Mostrando postagens com marcador caramujo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador caramujo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Características do caracol



Dicionário popular


Caracóis são os moluscos gastrópodes terrestres1 de concha espiralada calcária, pertencentes à subordem Stylommatophora, que também inclui as lesmas.
São animais com ampla distribuição ambiental e geográfica e respiram através de um pulmão.
Designação tirada da Wikipédia:

As diversas espécies de caracóis se distinguem especialmente pela concha que é, na verdade, o esqueleto externo do animal. Essa concha é feita de calcário, e pesa pouco mais de um terço do peso total.

- Em francês escargot significa caracol;
- Molusco,porque o seu corpo é mole, sem esqueleto;
- Gastrópode, porque tem a parte estomacal (gaster-estômago) junto ao pé (podes = pé);
- Pulmonado, porque respira através de um pulmão;
- Terrestre, ao contrário do seu primo caramujo que habita as águas doces ou salgadas; Obs. O caramujo transmite doenças nomeadamente a esquitossomose.
- Pertence ao género Helix (de onde vêm hélice e helicóptero), porque seu corpo faz uma torsão de 180º. Por isso, a criação é denominada helicicultura e quem cria é um helicicultor.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Praga de caracóis gigantes

Duas espécies de caracóis têm alarmado autoridades sanitárias do Equador e de outros países das Américas. Uma delas, o caracol gigante africano, pode transmitir um parasita que causa meningite. A outra, o caramujo-maçã, tem causado grandes estragos em cultivos comerciais.

Imagem de: Binarme


As duas espécies estão se expandindo rapidamente no Equador e já foram detectadas em partes da Colômbia, Venezuela e EUA, além de países de outras regiões, como Espanha.
O caracol gigante africano (achatina fulica), também chamado simplesmente de caracol-africano, é um molusco terrestre e uma das cem espécies invasoras mais perigosas do planeta, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza.
O molusco pode medir cerca de 30 centímetros e colocar até mil ovos. Consome cerca de 500 espécies de plantas e pode hospedar o parasita angiostrongylus cantonesis, que causa meningite.
Na Colômbia, a presença desse caracol foi detectada em pelo menos 11 cidades em 8 Departamentos. Na Venezuela, o molusco prolifera em vários Estados. Em Miami, autoridades colocaram anúncios em bairros e escolas para alertar sobre a invasão do animal, que se desenvolve principalmente em áreas úmidas.
Segundo relatou à BBC o diretor da área de Parasitologia do Instituto Nacional de Higiene do Equador, Luigi Martini, o molusco foi detectado em 12 das 24 províncias equatorianas. O que é ainda mais preocupante: desde 2008 também foram registrados no país quase uma centena de casos do tipo de meningite transmitido pelo caracol, sendo que três dos infectados morreram.
O caracol-africano chegou até às Ilhas Galápagos, onde está em desenvolvimento um amplo programa para a erradicação do animal. Autoridades acreditam que o caramujo-africano foi introduzido nas Américas por comerciantes que queriam desenvolver produtos cosméticos à base de secreções produzidas pelo animal. Também é possível que ele tenha sido levado para a região como mascote.

Caramujo-maçã

No caso do caramujo-maçã (pomacea canaliculata), que vive na água, além do problema de saúde pública, as autoridades também estão preocupadas com uma questão comercial. O animal pode ser encontrado em metade dos pouco mais de 400 mil hectares de lavouras de arroz do Equador.
Alex Ronquillo, coordenador da Associação de Produtores de Arroz de Duale, uma das principais áreas produtoras do país, disse à BBC que o caramujo está causando um "impacto devastador" nas plantações da zona costeira.
De acordo com Ronquillo, alguns agricultores têm utilizado produtos químicos altamente tóxicos para combater o caramujo, eliminando inimigos naturais de outras pragas. Por isso, ele pede que o governo tome "medidas urgentes" para lidar com o problema.
Para combater a invasão, o Equador está buscando ajuda internacional. Há alguns dias, o presidente do país, Rafael Correa, anunciou o envio de técnicos para outros países em busca de soluções para a questão da devastação dos cultivos.
Segundo o instituto Agrocalidad, agência estatal que coordena as atividades de combate à praga do caracol no Equador, já foram feitos contatos com especialistas dos Estados Unidos, das ilhas Fiji e das Filipinas.

