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segunda-feira, 28 de março de 2016

Zé, política e caracol

Do Zé para o Zé.

Somos um pais com excesso de corruptos e estes estão deixando o "Zé" cada vez mais teso e pessimista.
O verão de 2015 foi um dos mais curtos na vida dos Zés de todo Portugal e de quem é a culpa? Sem dúvida da passividade dos Zés do nosso país que não se erguem para reivindicarem pessoas como devem ser para nos governarem deforma honesta e mais justa. 
Nestes últimos anos, os sucessivos governos do nosso país resolveram tirar rendimentos em cima daqueles que não podem fugir ao fisco, por exemplo os proprietários e os pequenos comerciantes, estes são quem tem levado o povo as costas, porquê não conseguem fugir, mas são estes que dão dinheiros a terceiros como construtores, empreiteiros, compram materiais diversos, pagam licenças, contratam funcionários, geram riquezas e não os grandes empresários que arranjam subsídios para tudo, arranjam forma de não pagarem impostos e aplicam os seus dinheiros fora do pais onde os produtos são mais baratos devido a produção massiva de produtos e de mão de obra barata.

A classe média é a sustentabilidade do nosso país e estes pequenos empresários e proprietários estão a caminho da miséria e pobreza enquanto o governo ajuda os grandes empresários e banqueiros a ficarem cada vez mais ricos.
O pobre, beneficia de apoio do estado e se não paga não vai preso e nada pode tirar-lhes, a classe média sustenta empregados, dá trabalho a terceiros e fomenta o comércio e a produção de bens e serviços, porém se o governo espreme em demasia este desgraçado vai a falência e leva uma série de empresas, pessoas (activos) com ela. O rico estuda formas dentro da lei em como não pagar impostos e como contratar funcionários dando-lhes serviços precários a baixo custo e ainda por cima subsidiado pelo Estado que somos todos nós.

O que eu sei dizer é que até o IEFP dá o trabalho que lhes foi destinado como o de arranjar emprego para os milhares de desempregados a empresas de trabalhos temporários que são empresas particulares que vivem a custa do "Zé".
Isso mostra que até o humilde caracol é mais rápido a atingir os seus objectivos do que o nosso Portugal crescer de forma séria, fiável e sustentável.~



Este verão de 2015 foi curto para os Zés do nosso país que tiveram que contar os tostões para apreciarem o afamado caracol enquanto botavam abaixo uma cervejola numa esplanada em frente ao mar, momentos simples e cheio de magia que cada vez são mais raros.
Ainda me lembro dos 15 dias de férias que eu e os amigos tirávamos no Algarve, depois passou a 1 semana e agora são 4 dias devido a perda de rendimentos e os sucessivos aumentos de impostos.

A verdade é que as coisas mais simples como um pires de caracol e uma cervejola num local bonito estão cada vez mais distante da vida dos Zés.
O que eu tenho a dizer é:
"ZÉ" nunca deixe de lutar pelos seus sonhos nem que seja por um prato de caracóis na esplanada do Zé da esquina, não desista e afogue o pessimismo com uma fresquinha, mostre a estes políticos que estamos vivos e que como o caracol, mesmo devagar vamos longe e isso ninguém pode nos tirar.
Para sermos felizes não é preciso muito, basta um pires de caracóis e uma "jola" fresquinha acompanhado de um pouco de sol. 
Um abraço a todas as tascas sobreviventes e que resistem a ASAE, porquê o que é português é nosso!!!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Caracóis são bons de qualquer forma

Este ano de 2015 têm sido um bom ano como qualquer outro para o consumo de caracol, porém tenho observado as contradições de alguns degustadores destes famosos moluscos gastrópode que habitam nossos terrenos baldios e quintais.
Fui convidado por amigos para diversos convívios desde Junho deste ano de 2015 e reparei que as caracoletas, apanhadas ou compradas nos hipermercados não são lavadas pela maioria dos consumidores e tal como estão vão directamente para a chapa quente. Se é bom é não há dúvida, mas onde está a higiene? Será que o lume mata tudo? E os caracóis estrangeiros, o que comem além da ração? Quais as fazes em cativeiro que o animal vive, condições de higiene, quem sabe!!! A verdade é que sujos ou limpos eles marcham a mesma e muito de nós pagamos bem por eles. Saúde é o que eu desejo....

