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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

De novo "Achatina fulica" no Brasil

O chamado caramujo africano (Achatina fulica) é uma praga que atinge praticamente todo o país. A espécie foi introduzida no Brasil no final da década de 80, importada ilegalmente da África como substituta mais rentável do escargot.
Com o objetivo de monitorar os riscos à saúde da população, a Secretaria de Saúde de São José inicia um trabalho de recolhimento dos moluscos. Mensalmente, exemplares da Achatina fulica serão recolhidos e enviados para a Fundação Osvaldo Cruz para a análise e a identificação de possíveis contaminações da espécie.


Veja a notícia completa em: Secretaria de Saúde de São José

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O valor do caracol

Ainda existe preconceito e nojo pelos caracóis, no brasil o consumo é mínimo e as pessoas estão desinformadas sobre o tema.
O Achatina Fulica (caracol Africano) é também culpado pela má publicidade dada aos pequenos caracóis, esta raça invasora proveniente de África, trouce muitas doenças e acabou por assustar as populações mais desinformadas.
 
Em Portugal, os nortenhos na sua maioria rejeitam este petisco, sentem-se enojados.
Os caracóis é parte constituinte da gastronomia européia, principalmente francesa, espanhola e portuguesa, sendo consumida como entrada, petisco, ou mesmo como prato principal.
 
Em França, as caracoletas (escargots), fizeram sempre sucesso, tornou-se fino e é prato servido nos melhores restaurantes franceses acompanhado de um bom vinho branco fresco ou espumantes.
 
 
 
Apresento o caracol.
 
Propriedades nutritivas dos caracóis
A sua carne é de primeira qualidade, muito apetitosa e nutritiva.

Valores nutricionais comparativos por / 100 gr           
 
................Caracol ..............Vaca........... Frango .............Peixe........... Ostra

Lipídeos 0,5 - 0,8 ............0 - 12...............12 .....................1,5.................1,1

Calorias   60 - 80...........160 - 170............120 ......................70...............65

Proteínas 13 - 15............. 21 - 23.......... 18 - 17.................. 15............... 12

Água         70 - 85 ...............72............... 70 - 72.................. 81............... 82

Sais minerais 1,5 - 2,0...... 0,9 ..............0,8 - 1,0 ...........0,25 - 0,29 -.....----

A cura através dos caracóis
• As proteínas dos caracóis ajudam na reconstituição da integridade dos tecidos gástricos e, portanto, na cura da úlcera;
• Por ser um alimento rico em cálcio, ajuda a combater o raquitismo e é ótimo durante a amamentação;
• Por ser rico em sais minerais e ferro, é útil durante a gravidez e amamentação;
• Por ter alto teor de ácidos graxos polinsaturados, combate o colesterol;
• É pobre em lipídeos, podendo ser consumido por pessoas acometidas por problemas no fígado, arteriosclerose e obesidade;
• Na França e Alemanha, são usados como base para cosméticos e suas conchas no artesanato.
São usados também no tratamento de pele pelos orientais.
Há quem diga que faz bem aos pulmôes.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A verdade sobre o Caracol Africano

Medo. Nojo. Repugnância!!! Esses são alguns dos efeitos que alguns sentem quando se deparam com o gastrópode Achatina fulica, ou simplesmente - como a maioria conhece - o CARACOL AFRICANO. Entretanto, poucos sabem que outros animais como cães, gatos, pombos, bois, cabras, ovelhas, cavalos e porcos são capazes de causarem muito mais enfermidades.
Segundo Mauricio Aquino, mestrando em Ciência da Saúde da UFAL e coordenador do blog CaracolAfricano.com - técnico e profissional da área - fazem um “alarde desnecessário”, divulgando exceções sobre os riscos potenciais do Caracol Africano como se fossem regras e o aponta este comportamento como o grande responsável pela acelerada infestação do ambiente rural e urbano, além da destruição de diversos representantes da nossa fauna nativa: caracóis, lesmas e caramujos brasileiros ameaçados de extinção.
“A Rede Globo no país todo, publica muita informação equivocada sobre o caracol africano, especialmente, sobre as doenças que ele nunca causou no Brasil até agora. Não que ele não seja capaz; mas a Meningite Eosinofílica (ME) e Estrongilíase Abdominal, por exemplo, as duas principais enfermidades associadas frequentemente ao Africano, só são transmitidas quando o caracol é consumido cru ou mal cozido, habito mais comum nos países asiáticos", afirma Aquino.
 