Andrés Donoso, técnico da Agrocalidad diz que uma erradicação total do caracol seria impossível por causa da forma exponencial como ele se reproduz. "A nossa estratégia é focada no controle e redução populacional", explica.
O Instituto Nacional de Saúde do Equador tem alertado a população de áreas de risco para não manipular diretamente ou consumir qualquer caracol sem cozinhar.
De acordo com Martini, o parasita causador da meningite também pode se alojar no caramujo-maçã e até já "migrou" para outros caracóis que tradicionalmente habitam a região, consumidos crus em algumas áreas costeiras.

Esta notícia pertence ao blog Notícias Terra, e o titulo original é: Praga de caracóis gigantes preocupa países sul-americanos e EUA.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Notícia de 2011 Brasil

Devido às reclamações sobre a infestação de caramujo em determinadas épocas na cidade, a vereadora Ana Paula Carnelossi (PT) estuda a saída para a cidade é erradicar o molusco. Segundo a parlamentar o caramujo africano é uma espécie considerada praga em diversos países no mundo, além de não encontrarem predadores naturais à sua altura e se multiplicam rapidamente, invadindo diversos tipos de ecossistemas brasileiros. “O caramujo africano realiza a autofecundação, basta apenas um individuou para que a praga se alastre, afinal são cerca de 400 ovos ano por caramujo”, analisa a vereadora. O molusco devora folhas, flores e frutos causando enorme estrago em plantas de importância agrícola, ornamental e ecológica, alimentando-se também de ovos e jovens caracóis de sua mesma especie, são bastante resistente a períodos de seca, além de ser bastante ativo no inverno. Diante dos inúmeros malefícios oferecidos aos moradores que sofrem com a praga Paula, através de requerimento, solicitou a Prefeitura que determine ao departamento competente, instituir o Programa de Erradicação do Caramujo Africano (achatina fulica). “Com o programa será trabalhada a conscientização da população, através de Campanhas publicitárias de caráter educativo, sobre os malefícios do caramujo africano, tanto para a saúde humana e animal para o meio ambiente e a economia, bem como sobre a necessidade de erradicá-lo do ecossistema da região”, explica.
Veja o original:

Política e Economia

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O caramujo africano

O caramujo africano.
O caramujo africano, cujo nome científico é Achatina fulica, uma espécie exótica invasora, é considerado uma das cem piores espécies da lista da União para Conservação da Natureza (UICN) e representa a segunda maior causa de perda de biodiversidade no planeta. Só perde para os desmatamentos. Além das doenças que pode transmitir, ele ataca, destrói plantações e compete com outros moluscos da fauna nativa, podendo levá-los à extinção.Podem viver mais de nove anos e, após a morte, a concha fica geralmente virada para cima, podendo ficar cheia de água da chuva e servir de criadouro para o Aedes aegypti e também outros mosquitos.Os caramujos em geral gostam de locais úmidos e sombreados, como cantos de muros e paredes onde não bate muita luz, lugares com acúmulo de galhos, restos de podas, folhas, madeiras, etc. Também são locais muito propícios aos caramujos os restos de construção, entulhos e, em especial, os tijolos furados.

Imagem de: Centro Recreativo Aquarius  veja mais  notícia em: CanalRioClaro

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol? - Mundo Estranho

Os três são moluscos, da classe dos gastrópodes. A principal diferença entre alesma e os outros dois é que ela não tem uma concha externa - ou tem uma concha muito pequena. Já caracol e caramujo são sinônimos em várias regiões do Brasil, mas, na linguagem popular, caracol geralmente se refere aosgastrópodes terrestres, e caramujo, aos aquáticos. Já as lesmas podem viver tanto na terra como no mar. Juntos, esses três bichinhos somam cerca de 75 mil espécies. Além de numerosos, eles são antigos moradores da Terra: existem registros fósseis de gastrópodes de cerca de 500 milhões de anos atrás. Há entre 30 e 40 famílias de lesmas, contra 400 de caramujos e caracóis, de acordo com o biólogo Luiz Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, autor do livro Land and Freshwater Molluscs of Brazil(“Moluscos Terrestres e de Água Doce do Brasil”). Você pode não gostar da gosma que eles deixam, mas sem eles, podem ocorrer desequilíbrios ambientais.