Deixo aqui uma receita para os apreciadores..
 Eis a receita 

INGREDIENTES 


- 2 kg de caracóis 

- 80 g de alho 

- 60 g de cebola 

- 2 cubos de caldo de galinha, (se por acaso tiver a água da cozedura de aves é o melhor).

- 2 a quatro malaguetas (a gosto) 

- Orégãos em rama 

1º  passo: Certificar-se de que todos os animais estão vivos antes de os meter no tacho
2º passo: Os caracóis devem ser bem lavados em água corrente antes de começarem a ser cozinhados. 
3º passo: Convém por os caracóis num tacho largo, afim de distribuir igualmente o cozimento e cobertos de água até uma altura de dois dedos, não mais que isso.
Neste tacho podemos deixa-los entre 10 a 15 minutos repousando para que eles larguem as impurezas, não convém mais tempo se não eles ficam demasiados moles.

Nesta altura já estão todos fora da casca, deixe escorrer a maior parte da água e logo a seguir nivele com água nova por cima o nível dos caracóis, cerca de dois dedos. 
Inicia-se a cozedura em lume brando, porquê a cozedura rápida não apura o sabor dos caracóis e destrói o corpo do gastrópode.
A cozedura é feita sem os temperos, que só devem ser adicionados depois de os caracóis estarem mortos. Adicionados os ingredientes, deixa-se cozinhar até levantar fervura. O molho só deve ferver durante três a quatro minutos. Os orégãos em rama são mergulhados durante a fervura e retirados mal se apaga o lume. Deve deixar os caracóis a repousar durante dez minutos antes de servir.

Estas dicas podem ser encontradas "em venda de caracóis".

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Festival do Caracol e da Sangria na Portela das Padeiras em Santarém

O jornal O Ribatejo desta semana informa sobre: 

Festival do Caracol e da Sangria na Portela das Padeiras em Santarém

sábado, 25 de julho de 2015

Mesmo com a crise desce mais uma cervejinha e um pires de caracol.



Ainda recebo mails de portugueses no estrangeiro e não só que me perguntam como se eu fosse um grande entendido.... Vamos a portugal no verão e gostaríamos de saber onde podemos comer o famoso caracol?
A verdade é que o verão chama pela "imperial" e pelos famosos caracóis que disputam nas explanadas o concorrido espaço entre ameijoas, camarões e o acessível tremoço.  

Quanto aos melhores lugares é discutível porquê as classes sociais também fazem separação e distinção dos espaços de convívio, porém deixo aqui alguns dos lugares badalados entre tantos outros existentes no nosso país.


Cervejaria Germano
Em altura de Santos Populares, a casa de Marvila avisa que não há sardinhas. Só caracóis e caracoletas.
Onde: Rua Vale Formoso de Cima, 127B, Marvila, Lisboa
Quando: Todos os dias excepto à terça, das 8h00 às 22h00
Tel.: 218 596 634


Júlio dos Caracóis 
Um pires a 3,5 euros, um prato a 5 euros. O nome da casa diz tudo. No Júlio dos Caracóis (filho do Menino), já se sabe qual é a especialidade. Também há caracoletas assadas e petiscos para quem não gosta de caracóis.
Onde: Rua Vale Formoso de Cima, 40B, Marvila, Lisboa
Quando: De terça a sexta, das 10h00 às 22h30; sábado e domingo das 16h00 às 22h30


Eduardo das conquilhas
A especialidade do restaurante que cumpriu agora 150 anos vem do mar, as conquilhas, mas também há petiscos da terra nesta altura do ano. 
Onde: Rua Capitão Leitão, 118, Parede, Cascais
Quando: Todos os dias excepto à quarta, das 12h00 à 1h00
Tel.: 214 573 303


Venezuela 
A pequena tasca de Campo de Ourique serve pregos e bifanas, torresmos, salpicão alentejano e afins. No Verão é conhecida pelos caracóis nas poucas mesas da esplanada, bem acompanhados por uma imperial.
Onde: Rua Coelho da Rocha, 91B, Campo de Ourique, Lisboa
Quando: De segunda a sexta, das 9h30 às 23h00; sábado das 9h30 às 17h00
Tel.: 213 964 942