Veja a notícia completa em: EXTRALAGOAS em A verdade sobre o Caracol Africano

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Praga de caracóis gigantes

Duas espécies de caracóis têm alarmado autoridades sanitárias do Equador e de outros países das Américas. Uma delas, o caracol gigante africano, pode transmitir um parasita que causa meningite. A outra, o caramujo-maçã, tem causado grandes estragos em cultivos comerciais.

Imagem de: Binarme


As duas espécies estão se expandindo rapidamente no Equador e já foram detectadas em partes da Colômbia, Venezuela e EUA, além de países de outras regiões, como Espanha.
O caracol gigante africano (achatina fulica), também chamado simplesmente de caracol-africano, é um molusco terrestre e uma das cem espécies invasoras mais perigosas do planeta, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza.
O molusco pode medir cerca de 30 centímetros e colocar até mil ovos. Consome cerca de 500 espécies de plantas e pode hospedar o parasita angiostrongylus cantonesis, que causa meningite.
Na Colômbia, a presença desse caracol foi detectada em pelo menos 11 cidades em 8 Departamentos. Na Venezuela, o molusco prolifera em vários Estados. Em Miami, autoridades colocaram anúncios em bairros e escolas para alertar sobre a invasão do animal, que se desenvolve principalmente em áreas úmidas.
Segundo relatou à BBC o diretor da área de Parasitologia do Instituto Nacional de Higiene do Equador, Luigi Martini, o molusco foi detectado em 12 das 24 províncias equatorianas. O que é ainda mais preocupante: desde 2008 também foram registrados no país quase uma centena de casos do tipo de meningite transmitido pelo caracol, sendo que três dos infectados morreram.
O caracol-africano chegou até às Ilhas Galápagos, onde está em desenvolvimento um amplo programa para a erradicação do animal. Autoridades acreditam que o caramujo-africano foi introduzido nas Américas por comerciantes que queriam desenvolver produtos cosméticos à base de secreções produzidas pelo animal. Também é possível que ele tenha sido levado para a região como mascote.

Caramujo-maçã

No caso do caramujo-maçã (pomacea canaliculata), que vive na água, além do problema de saúde pública, as autoridades também estão preocupadas com uma questão comercial. O animal pode ser encontrado em metade dos pouco mais de 400 mil hectares de lavouras de arroz do Equador.
Alex Ronquillo, coordenador da Associação de Produtores de Arroz de Duale, uma das principais áreas produtoras do país, disse à BBC que o caramujo está causando um "impacto devastador" nas plantações da zona costeira.
De acordo com Ronquillo, alguns agricultores têm utilizado produtos químicos altamente tóxicos para combater o caramujo, eliminando inimigos naturais de outras pragas. Por isso, ele pede que o governo tome "medidas urgentes" para lidar com o problema.
Para combater a invasão, o Equador está buscando ajuda internacional. Há alguns dias, o presidente do país, Rafael Correa, anunciou o envio de técnicos para outros países em busca de soluções para a questão da devastação dos cultivos.
Segundo o instituto Agrocalidad, agência estatal que coordena as atividades de combate à praga do caracol no Equador, já foram feitos contatos com especialistas dos Estados Unidos, das ilhas Fiji e das Filipinas.

Andrés Donoso, técnico da Agrocalidad diz que uma erradicação total do caracol seria impossível por causa da forma exponencial como ele se reproduz. "A nossa estratégia é focada no controle e redução populacional", explica.
O Instituto Nacional de Saúde do Equador tem alertado a população de áreas de risco para não manipular diretamente ou consumir qualquer caracol sem cozinhar.
De acordo com Martini, o parasita causador da meningite também pode se alojar no caramujo-maçã e até já "migrou" para outros caracóis que tradicionalmente habitam a região, consumidos crus em algumas áreas costeiras.