terça-feira, 29 de março de 2011

Tudo Rondônia 2011 / Governo se contamina com caramujos

Notícia divertida.
O Governo de Rondônia está contaminado com a doença do caramujo africano. A doença é grave, chama-se “lerdeza”, e põe em risco todos os órgãos vitais da máquina administrativa. Especialistas buscam a cura para o mal. Segundo o diagnóstico, a cabeça funciona bem e o pulso ainda pulsa, mas o Estado está debilitado, sem anticorpos, anémico e cheio de parasitas.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol? - Mundo Estranho

Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol? - Mundo Estranho
Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol?por Yuri Vasconcelos

Os três são moluscos, da classe dos gastrópodes. A principal diferença entre a lesma e os outros dois é que ela não tem uma concha externa – ou tem uma concha muito pequena. Já caracol e caramujo são sinônimos em várias regiões do Brasil, mas, na linguagem popular, caracol geralmente se refere aos gastrópodes terrestres, e caramujo, aos aquáticos. Já as lesmas podem viver tanto na terra como no mar. Juntos, esses três bichinhos somam cerca de 75 mil espécies. Além de numerosos, eles são antigos moradores da Terra: existem registros fósseis de gastrópodes de cerca de 500 milhões de anos atrás. Há entre 30 e 40 famílias de lesmas, contra 400 de caramujos e caracóis, de acordo com o biólogo Luiz Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, autor do livro Land and Freshwater Molluscs of Brazil (“Moluscos Terrestres e de Água Doce do Brasil”). Você pode não gostar da gosma que eles deixam, mas sem eles, podem ocorrer desequilíbrios ambientais.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Lesma, caramujo e caracol?

“Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol?
por Yuri Vasconcelos
“Os três são moluscos, da classe dos gastrópodes. A principal diferença entre a lesma e os outros dois é que ela não tem uma concha externa – ou tem uma concha muito pequena. Já caracol e caramujo são sinônimos em várias regiões do Brasil, mas, na linguagem popular, caracol geralmente se refere aos gastrópode terrestres, e caramujo, aos aquáticos. Já as lesmas podem viver tanto na terra como no mar. Juntos, esses três bichinhos somam cerca de 75 mil espécies. Além de numerosos, eles são antigos moradores da Terra: existem registros fósseis de gastrópodes de cerca de 500 milhões de anos atrás. Há entre 30 e 40 famílias de lesmas, contra 400 de caramujos e caracóis, de acordo com o biólogo Luiz Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, autor do livro Land and Freshwater Molluscs of Brazil (“MoluscosTerrestres e de Água Doce do Brasil”). Você pode não gostar da gosma que eles deixam, mas sem eles, podem ocorrer desequilíbrios ambientais.”
Texto do blog ultrapassandobarreiras. Veja o texto completo e original.
Ps. Existem espécies comestíveis e outras não sendo que o caramujo de águas paradas são portadores de uma doença chamada esquitossomose.
Imagem original:capinaremos
CURIOSIDADE.
Texto tirado da WIKIPÉDIA
A esquistossomose, com o desenvolvimento da agricultura, passou de doença rara a problema sério.
Muitas múmias egípcias apresentam as lesões inconfundíveis da esquistossomose por S. haematobium. A infecção pelos parasitas dava-se aquando dos trabalhos de irrigação da agricultura. As cheias do Nilo sempre foram a fonte da prosperidade do Egito, mas também traziam os caracóis portadores dos schistosomas. O hábito dos agricultores de fazer as plantações e trabalhos de irrigação com os pés descalços metidos na água parada, favorecia a disseminação da doença crónica causada por estes parasitas. O povo, cronicamente debilitado pela doença, era facilmente dominável por uma classe de guerreiros que, uma vez que não praticavam a agricultura irrigada, não contraíam a doença, mantendo-se vigorosos. Estas condições permitiram talvez a cobrança de impostos em larga escala com excedentes consideráveis que revertiam para a nova elite de guerreiros, uma estratificação social devida à doença, que se transformaria nas civilizações.
A doença foi descrita cientificamente pela primeira vez em 1851 pelo médico alemão T. Bilharz, que lhe dá o nome alternativo de bilharzíase.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Helix aspersa