Independentemente do lugar, não se esqueçam de olharem no seu "bairro", pois podem ficar surpreendidos com o que a vizinhança pode fazer.
Os caracóis estão por todo o lado  e os preços não são tabelados. O custo actualmente é de 2 a 3,00 euros por quilograma para o riscado e para a caracoleta é de 5 a 7,00 euros mas no prato o modesto caracol pode render várias dezenas de euros acompanhado de pão e cerveja com o arremate final de sobremesa e café....

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Negócios, caracóis e o país.

Estamos no fim de Agosto, o verão está desaparecendo com o avançar do tempo incerto deste ano de 2014. Até agora, o vento e o frio ganhou vantagem sobre os dias de verão e as praias ressentiram com a diminuição dos visitantes, podemos dizer que o nosso verão está como a nossa economia, fria e falida.
Mas ainda existem bons negócios por ai, falta é o dinheiro nas mãos do povo para consumir os serviços e produtos disponíveis que os nossos cada vez mais escassos comerciantes têm para oferecer aqueles que podem pagar esta troca de serviços.
Os caracóis são um desses negócios: Nem com a crise o preço baixou e a oferta de variantes pratos aumentaram, por exemplo: 

As receitas à base de caracol, onde nem as crianças foram esquecidas. Pode assim ser encontrado o caracol tradicional cozido, a caracoleta grelhada na chapa, o caracol à S. Nuno Álvares Pereira, à Fernão Magalhães, à Helicicultor, feijoada de caracoleta, fondue de caracol, omelete de caracol, à confrade, escargot à Francesa, à pescador, com caril, sopa de caracol e caracol à criança e ainda outros pratos como o empadão e etc...

Está chegando Setembro o mês da volta das aulas e das despesas, do início da realidade e do pagamento do cartão de crédito e ainda da volta dos serviços públicos, Tribunais, Finanças  e da aprovação dos aumentos de impostos sobre o "Zé Povinho", mas os caracóis estarão lá a nossa espera, congelados em algumas centenas de arcas distribuídas por todo o país, pois este ano o caracol sobrou devido ao escasso turismo português que está cada vez mais reduzindo as suas despesas. É a travagem do consumo, enquanto tivermos no poder caracóis que fazem a gestão de Portugal, vamos demorar demasiadamente a ter uma qualidade de vida aceitável.

domingo, 3 de agosto de 2014

iBahia - Artista cria maquiagens inusitadas com insetos, caracóis e pedras

iBahia - Artista cria maquiagens inusitadas com insetos, caracóis e pedras

veja todas as fotos e todo o trabalho artístico de "Svenja Schmitt" , clicando no link...

A beleza é algo que "ultra" ultrapassa limites que não existem na criação de uma visão artística plasmada em qualquer superfície de apoio, seja ela qual for...

Svenja Schmitt é  uma artista alemã que cria seus makes extremos e personalizados.

Svenja Schmitt, de Berlim, não se limita em usar os tradicionais delineadores, bases, sombras e batons. Ela prefere  muita cor e brilho em suas maquilhagens e finaliza o look com estrelas do mar, insectos, penas, flores e caracóis, entre outros.

A alemã, também conhecida como PixieCold, é arrojada nas suas criações e não tem medo de experimentar novos materiais.
Os olhos são o foco do trabalho da alemã, pois são a parte do rosto que mais a fascina. Eles são capazes de mostrar muito mais que aparenta

As imagens dos makes extravagantes são mostradas em seu site, onde ela também dá tutoriais de como criar os mesmos looks peculiares e exóticos.

domingo, 13 de julho de 2014

Caracóis para a Argélia e mel para o Brasil


Portugal já pode exportar caracóis para a Argélia e mel para o Brasil

Só este ano foram desbloqueados 35 produtos que, até agora, eram interditos em dezenas de países. Em Setembro, o Governo deverá deslocar-se ao Brasil para conseguir a exportação de citrinos e nectarinas.
Caracóis para a Argélia, produtos lácteos para o Qatar, alimentos para cães para Marrocos ou dióspiros e mel param o Brasil. A lista de produtos que este ano conseguiram quebrar as barreiras à exportação já soma 35 itens diferentes que vão desde carne de vaca e animais vivos (como cães, gatos e pintos) a sémen de cavalo.

