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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Vida de Caracol

Vida de Caracol

O lento percurso dos gastrópodes de um dos maiores importadores nacionais - do armazém à travessa



Francisco Caetano, 60 anos, é um empresário otimista, coisa rara nos tempos que correm. Proprietário da empresa de importação e exportação Francisco conde, acredita que este é um ano particularmente bom. Para os caracóis, pelo menos. "As previsões são altas, espero vender cerca de 2 mil toneladas", diz, confiante. Na época forte de consumo de caracóis, entre abril e finais de agosto, os camiões chegam ao seu armazém, em Brejos de Azeitão, na Margem Sul, a um ritmo quase diário. Todas as madrugadas é preciso descarregar o material - isto é, os caracóis, que vêm de Marrocos - e, nas horas seguintes, pô-los a repousar na arca frigorífica.

Veja a notícia completa em: VISÃO
FRANCISCO CONDE

Pontos de venda: Pingo Doce, Jumbo e Makro; lojas take-away Casa dos Caracóis: Barreiro, Montijo, Foros de Amora, Brejos de Azeitão e Lagoinha
Preços: €5 (750 ml), €8,50 (1200 ml), €13 (1,650 ml), €21 (2,50l), €29 (5l)

terça-feira, 20 de setembro de 2011


Um negócio fantástico.

Para quem aprecia histórias de sucesso e de curiosidades, recomendo o blog meninolopes que têm uma notícia de 2007.
Esta imagem pertence ao LitoralSaquarema


A venda de caracóis começou por ser mais uma experiência de negócio, mas em breve Francisco Caetano percebeu que a escassez do produto em Portugal favorecia o negócio da importação. A empresa prosperou e hoje toda a família está envolvida. Os dois filhos do casal trabalham na Francisco Conde e um deles está em Marrocos a gerir a sucursal da empresa no país africano. Com três camiões de grande porte, várias carrinhas de distribuição e um armazém dotado de câmaras frigoríficas e várias máquinas que facilitam o processo de lavagem, selecção e embalagem dos animais, a empresa é um caso de sucesso.

Um dos clientes de Francisco Caetano é Vasco Rodrigues, proprietário do restaurante O filho do menino Júlio dos Caracóis, nos Olivais, Lisboa. É uma das casas mais afamadas da capital para provar o petisco e os clientes chegam de todas as partes: “Tenho um senhor que chega a vir de França de propósito para vir comer caracóis”, garante Vasco Rodrigues, que se mantém ao leme do restaurante fundado pelo pai há mais de 50 anos.