida, pode ser bom para algumas coisas e más para outras, tudo depende apenas de quem procura e quem compra.
Nestes próximos anos haverá sem dúvida uma invasão informativa e de incentivo ao consumo de insectos, pois eles podem ser a resposta para a salvação do planeta ou a preservação do mesmo, "quem sabe"?


Os insectos são a solução para alimentar as gerações futuras, espera-se um grande aumento populacional no futuro e a carne não é viável para alimentar milhões de bocas. A produção de carne exige muitos recursos, recursos esses que prejudicam o planeta, em outras palavras "não é sustentável". Os factores que fazem parte desta produção passa pelo consumo e gasto exagerado de água e na poluição que o animal gera em todo o seu ciclo de vida, contribuindo e aumentando a emissão de gases na atmosfera.







A ONU recomenda: coma insectos.

A Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura lançou, nesta segunda-feira (13), um programa com o objectivo de incentivar a criação de insectos para combater a fome.

O que tem para o jantar? Gafanhotos fritos, besouros ou larvas. Não estamos no Oriente, mas em um restaurante americano, onde a moda já começa a se difundir.
Veja o vídeo em Jornal nacional

Veja também este site: Verde a cor nova

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


FAO promove comer insetos nauseabundos para “salvar o planeta”

Escorpiões na China
O professor Arnold van Huis, da Universidade Wageningen, Holanda, e seu colega Dennis Oonincx, promovem a idéia de comer insectos para salvar o planeta, no contexto de um plano promovido pela FAO. 




Quiche de minhoca ou larva de besouro, rolinho primavera de grilo e outros pratos feitos com insectos nauseabundos estão no cerne de uma “dieta saudável, barata e ecológica”, cujo estudo foi encomendado pelo órgão da ONU contra a fome.