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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Animais estão sendo dissolvidos

O pesquisador da Universidade de Cambridge, Geraint Tarling, capturou alguns caracóis marinhos nas águas da Antártica e chegou a uma conclusão assustadora: graças à acidez crescente dos oceanos, os animais estão sendo dissolvidos vivos pelas próprias águas. O efeito mais aparente é que os bichos estão perdendo seus cascos, ficando mais vulneráveis.
A acidificação dos oceanos, como você pode imaginar, é resultado da ação do homem - especificamente, da emissão exagerada de CO2 na atmosfera. Quando o CO2 entra em contato com a água, forma ácido carbônico, que reage com o cálcio, corroendo conchas de caracóis e outros moluscos.
A pesquisa de Cambridge representa as primeiras provas de que os moluscos estão sendo afetados pela acidificação dos oceanos que, segundo outros estudos, está aumentando à taxa mais rápida dos últimos 300 milhões de anos.
Soluções para controlar o fenômeno são: jogar calcário no oceano, o que controlaria a acidez, mas poderia afetar o ecossistema de outras maneiras, ou então diminuir as emissões de CO2, medida que faria mais sentido mas que, como sabemos, não é nada simples.

Via
Gizmodo
 
Imagem de: Revista galileu

terça-feira, 13 de março de 2012

Curiosidades do mundo científico

A primeira história envolve caracóis marinhos, neste caso os conus consors, que estão entre os dez animais mais venenosos do mundo e usam esta toxina para paralisar as suas presas. Os investigadores têm vindo a avaliar a utilização desta substância para substituir a morfina, devido ao facto de ser cerca de mil vezes mais potente e não viciante, e a tecnologia de computação em grelha está a dar uma ajuda preciosa na modificação do composto para produzir um novo analgésico, como explicam Alexandre Bonvin e Henry Hocking do projeto CONCO, da universidade de Utrecht.
Veja mais em:

Caracóis marinhos

A primeira história envolve caracóis marinhos, neste caso os conus consors, que estão entre os dez animais mais venenosos do mundo e usam esta toxina para paralisar as suas presas. Os investigadores têm vindo a avaliar a utilização desta substância para substituir a morfina, devido ao facto de ser cerca de mil vezes mais potente e não viciante, e a tecnologia de computação em grelha está a dar uma ajuda preciosa na modificação do composto para produzir um novo analgésico, como explicam Alexandre Bonvin e Henry Hocking do projeto CONCO, da universidade de Utrecht.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Alterar memórias através de proteina de caracóis marinhos

Cientistas do UCLA, nos EUA, acabam de descobrir uma proteína que, ao ser desactivada, tem a capacidade de enfraquecer memórias. O estudo foi publicado na revista científica Journal of Neuroscience.


No futuro, “acho que vamos ser capazes de alterar as memórias para reduzir o trauma nos nossos cérebros”, afirmou o investigador principal, David Glanzman, professor de biologia integrativa e fisiologia e de neurobiologia no UCLA.



David Glanzman e colegas explicam que através da proteína quinase eliminaram, ou que pelo menos enfraqueceram substancialmente, as memórias de longo prazo num caracol marinho chamado Aplysia.
 
Veja a notícia completa em: cienciahoje

sexta-feira, 4 de março de 2011

Peixe, marisco e gansos eram o menu nas ilhas Channel, Califórnia, há 12000 anos - Ciências - PUBLICO.PT


Peixe, marisco e gansos eram o menu nas ilhas Channel, Califórnia, há 12000 anos - Ciências - PUBLICO.PT
As pessoas que viviam há 12000 anos nas ilhas Channel, perto da cidade de Santa Bárbara, na costa da Califórnia, alimentavam-se da fauna marítima e das aves que pousavam ali. Uma equipa de arqueólogos encontrou três locais com restos da fauna e com pontas de sílex utilizadas para caçar na terra e no mar. O fabrico não é conhecido na famosa cultura Clóvis, que se pensa ser responsável pela invasão humana do continente Americano. O estudo foi publicado na edição da revista Science.
Os materiais são feitos de sílex (Universidade de Oregon)

Há 12000 anos as Channel era diferente. O grupo de quatro ilhas do Norte do arquipélago, a algumas dezenas de quilómetros da costa da Califórnia, fazia um único pedaço de terra mais largo. O nível médio do mar era entre 50 e 60 metros mais baixo devido aos glaciares da última glaciação ainda não terem descongelado. As pequenas aldeias junto da costa alimentavam-se de gansos, corvos, albatrozes, mamíferos marinhos, peixes, mexilhões, caracóis marinhos e gastrópodes.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Produto natural para os ossos é encontrado no mar

negócios de caracóis Imagem original: saude.acontecebahia
Produto natural para os ossos é encontrado no mar
Medicina natural marinha

Um dos mais recentes presentes que a Mãe Natureza deu para a ciência médica parece ser um modelo ideal para o desenvolvimento de novas drogas para fraturas graves, osteoporose e outras doenças dos ossos.

O presente obviamente foi entregue pela natureza há muito tempo, mas só agora os cientistas o encontraram: ele estava bem escondido dentro das cianobactérias que moram nos recifes de coral.

Estima-se que mais da metade dos medicamentos existentes hoje são da família dos "produtos naturais".

Eles vêm de árvores, caracóis, veneno de escorpião, bactérias do solo, plantas e animais. No entanto, até agora apenas alguns poucos vêm do mar.

Jiyong Kong e seus colegas apresentaram o largazole, batizado em homenagem à localidade de Key Largo, na Flórida, onde as cianobactérias marinhas foram identificadas, em um artigo publicado na revista científica Medicinal Chemistry Letters.

Restante notícia pode ser encontrada: Diário da Saúde

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Caracóis luminosos.

Cientistas do Instituto de Oceanografia da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) revelaram recentemente detalhes das luzes produzidas pela espécie de caracol marinho Hinea brasiliana, que geralmente se agrupa em litorais rochosos.
Os pesquisadores descobriram que esses animais, em vez de produzir um foco de luz, usam suas conchas para espalhar uma luz bioluminescente verde em todas as direções.
Veja noticia completa e original em: BBC Imagem do mesmo blog.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Super analgésico feito de caracóis marinhos

PRIALT, o super analgésico feito de caracóis marinhos .

O analgésico mais forte da indústria farmacêutica é derivado de um caracol.

Segundo pesquisas, o novo medicamento só é indicado para ser usado em pessoas que possuem dores agudas a mais de 6 meses sendo provocada pelos mais diversas causas, como graves ferimentos, dores crônicas, ligadas a alguma doença proeminente de câncer ou aids

 
Prialt é na verdade a versão sintética de um princípio ativo natural encontrado em caracóis marinhos. Segundo o site da empresa (http://www.prialt.com/), Prialt é o único medicamento não-opióide, ou seja, não derivado do ópio, que é aprovado para o tratamento da dor crônica severa. A nova droga é contra-indicada em pacientes com hipersensibilidade a qualquer tipo de ziconotida ou dos componentes que fazem parte da formulação. É advertido também que pacientes com histórico de psicose não devem ser tratados com Prialt.

Ver matéria completa e oficial em:

Jornal Ciência