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sexta-feira, 27 de março de 2009

Materiais para o negócio.

A criação pode começar por ser artesanal, uma vez que a principal preocupação é a protecção do caracol dos predadores e o controle de humidade.

Inicialmente podemos usar madeiras, tijolos plásticos, redes e reaproveitar materiais usados. As paletes abandonadas são uma excelente casa e protecção para os caracóis.

Indo para o lado profissional, os viveiros, as estufas e todo os materiais usados na agricultura podem ser usados na helicicultura.

As embalagens para o transporte, são embalagens de plástico aberto que transportam vários sacos de rede contendo 1 kg. cada saco.
As embalagens unitárias contendo 1 kg. são de rede para manter o produto fresco e húmido, uma vez que o caracol é vendido vivo.

Caracol Ribatejano

Imagem original: mapas-portugal.


Região de Santarém tem os melhores caracóis do país

Os melhores caracóis em Portugal são apanhados na zona de Santarém e na Serra de Aire e Candeeiros, cujos terrenos calcários favorecem o crescimento do Helix Aspersa, nome científico do caracol comum europeu. Quem o afirma é Belmiro Domingos, um especialista em caracóis que, desde há cinco anos, percorre o país, com uma feira gastronómica dedicada às muitas maneiras de cozinhar o molusco.

Esta notícia foi publicada no Jornal "O RIBATEJO".


Legislação.

Ainda não há legislação que oriente a criação do caracol. Os caracóis importados não são controlados, e não se sabe o que eles comeram durante o seu desenvolvimento.
O objectivo é juntar os helicicultores e fundar uma associação para serem parceiros do ministério da agricultura e legislar a cerca dos caracóis, para sabermos aquilo que comemos, e incentivarmos os agricultores na helicicultura.