A lista da Secretaria de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-Alimentar resume os dossiês abertos desde Janeiro e inclui países como o Canadá (que já aceita receber carne de porco), a Colômbia, a Coreia do Sul, Israel ou, por exemplo, a Federação de São Cristóvão e Nevis, para onde se pode vender, pela primeira vez, cães e gatos, por exemplo.

sábado, 12 de julho de 2014

Caracóis invasores no "CAMACHO"


No Camacho
Orientação é que os veranistas limpem seus imóveis, retirem os entulhos e cortem a grama
Mutirão retira mais de 15 mil caracóis africanos no Camacho
Em três dias de mutirão 15,5 mil caracóis africanos foram retirados das ruas e residências do Balneário.

Camacho, em Jaguaruna. Conforme a responsável pelo controle destes invasores da gerência regional de saúde, Claudia Bezaliete Ochs, a ação diminuirá a população desse animal, no entanto, é fundamental que o combate ao caramujo continue.

“A acção foi positiva, mas também demonstrou que o índice de infestação é muito grande. Os invasores não estão controlados. Para que isso aconteça é preciso o envolvimento, a sensibilização e a mobilização dos moradores do Camacho e veranistas. É fundamental que os veranistas limpem seus imóveis, retirem os entulhos e cortem a grama, por exemplo. Só assim podemos evitar a proliferação para outras localidades vizinhas”, ressalta Cláudia.

Segundo o secretário de Saúde de Jaguaruna, Jailton Lima, o combate aos invasores continuará. “A população do Camacho deve continuar retirando os caramujos dos próprios terrenos. Os moradores devem manter os cuidados necessários na hora de retirá-los. Disponibilizaremos dois latões para o depósito dos moluscos, um no posto de saúde e outro no posto de combustíveis”, reforça. Esses caracóis recolhidos já foram queimados e enterrados com cal. O município vai continuar o procedimento de queima com o recolhimento pelos moradores e veranistas.
Colaboração: Eduardo Zabot/Comunicação Jaguaruna

Veja: ENGEPLUS

terça-feira, 1 de abril de 2014

Caracóis raros

Matéria e fotos pertencem ao blog hype SCIENSE

Caracóis tropicais minúsculos com belas conchas que parecem jóias estão se extinguindo quase tão rápido quanto os cientistas o estão descobrindo.

Uma população isolada de um caracolraro, registrado pela última vez em Fife, Escócia, 110 anos atrás, foi redescoberta.
O avistamento do caracol (Cochlodina laminata) foi recebido pelo Centro de Registros Naturais de Fife, depois de um relatório de um membro do público.

Veneno de caracol pode vir a ser utilizado na dor crónica

O veneno letal do caracol marinho «Conus geographus» pode vir a ser utilizado no tratamento da dor crónica em doentes com cancro, sida, Alzheimer ou diabetes, anunciou hoje à Lusa o geneticista Agostinho Antunes, que participou na investigação.

Veja mais em TVi 24

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A HISTÓRIA DO EMPRESÁRIO AMÂNDIO ASSIS



A qualidade do produto confeccionado na Caracol Real é a grande preocupação do empresário Amândio Assis, um alentejano de Évora que há 30 anos escolheu viver no Sabugal, onde instalou um negócio que progressivamente se foi afirmando.

Embora alentejano de nascimento, foi criado em Lisboa e esteve alguns anos em África. O seu primeiro contacto com o Sabugal deu-se quando ainda era muito jovem e integrava um grupo musical que foi actuar à Casa do Concelho do Sabugal, em Lisboa. «Na altura estava muito longe de imaginar que um dia viria para o Sabugal», confessa Amândio Assis. A verdade é que por diversas circunstâncias acabaria mesmo por vir para ao concelho do Sabugal onde iniciou um negócio pioneiro: a confecção e venda de caracol pronto a comer.
«Estabeleci um pequeno café. Como sou do Sul passei a servir doses de caracol, um petisco que na altura tinha pouca aceitação nestas terras. A verdade é que os meus caracóis tiveram sucesso e passei mesmo a fornecer caracol pronto a comer a outros bares», recorda Amândio Assis.

