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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Espécies ameaçadas na Europa
sexta-feira, 4 de março de 2011
Peixe, marisco e gansos eram o menu nas ilhas Channel, Califórnia, há 12000 anos - Ciências - PUBLICO.PT

Peixe, marisco e gansos eram o menu nas ilhas Channel, Califórnia, há 12000 anos - Ciências - PUBLICO.PT
As pessoas que viviam há 12000 anos nas ilhas Channel, perto da cidade de Santa Bárbara, na costa da Califórnia, alimentavam-se da fauna marítima e das aves que pousavam ali. Uma equipa de arqueólogos encontrou três locais com restos da fauna e com pontas de sílex utilizadas para caçar na terra e no mar. O fabrico não é conhecido na famosa cultura Clóvis, que se pensa ser responsável pela invasão humana do continente Americano. O estudo foi publicado na edição da revista Science.
Os materiais são feitos de sílex (Universidade de Oregon)
Há 12000 anos as Channel era diferente. O grupo de quatro ilhas do Norte do arquipélago, a algumas dezenas de quilómetros da costa da Califórnia, fazia um único pedaço de terra mais largo. O nível médio do mar era entre 50 e 60 metros mais baixo devido aos glaciares da última glaciação ainda não terem descongelado. As pequenas aldeias junto da costa alimentavam-se de gansos, corvos, albatrozes, mamíferos marinhos, peixes, mexilhões, caracóis marinhos e gastrópodes.
As pessoas que viviam há 12000 anos nas ilhas Channel, perto da cidade de Santa Bárbara, na costa da Califórnia, alimentavam-se da fauna marítima e das aves que pousavam ali. Uma equipa de arqueólogos encontrou três locais com restos da fauna e com pontas de sílex utilizadas para caçar na terra e no mar. O fabrico não é conhecido na famosa cultura Clóvis, que se pensa ser responsável pela invasão humana do continente Americano. O estudo foi publicado na edição da revista Science.
Os materiais são feitos de sílex (Universidade de Oregon)
Há 12000 anos as Channel era diferente. O grupo de quatro ilhas do Norte do arquipélago, a algumas dezenas de quilómetros da costa da Califórnia, fazia um único pedaço de terra mais largo. O nível médio do mar era entre 50 e 60 metros mais baixo devido aos glaciares da última glaciação ainda não terem descongelado. As pequenas aldeias junto da costa alimentavam-se de gansos, corvos, albatrozes, mamíferos marinhos, peixes, mexilhões, caracóis marinhos e gastrópodes.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Represas com esquistossomose
Represas do Assentamento Itamarati estão contaminadas
Mercosul News/PX
A Represa do Balde é uma das várias existentes no Assentamento Itamarati I, utilizada para captação de água para irrigação. Foi muito usada pela antiga Fazenda Itamarati para projectos de piscicultura e hoje está infestada por caramujos contaminados com esquistossomose. A advertência é do Centro de Controle Epidemiológico de Ponta Porã, que colectou água para análise e fixou uma placa proibindo sua utilização ou contacto dos moradores com a água.
De acordo com as autoridades sanitárias, um caso está em análise, de um morador que estaria contaminado pela doença. Moradores próximos da represa estão limpando os tanques para criação de peixes, para tentar reactivá-los. Isso seria um perigo para a saúde, já que os peixes também seriam contaminados. A infecção ocorre quando a pele entra em contacto com água contaminada nas quais vivem certos tipos de caracóis que carregam a esquistossomose.
A água fica contaminada pelos ovos da Schistosoma quando pessoas infectadas urinam ou defecam nela. Os ovos eclodem e, se certos tipos de caracóis estiverem presentes na água, o parasita cresce e se desenvolve dentro deles. O parasita deixa o caracol e entra na água, onde pode sobreviver por em torno de 48 horas. As parasitas Schistosoma podem penetrar na pele de pessoas que estão se banhando ou nadando na água contaminada de lagos, canais ou rios.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Poluição, reprodução demasiada de caracóis
Problemas nas bacias
Um diagnóstico realizado pela SOS Amazónia e que está em fase de conclusão deve ser apresentado oficialmente em março próximo e já aponta problemas nas bacias dos rios Paraná dos Mouras e Liberdade. O relatório preliminar indica que muito lixo é jogado nessas bacias hidrográficas, e a falta de saneamento faz com que as pessoas canalizem seus esgotos in natura para o leito dos rios.
Outro problema é o desmatamento das matas ciliares e da cobertura vegetal das nascentes, o que, de acordo com Vângela Nascimento, aparentemente tem diminuído o nível dos rios ao longo dos anos. O relatório diz ainda que a pesca com tingui - produto natural que mata os peixes - tem desencadeado a reprodução demasiada de caracóis, que deixam a água com gosto de lama.
O agricultor Ezequiel Araújo de Moura participou do curso e contou que há algum tempo a água do Paraná dos Mouras apresenta alterações. Para ele, é fundamental a educação ambiental, pois muitos trabalhadores rurais sequer têm ideia de que estejam cometendo crime ambiental. “A gente sabe da importância da preservação da água, porque quem preserva a água preserva a vida.”
Edem Oliveira, secretário da Promotoria Especializada na Defesa do Meio Ambiente, do Ministério Público Estadual, disse que o interesse da instituição é conhecer a situação das bacias, participar no plano de elaboração da gestão delas e direccionar seu plano de ação por meio da troca de informações.
O vice-prefeito de Rodrigues Alves, Manoel da Silva Magalhães, lembrou que a bacia do rio Paraná dos Mouras é bastante habitada e muitas famílias dependem de suas águas, além de o rio ser essencial para o escoamento da produção da região. “Precisamos cuidar muito bem desse rio, pois a nossa vida depende da sobrevivência dele”, declarou.
Texto completo em. agencia
Imagem original: pesca
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