sábado, 12 de julho de 2014

Saloio de novo: LOURES – O Festival do Caracol Saloio

LOURES – O Festival do Caracol Saloio está de volta a Loures, entre 10 e 27 de Julho, para fazer as delícias dos apreciadores desta iguaria tipicamente portuguesa. 10 tasquinhas, animação musical, espaço infantil e uma mostra de artesanato com 50 stands, animam o maior e mais afamado evento do género a nível nacional.
Promovido pela Câmara Municipal de Loures e com entrada gratuita, o Festival do Caracol Saloio proporciona uma grande variedade de pratos cozinhados com gastrópodes. Desde os tradicionais caracóis, a pratos mais elaborados como feijoada de caracoletas com enchidos, massada de caracóis, Rossini de caracol, tiborna medieval com caracóis na telha ou chamuças de caracóis.
São cerca de três dezenas as variedades que os visitantes podem apreciar nas tasquinhas de alguns dos mais afamados restaurantes do concelho de Loures, distribuídos ao longo de um espaço com 1200 lugares sentados.
Graças a este evento Loures obteve a designação de “Loures, Capital do Caracol”, em 2013, ano em que passaram pelo festival 85 mil visitantes, foram consumidos 18.600 quilogramas de caracóis e 39.000 litros de bebidas.
O Festival abre portas quinta-feira, dia 10 de Julho, às 16h30.
Data I De 10 a 27 de Julho
Local I Junto ao Pavilhão Paz e Amizade, na cidade de Loures
Horários I Segunda a Sexta | 17h00 – 24h00 Sábado e Domingo | 16h00 -24h00

Notícia Horticaracol no Miante

Horticaracol em Samora Correia garante os melhores caracóis 

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Edição de 2014-07-10 O MIRANTE
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O negócio de comercialização de caracóis, que tem a designação de “Horticaracol”, foi iniciado por Luís Peres há vinte e dois anos, na Póvoa de Santa Iria. A partir de 2001 passou a funcionar num armazém situado no Parque Empresarial do Alto, em Samora Correia. Trata-se de uma actividade empresarial que tem como grande inconveniente o facto de só ter actividade relevante nos meses de calor, desde o final de Março até Setembro. Os caracóis vêm de Marrocos às toneladas, transportados em camiões frigoríficos, para satisfazer o apetite dos apreciadores. No armazém da Horticaracol os gastrópodes são conservados em câmaras frigoríficas a uma temperatura entre os 2 e os 4 graus. O transporte para cafés e restaurantes, bem como para pontos de revenda é realizado em carrinhas mais pequenas. “Nós fazemos a escolha, separação e preparação para levar a melhor qualidade ao cliente. Temos clientes certos e as pessoas confiam em nós”, referem Luís e Célia Peres, o casal que está à frente dos destinos da Horticaracol e que trabalha com uma equipa de 6 colaboradores. O calor faz subir o consumo e nesta altura do ano a equipa não tem mãos a medir. Os produtos disponibilizados são: caracol pequeno, caracoleta riscadinha e caracoleta para assar. A empresa vende caracóis sobretudo nos distritos de Santarém e de Lisboa, onde há uma grande tradição de consumo deste petisco. Mais informações em: 917755890 (Célia Peres) ou 919081154 (Luís Peres).

terça-feira, 8 de abril de 2014

Dor crónica pode ser aliviada com veneno de caracol

Um veneno fatal para humanos pode tornar-se na base de um tratamento da dor crónica dos doentes com cancro. O investigador Agostinho Antunes explica que o caracol marinho ‘conus geographus’é também capaz de emitir toxinas “mil vezes mais potentes do que a morfina”.
veja mais em: PTJornal

O investigador salienta ainda como pode um caracol marinho desenvolver pelo menos dois tipos de veneno: o defensivo exige um maior gasto energético do que o paralisante. O caracol tenta, assim, adaptar a composição do veneno perante cada situação em específico.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Caracóis raros

Matéria e fotos pertencem ao blog hype SCIENSE

Caracóis tropicais minúsculos com belas conchas que parecem jóias estão se extinguindo quase tão rápido quanto os cientistas o estão descobrindo.

Uma população isolada de um caracolraro, registrado pela última vez em Fife, Escócia, 110 anos atrás, foi redescoberta.
O avistamento do caracol (Cochlodina laminata) foi recebido pelo Centro de Registros Naturais de Fife, depois de um relatório de um membro do público.

Veneno de caracol pode vir a ser utilizado na dor crónica

O veneno letal do caracol marinho «Conus geographus» pode vir a ser utilizado no tratamento da dor crónica em doentes com cancro, sida, Alzheimer ou diabetes, anunciou hoje à Lusa o geneticista Agostinho Antunes, que participou na investigação.

Veja mais em TVi 24

quinta-feira, 6 de março de 2014

Infestação de minicaramujos


Gostaria de saber como combater uma infestação de minicaramujos que apareceram em uma pequena horta caseira que tenho em minha propriedade. Eles se multiplicam rápido demais e eu não consigo produzir mais nada.

A invasão de caracóis pequenos ou grandes é possível ser contida, inicialmente, com uso de iscas. O material serve para atraí-los para que sejam, então, eliminados mecanicamente.

Veja mais em: Globo Rural

História para crianças

A aventura de Toto na casa de Dona Benta

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Toto era um caracol muito preguiçoso. Ele vivia no quintal de Dona Amélia e somente acordava depois do décimo canto do bem-te-vi Bento. O que era quase a hora do almoço. Mas hoje era um dia diferente, Bento estava ainda no seu segundo canto, quando visou seu amigo Toto subindo a parede...
Veja a história completa em: Cruzeirinho