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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Terrário de caracóis

Fazer um terrário ou um viveiro para observar os caracóis.
Este terrário é muito bom para o desenvolvimento das crianças, assim como os caracóis. Nos EUA, há muitos trabalhos de observação da natureza, entre eles existem terrários de formigas, minhocas, bichos da madeira, aranhas e etc...
Terrário
Arranjar uma caixa se possível transparente. Cobrir o fundo da caixa com dois dedos de terra (terra de plantas). Num lado da caixa, colocar o alimento (legumes, verduras, cascas de cenoura, rodelas de pepino, outros) e um papel humedecido.
Num dos cantos opostos a alimentação do caracol, criar o refúgio obscurecido (escuro), formado por aglomerado de folhas secas mas húmidas, cascas de árvores ou até pequenas armações de papelão.
Observação: Ponha também um papel humedecido e mude-o semana a semana. A utilidade deste papel que pode ser um guardanapo é fazer parte da construção do refúgio. Entre outros materiais, o papel pode se misturar com as folhas secas ou cascas de árvore com o objectivo de dar consistência ao refúgio e manter a humidade.
Apanhar num dia húmido, uma caracoleta ou caracol grande, tendo em atenção o lugar e o ambiente onde este foi apanhado.
Após introduzi-lo neste pequeno viveiro, deve-se borrifa-lo com água de tempos a tempo, e também o seu novo habitat.
De 3 em 3 dias fazer a limpeza do terrário, removendo assim os excrementos do caracol e os restos de comidas.
De vez em quando, assim pelo amanhecer é bom deixar o sol incidir sobre o terrário, pelo menos durante uns 15 minutos, para que a concha tenha mais consistência.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Materiais para o negócio.

A criação pode começar por ser artesanal, uma vez que a principal preocupação é a protecção do caracol dos predadores e o controle de humidade.

Inicialmente podemos usar madeiras, tijolos plásticos, redes e reaproveitar materiais usados. As paletes abandonadas são uma excelente casa e protecção para os caracóis.

Indo para o lado profissional, os viveiros, as estufas e todo os materiais usados na agricultura podem ser usados na helicicultura.

As embalagens para o transporte, são embalagens de plástico aberto que transportam vários sacos de rede contendo 1 kg. cada saco.
As embalagens unitárias contendo 1 kg. são de rede para manter o produto fresco e húmido, uma vez que o caracol é vendido vivo.

Caracol Ribatejano

Imagem original: mapas-portugal.


Região de Santarém tem os melhores caracóis do país

Os melhores caracóis em Portugal são apanhados na zona de Santarém e na Serra de Aire e Candeeiros, cujos terrenos calcários favorecem o crescimento do Helix Aspersa, nome científico do caracol comum europeu. Quem o afirma é Belmiro Domingos, um especialista em caracóis que, desde há cinco anos, percorre o país, com uma feira gastronómica dedicada às muitas maneiras de cozinhar o molusco.

Esta notícia foi publicada no Jornal "O RIBATEJO".


Legislação.

Ainda não há legislação que oriente a criação do caracol. Os caracóis importados não são controlados, e não se sabe o que eles comeram durante o seu desenvolvimento.
O objectivo é juntar os helicicultores e fundar uma associação para serem parceiros do ministério da agricultura e legislar a cerca dos caracóis, para sabermos aquilo que comemos, e incentivarmos os agricultores na helicicultura.