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domingo, 13 de julho de 2014

Caracóis para a Argélia e mel para o Brasil


Portugal já pode exportar caracóis para a Argélia e mel para o Brasil

Só este ano foram desbloqueados 35 produtos que, até agora, eram interditos em dezenas de países. Em Setembro, o Governo deverá deslocar-se ao Brasil para conseguir a exportação de citrinos e nectarinas.
Caracóis para a Argélia, produtos lácteos para o Qatar, alimentos para cães para Marrocos ou dióspiros e mel param o Brasil. A lista de produtos que este ano conseguiram quebrar as barreiras à exportação já soma 35 itens diferentes que vão desde carne de vaca e animais vivos (como cães, gatos e pintos) a sémen de cavalo.

A lista da Secretaria de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-Alimentar resume os dossiês abertos desde Janeiro e inclui países como o Canadá (que já aceita receber carne de porco), a Colômbia, a Coreia do Sul, Israel ou, por exemplo, a Federação de São Cristóvão e Nevis, para onde se pode vender, pela primeira vez, cães e gatos, por exemplo.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

De novo "Achatina fulica" no Brasil

O chamado caramujo africano (Achatina fulica) é uma praga que atinge praticamente todo o país. A espécie foi introduzida no Brasil no final da década de 80, importada ilegalmente da África como substituta mais rentável do escargot.
Com o objetivo de monitorar os riscos à saúde da população, a Secretaria de Saúde de São José inicia um trabalho de recolhimento dos moluscos. Mensalmente, exemplares da Achatina fulica serão recolhidos e enviados para a Fundação Osvaldo Cruz para a análise e a identificação de possíveis contaminações da espécie.


Veja a notícia completa em: Secretaria de Saúde de São José

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Notícia de 2011 Brasil

Devido às reclamações sobre a infestação de caramujo em determinadas épocas na cidade, a vereadora Ana Paula Carnelossi (PT) estuda a saída para a cidade é erradicar o molusco. Segundo a parlamentar o caramujo africano é uma espécie considerada praga em diversos países no mundo, além de não encontrarem predadores naturais à sua altura e se multiplicam rapidamente, invadindo diversos tipos de ecossistemas brasileiros. “O caramujo africano realiza a autofecundação, basta apenas um individuou para que a praga se alastre, afinal são cerca de 400 ovos ano por caramujo”, analisa a vereadora. O molusco devora folhas, flores e frutos causando enorme estrago em plantas de importância agrícola, ornamental e ecológica, alimentando-se também de ovos e jovens caracóis de sua mesma especie, são bastante resistente a períodos de seca, além de ser bastante ativo no inverno. Diante dos inúmeros malefícios oferecidos aos moradores que sofrem com a praga Paula, através de requerimento, solicitou a Prefeitura que determine ao departamento competente, instituir o Programa de Erradicação do Caramujo Africano (achatina fulica). “Com o programa será trabalhada a conscientização da população, através de Campanhas publicitárias de caráter educativo, sobre os malefícios do caramujo africano, tanto para a saúde humana e animal para o meio ambiente e a economia, bem como sobre a necessidade de erradicá-lo do ecossistema da região”, explica.
Veja o original:

Política e Economia

terça-feira, 10 de abril de 2012

terça-feira, 22 de março de 2011

Helicicultura no Brasil

No Brasil a helicultura ainda não é expressiva. É um mercado que ainda não trabalhou o Marketing no sentido de fomentar o consumo do caracol e as suas propriedades curativas, alimentícias e estética.

Os “Moluscos” ainda são poucos consumidos e pouco explorados. O baixo consumo é devido a falta de tradição, sendo os Europeus maiores consumidores destes tipos de produtos.

Existem poucas espécies de moluscos desenvolvidas em cativeiros e viveiros, neste caso podemos classificar como “Marisco”.

No sentido de ser trabalhada esta oportunidade de negócio é preciso criar e rever a legislação e dar formação já que á falta de capacitação técnica concentração de pesquisa e apoio.

Devido aos baixos rendimentos e a pouca procura por parte do cidadão comum, as empresas acham o investimento pouco atractivo. Aqui podemos aplicar o Marketing de maneira a fomentar o consumo desses produtos.

Há poucas pessoas a explorarem esse mercado, sendo a produção de vieiras, mexilhões e ostras os mais apetecíveis.

Devemos lembrar que a Helicicultura foi Introduzido no Brasil no ano de 1983, correspondente à criação de moluscos exóticos europeus Helix spp., principalmente a espécie Cornu (= Helix) aspersa (Müller, 1774

Apesar de existir até uma associação não evoluiu para actividade de importância económica relevante.

O Brasil tinha condições de desenvolver este mercado e fazer a exportação para a europa, onde as encomendas não chegam para a procura.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Baba de caracol

Imagem original: Um exemplo de uma marca.

Indústria cosmética investe em pesquisas de produtos inovadores para tratamentos da pele
Você usaria a baba de caracol para ficar mais bonita?
Ver notícia completa e original Terra:

A indústria cosmética procura cada vez mais opções para aperfeiçoar seus produtos. As pesquisas na área da cosmetologia avançaram para substâncias inexploradas e inusitadas como a secreção de caracol, ou sua "baba", as células tronco, as gemas vegetais e o pó de pérolas.

A baba de caracol é uma secreção produzida pelo molusco quando sofre irradiação, tem alto poder cicatrizante, pois é rico em aminoácidos e vitaminas. A substância foi utilizada com grande sucesso em queimaduras de vítimas do acidente nuclear de Chernobyl, na então União Soviética, em 1986. Verificou-se que a recuperação foi duas vezes mais rápida.

Actualmente, a substância é usada para regeneração da pele de pessoas que se submetem à radioterapia. Mas na Europa já se encontra a muito tempo no mercado e com preços diversificados. Por exemplo as lojas dos chineses vendem esse produto em pomada por um preço bastante inferior ao do mercado.

A indústria da beleza ainda estuda um produto "que regenera a pele com rugas e dá mais firmeza à pele, o creme de baba de caracol, que estimula a produção de colágeno", diz Maurício Pupo, especialista em cosmetologia e coordenador da pós-graduação em Cosmetologia da UniCastelo e UnigranRio Brasil. "A substância começou a chegar no Brasil e algumas farmácias de manipulação já a utilizam."