Helix aspersa
O H. aspersa ovos são brancos, esféricos, cerca de 3 mm de diâmetro e são estabelecidas cinco dias a 3 semanas após o acasalamento. (Dados varia muito devido às diferenças de clima e variações regionais de caracóis habitats o.) H. aspersa estabelece uma média de 85 ovos em um ninho que é de 1 a 1 ½ cm de profundidade. Dados varia de 30 a mais de 120 ovos, mas valores elevados podem ser a partir de quando mais de um caramujo põe ovos no mesmo ninho.
Em climas quentes e húmidos, H. aspersa podem pôr ovos com a frequência de cinco vezes de Fevereiro a Outubro, dependendo do clima e da região. O acasalamento e a postura de ovos começam quando há pelo menos 10 horas de luz do dia e continuam até os dias começam a ficar mais curto. Nos Estados Unidos, mais horas de sol que ocorrem quando as temperaturas são ainda demasiado frio irá afectar o cronograma, mas as horas de luz do dia aumentando ainda estimulam a produção de ovos. Se bastante morno, os ovos eclodem em cerca de duas semanas, ou quatro semanas se mais fresco. Ela leva os bebés caracóis vários dias para sair do ninho selado e subir para a superfície. Em um clima similar ao sul da Califórnia, H. aspersa amadurece em cerca de dois anos. Na Itália central, H. aspersa escotilhas e emerge do solo quase que exclusivamente no Outono. Se bem alimentado e não há superlotação, os moluscos que eclodem no início da temporada irá atingir o tamanho adulto e forma um lábio na borda de seu escudo do mês de Junho seguinte. Se você manipular o ambiente para chegar mais cedo filhotes, o tamanho e o número de caramujos que vencem no ano seguinte vai aumentar. Na África do Sul, alguns H. aspersa vencimento em 10 meses, e sob condições ideais em laboratório, alguns já venceram em 6-8 meses. A maior parte da actividade reprodutiva de H. aspersa tem lugar no segundo ano de sua vida.
Este texto foi tirado da WIKIPÉDIA. Imagem original: maosahorta

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Os caracóis

Imagem original: carlosalberto0

Os caracóis podem ser encontrados nos jardins, hortas e pomares, pois eles se alimentam de diversos tipos de plantas. As poucas espécies carnívoras alimentam-se de minhocas, ou de outros caracóis e lesmas. Os caracóis terrestres são encontrados em ambientes de solo húmido, não encharcado, e são difíceis de ser observados durante o dia, pois, 99% de suas actividades ocorrem durante a noite. Duas a três horas após o anoitecer os caracóis já podem ser observados em actividade.
Muitas das espécies de caracóis são comestíveis. Em escavações arqueológicas, foram encontradas conchas de caracóis assadas, indicando que o homem utiliza estes animais como alimento desde a pré-história. Como exemplo de caracol comestível, cita-se o escargot (Helix aspersa ou Helix pomatia).
Os caracóis são muito consumidos em França. O caramujo-gigante-africano (Achatina fulica), cujos adultos chegam a medir entre 15 e 20 cm de altura, 10 a 12 cm de comprimento e chegam a pesar cerca de 200 g, é apreciado em muitos países.
Esta espécie, que foi introduzida em diversos países pelo próprio homem, tornou-se uma praga de diversas culturas, jardins e hortas. O caramujo-gigante-africano, em vida livre, transmite o verme Angistrongylus cantonensis, que causa a angistrongilíase meningoencefálica, doença que acomete o sistema nervoso central.