O negócio foi-se expandido e em poucos anos Amândio Assis «conquistou» o Centro e o Norte do País. Foi mesmo pioneiro no negócio da produção e venda de caracol pronto a comer, obtendo o primeiro licenciamento nacional para esse efeito. Hoje fornece cerca de 30 hipermercados e vende a empresas de distribuição que exportam o seu produto para a Suíça, França, Alemanha, Inglaterra, Espanha e Estados Unidos.

Sendo o caracol um petisco de Verão, que se consome de Maio a Setembro, passou a produzir também outros petiscos, assim ficando menos refém da sazonalidade do negócio. Além do caracol pronto a comer, confecciona caracoleta recheada, feijoada de caracol (uma iguaria muito apreciada), moelas, e outros petiscos. «Tudo tem o seu segredo, seja nos condimentos ou na forma de cozinhar, mas o que garanto é que apenas confeccionamos petiscos recorrendo a receitas próprias, com base em produtos naturais e sem recurso a quaisquer conservantes», garante o empresário.

Veja esta história do Caracol Real(Entrevista publicada a 5 de Maio de 2008 no Blogue Capeia Arraiana.)


Importação e exportação Francisco conde

Reportagem Vida de Caracol - Visão.pt
Veja esta reportagem completa:

Vida de Caracol

O lento percurso dos gastrópodes de um dos maiores importadores nacionais - do armazém à travessa


Francisco Caetano, 60 anos, é um empresário optimista, coisa rara nos tempos que correm. Proprietário da empresa de importação e exportação Francisco conde, acredita que este é um ano particularmente bom. Para os caracóis, pelo menos. "As previsões são altas, espero vender cerca de 2 mil toneladas", diz, confiante. Na época forte de consumo de caracóis, entre abril e finais de agosto, os camiões chegam ao seu armazém, em Brejos de Azeitão, na Margem Sul, a um ritmo quase diário. Todas as madrugadas é preciso descarregar o material - isto é, os caracóis, que vêm de Marrocos - e, nas horas seguintes, pô-los a repousar na arca frigorífica. 
O turno da manhã começa às nove horas. E desde logo começa a seleção minuciosa das três espécies: teba pisana (os tradicionais caracóis), otalla latia (riscada, mais pequena e utilizada para cozer) e hélix aspersa (a caracoleta maior para grelhar e a mais cara das três espécies). Após esta "lupa" humana, que serve para detectar as cascas partidas, também se separam as caracoletas grandes das pequenas. Por fim, vão para a máquina, a fim de serem embaladas em sacos de um quilograma. Esta é a última tarefa que aqui se executa, antes de os caracóis seguirem para os clientes que, segundo diz Francisco Caetano, são de todo o País, de Vila do Bispo a Viana do Castelo. Em Lisboa, um dos clientes mais conhecidos é o Júlio dos Caracóis, na Rua Vale Formoso, número 140 B, chefiado por Vasco Rodrigues, filho do Júlio dos Caracóis. Há mais de 50 anos que são especialistas em caracóis, mantendo o segredo da confeção e as quantidades servidas. Sem reservas, Vasco Rodrigues diz que prefere os caracóis marroquinos aos nacionais: "Têm o dobro do tamanho", justifica.

FRANCISCO CONDE
Pontos de venda: Pingo Doce, Jumbo e Makro; lojas take-away Casa dos Caracóis: Barreiro, Montijo, Foros de Amora, Brejos de Azeitão e Lagoinha
Preços: €5 (750 ml), €8,50 (1200 ml), €13 (1,650 ml), €21 (2,50l), €29 (5l)

Ler mais: http://visao.sapo.pt/vida-de-caracol=f732969#ixzz2lE4SSDGi

Insectos o futuro da alimentação Mundial



Quando os alimentos estiverem escassos sem dúvida nenhuma, os isentos serão o maiores contribuintes para a nossa alimentação e a solução para acabar com a fome no mundo.
Não existe nada em maior número no planeta que se possa comer, a não ser os insectos. Se repararmos bem, todos animais comem insectos como se fossem manjares dos deuses, enquanto nós sonhamos com lagostas e camarões grelhados. Em muitos países asiáticos, espetadas de baratas, gafanhotos e escorpiões são a perdição dos consumidores de salgados e petiscos. 