Esta notícia pertence ao blog Notícias Terra, e o titulo original é: Praga de caracóis gigantes preocupa países sul-americanos e EUA.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Notícias do Brasil

Os caracóis terrestres conhecidos como escargots, conquistaram grande número de apreciadores em todo o mundo, e, só na França, cerca de 200 mil pessoas têm na criação e comercialização dos caracóis a sua principal fonte de renda. O crescente aumento do consumo dessa iguaria pelos brasileiros tem despertado o interesse de criadores e produtores nacionais de escargots. Essa euforia, porém, esconde um grande problema, que em breve pode alcançar desastrosas e indesejáveis proporções: os caracóis atualmente cultivados no Brasil, além dos legítimos escargots da espécie Helix aspersa, pertencem a outra espécie, a Achatina fulica, uma verdadeira praga para a agricultura, que devasta hortas e plantas ornamentais, causando muitos danos ao ambiente e prejuízos ao homem.
Este texto pertence a Newton almeida e pode ser visto em: Cachorro também é Gente.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Caracóis gigantes invadem Miami - JN

Imagem de Tamanduá dedetizadora

Florida state officials confirm that the giant African land snail has taken hold in South Florida and may pose a threat to human health as well as agriculture. Now they are going door to door to try to eradicate the snails. (Sept. 16)


A cidade de Miami está a braços com uma praga de caracóis gigantes. O animal, de origem africana, é muito perigoso e uma das maiores espécies de caracóis terrestres. Veja o vídeo.
Este animal, também chamado de Achatina Fulica, é altamente nocivo para a natureza e para o ser humano. Alimenta-se de cerca de 500 tipos de plantas, danifica estruturas de gesso e estuque e segrega uma bactéria mortal que pode originar meningite nos seres humanos.


Curiosidade sobre o achatina Fulica:
O Caramujo Gigante Africano (Achatina fulica), cujos adultos chegam a medir de 15 a 20 cm de comprimento, de 10 a 12 cm de altura e pesam cerca de 200 g, foi introduzido em diversos países pelo próprio homem e tornou-se uma praga de diversas culturas, atacando jardins e hortas. No Brasil não possui predadores naturais. A Achatina Fulica, foi trazida de outros países (como a África) por criadores de escargots, sem qualquer critério de avaliação do seu impacto ambiental.



No caso do animal (caracol gigante) fugir do cativeiro, este representa uma grande ameaça a saúde das pessoas. Esta espécie de caracol, pertence a classe de caramujo e é detentor de doenças.


Em vários países em que foi introduzido, numerosos esforços são dispensados para controlar esta praga.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Trabalho de pesquisa (caracóis terrestres)

Análise colorimétrica e espectroscópica do muco de caracóis terrestres

Achatina sp alimentados com ração diferenciada

Adriana Tarlá Lorenzi1, Maria de Fátima Martins2

1 Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária pela FMVZ - USP/Pirassununga, SP.

2 FMVZ - USP/Pirassununga, SP.

RESUMO - Foram estudados os efeitos da adição de plantas medicinais de princípios cicatrizantes (Centelha asiática, Papaína e Confrei) na ração controle de caracóis terrestres, para se avaliar a interferência destas plantas na composição do muco glicoprotéico.



Foram utilizados 80 caracóis terrestres Achatina sp, baseados em um peso homogêneo (49 e 40 g e idade média de 10 e 19 meses para Achatina fulica e Achatina monochromatica, respectivamente).



Os animais foram distribuídos aleatoriamente em oito grupos experimentais: controle Achatina fulica (FC) e Achatina monochromatica (MC), centelha asiática Achatina fulica (FCe) e Achatina monochromatica (MCe), papaína Achatina fulica (FPa) e Achatina monochromatica (MPa) e confrei Achatina fulica (FCo) e Achatina monochromatica (MCo).



Água e ração foram fornecidos ad libitum. Ao final de 150 dias de tratamento, os animais foram submetidos à técnica de extração do muco glicoprotéico, por meio do estímulo manual da glândula podal, responsável pela secreção deste muco. Esta metodologia considerou o bem-estar dos animais, uma vez que os mesmos não foram sacrificados e retornaram ao seu sistema de criação.



Os mucos foram analisados por meio de testes colorimétricos e espectroscópicos, que constataram alterações semelhantes, porém apresentaram variação significativa em sua composição glicoprotéica.
Archachatina degneri (Bequaert & Clench, 1936):
Veja o trabalho e o texto completo em: scielo Imagem de: freewebs