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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

De novo "Achatina fulica" no Brasil

O chamado caramujo africano (Achatina fulica) é uma praga que atinge praticamente todo o país. A espécie foi introduzida no Brasil no final da década de 80, importada ilegalmente da África como substituta mais rentável do escargot.
Com o objetivo de monitorar os riscos à saúde da população, a Secretaria de Saúde de São José inicia um trabalho de recolhimento dos moluscos. Mensalmente, exemplares da Achatina fulica serão recolhidos e enviados para a Fundação Osvaldo Cruz para a análise e a identificação de possíveis contaminações da espécie.


Veja a notícia completa em: Secretaria de Saúde de São José

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Notícia de 2011 Brasil

Devido às reclamações sobre a infestação de caramujo em determinadas épocas na cidade, a vereadora Ana Paula Carnelossi (PT) estuda a saída para a cidade é erradicar o molusco. Segundo a parlamentar o caramujo africano é uma espécie considerada praga em diversos países no mundo, além de não encontrarem predadores naturais à sua altura e se multiplicam rapidamente, invadindo diversos tipos de ecossistemas brasileiros. “O caramujo africano realiza a autofecundação, basta apenas um individuou para que a praga se alastre, afinal são cerca de 400 ovos ano por caramujo”, analisa a vereadora. O molusco devora folhas, flores e frutos causando enorme estrago em plantas de importância agrícola, ornamental e ecológica, alimentando-se também de ovos e jovens caracóis de sua mesma especie, são bastante resistente a períodos de seca, além de ser bastante ativo no inverno. Diante dos inúmeros malefícios oferecidos aos moradores que sofrem com a praga Paula, através de requerimento, solicitou a Prefeitura que determine ao departamento competente, instituir o Programa de Erradicação do Caramujo Africano (achatina fulica). “Com o programa será trabalhada a conscientização da população, através de Campanhas publicitárias de caráter educativo, sobre os malefícios do caramujo africano, tanto para a saúde humana e animal para o meio ambiente e a economia, bem como sobre a necessidade de erradicá-lo do ecossistema da região”, explica.
Veja o original:

Política e Economia