Imagem de: Comer Insectos

A poucos anos atrás, comer comida chinesa ou japonesa não era para todos. Dentro do cardápio havia muitos pratos que para um Europeu ou Sul Americano, revoltava os estômagos dos mais sensíveis. Hoje comidas como o sushi, "peixe cru" já faz parte da cozinha mundial assim como nós que passamos a ser "cidadão do mundo" (globalização).
A cozinha chinesa é muito versátil e variada, se estivermos atentos a este tipo de restaurante e observarmos quando entra um chinês típico, ao contrário do chinês ocidentalizado, podemos ver que aquilo que ele come não está no cardápio ou não é feito da mesma forma que é servido ao cidadão comum.
Penso que para nós europeus, pode causar alguma repugnância alguns ingredientes que compõem a receita original.   

Nesta última década têm sido falado, publicitado, e noticiado sobre as mudanças e as influências da alimentação a nível mundial. Diversos países, têm aberto restaurantes alternativos onde se come uma boa parte dos insectos conhecidos pelo homem. Seja no Brasil, Austrália, EUA, entre outros.

No Oriente esta prática é frequente, na Ásia já existem produções de insectos para consumo e em algumas zonas agrícolas já se deixou de usar químicos para matar as pragas, pois estas  pragas significam, comida e um fonte de enriquecimento económico para o comércio e para o país. Agora já existem trabalhadores contratados para a apanha dos insectos. Ganha ios agricultores que poupam no combate as pragas, ganham os comerciantes de insectos que ganham o sustento e o governo. Tailândia, Vietname, são alguns desses países.
Nas escolas desses países já são servidas refeições de insectos, os alunos comem o prato cheio de baratas, gafanhotos, grilos, assim  como quem come um pastel de nata ou uma sanduíche de fiambre ou mesmo uma maçã.  É tão natural para esses povos que ninguém a não ser os estrangeiros é que estranham este comportamento social e cultural. 


Os caracóis, ainda são novidades para alguns países, mas já começam a serem explorados na cozinha e no comércio,. a publicidade e a globalização chegam a todo lado. Cada vez mais podemos comer, vestir-nos e usarmos os produtos mais exóticos dos países mais distantes. O que não temos, basta irmos a Internet e encomendar. A informação hoje anda demasiadamente rápida, pode ser bom para algumas coisas e más para outras, tudo depende apenas de quem procura e quem compra.
Nestes próximos anos haverá sem dúvida uma invasão informativa e de incentivo ao consumo de insectos, pois eles podem ser a resposta para a salvação do planeta ou a preservação do mesmo, "quem sabe"?


Os insectos são a solução para alimentar as gerações futuras, espera-se um grande aumento populacional no futuro e a carne não é viável para alimentar milhões de bocas. A produção de carne exige muitos recursos, recursos esses que prejudicam o planeta, em outras palavras "não é sustentável". Os factores que fazem parte desta produção passa pelo consumo e gasto exagerado de água e na poluição que o animal gera em todo o seu ciclo de vida, contribuindo e aumentando a emissão de gases na atmosfera.







A ONU recomenda: coma insectos.

A Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura lançou, nesta segunda-feira (13), um programa com o objectivo de incentivar a criação de insectos para combater a fome.

O que tem para o jantar? Gafanhotos fritos, besouros ou larvas. Não estamos no Oriente, mas em um restaurante americano, onde a moda já começa a se difundir.
Veja o vídeo em Jornal nacional

Veja também este site: Verde a cor nova

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


FAO promove comer insetos nauseabundos para “salvar o planeta”

Escorpiões na China
O professor Arnold van Huis, da Universidade Wageningen, Holanda, e seu colega Dennis Oonincx, promovem a idéia de comer insectos para salvar o planeta, no contexto de um plano promovido pela FAO. 




Quiche de minhoca ou larva de besouro, rolinho primavera de grilo e outros pratos feitos com insectos nauseabundos estão no cerne de uma “dieta saudável, barata e ecológica”, cujo estudo foi encomendado pelo órgão da ONU contra a fome. 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cerveja não é só para caracóis

Desde dar sabor à comida a nutrir a  pele como sais de banho , a cerveja faz quase  tudo além de ser a bebida da preferência nacional. Veja como: 

1 - Marinar carne. 
Coloque a carne num saco de plástico e despeje cerveja até cobri-la por completo. Dê um nó ao saco e aguarde algumas horas, para dar tempo da carne absorver a cerveja.  Em seguida, já a pode cozinhar.  Além da carne ficar mais saborosa,  o ácido da cerveja vai ajudá-la a ficar mais tenro.  

2 - Polir peças de cobre. 
Não é necessário comprar produtos químicos  para polir as  peças de cobre. Embeba-as em cerveja, aguarde umas horas e depois limpe. Nem precisa esfregar muito. A cerveja faz o serviço sozinha. 

3 – Como  sais de banho.
Despeje algumas garrafas  na banheira cheia de água e espere alguma tempo.  A levedura da cerveja é rica em vitaminas óptimas para a pele. De seguida, tome uma chuveirada. 

 4 - Dar brilho ao cabelo. 
Esfregue o cabelo com cerveja enquanto o lava e pronto.  Há quem diga que o vinagre faz o mesmo efeito.

5 – Tratamento da insónia.   
Lave as  fronhas à mão com um pouco de cerveja.  A essência da cevada vai passar para a fronha um aroma parecido com o de nozes, ajudando-o a sentir-se mais relaxado. 






A cerveja foi elevada ao status do vinho no que diz respeito aos benefícios à saúde. Um novo estudo espanhol comprovou que tomar uma caneca da bebida por dia combate diabetes, evita ganho de peso e previne contra hipertensão. Além de ter graduação alcoólica baixa, a cerveja contém ainda ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio - nutrientes que protegem o sistema cardiovascular.

“Nesse estudo, nós conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que ela tem cerca de 200 calorias por caneca - o mesmo que um café com leite integral”, destaca a médica Rosa Lamuela, uma das responsáveis pela pesquisa feita em parceria entre a Universidade de Barcelona, o Hospital Clínico de Barcelona e o Instituto Carlos III de Madri.
Veja a notícia completa na VEJA
A cerveja serve também para: 

REGAR as PLANTAS
Dar uma borrifada na terra, de vez em quando, é excelente, pois serve de alimento para as bactérias beneficiais às plantas.

AFASTAR ABELHAS, VESPAS E OUTROS INSECTOS
Ponha pratos ou copos baixos com cerveja ao pé da zona de convívio.

ARMADILHA DE MOSCA-DA-FRUTA
Ponha um pouco de cerveja num copo ou numa garrafa plástica  e tampe com plástico filme, deixando só um furo para as moscas entrarem. E nunca mais saírem.

ARMADILHA DE BARATA
Molhe um pedaço de pão  na cerveja e ponha dentro de um pote e passe vaselina por dentro da boca, sem tampa. Com isso, elas conseguem entrar, mas não conseguem sair.

LAVAR O CABELO
Lavar os cabelos com cerveja choca é óptimo para dar brilho.Dizem que lavar os cabelos com cerveja choca dá um super brilho nas madeixas.Algumas pessoas recomendam afundar o cabelo na cerveja, deixar por alguns minutos e enxaguar e outras dizem que é uma boa ferver até que boa parte da cerveja evapore e misturar o que resta no shampoo.

SOLTAR PARAFUSOS ENFERRUJADOS
Ponha um pouco de cerveja naquele parafuso enferrujado para facilitar que ele saia do lugar.
Aos descuidados, loiras e recém libertados da casa dos pais, CUIDADO! Não façam isso se o prego estiver ligado à um aparelho electrónico.

VERNIZ
Cerveja também serve de verniz. E ainda pode trazer um cheiro bem terapêutico se você curte o aroma da cevada.