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sábado, 6 de outubro de 2012

Espécies comestiveis


Este trecho foi tirado do Jornal o Público de 19.07.2010 - 12:30 Por Luís Francisco.

Rolanda Albuquerque de Matos, bióloga. É considerada a maior especialista nacional em caracóis, nunca comeu estes moluscos e dificilmente se vê a fazê-lo. A explicação é simples: "Durante mais de duas décadas cultivei e observei quase diariamente milhares de caracóis, o que os tornou, para mim, animais de estimação. E um animal de estimação não se come!"

Mas esta enorme variedade de espécies de caracol não tem um canal directo para o prato. Na verdade, explica a bióloga, só há em Portugal quatro espécies comestíveis: "Por ordem decrescente de tamanho: a caracoleta (nome científico mais conhecido, Helix aspersa), o maior caracol terrestre português; a caracoleta moura também conhecida como boca-negra na Madeira (Otala lactea); o amarelinho, riscadinho ou riscado, ou caracol-das-canas, o caracol português mais bonito pela grande variedade de cores que a concha pode apresentar (Cepaea nemoralis); e o caracol a que chamo caracol-das-cervejarias e os apreciadores caracol pequeno (Theba pisana). Um caracol (Helicella virgata) do mesmo tamanho e muito parecido com este último e que pode encontrar-se nos mesmos locais não tem valor gastronómico, pois dizem que é muito amargoso, referido por alguns como caracol-do-diabo."
 
 
 
 
 
Observação:
H. pomatia e H. aspersa são as duas espécies comestíveis que são mais utilizados na cozinha européia.
O último é conhecido como caracol riscado.
 
Caracol Branco :: Theba Pisana


Caracol Branco
(Theba Pisana)
Caracoleta Grande :: Helix Aspersa Maxima
Caracoleta Grande
(Helix Aspersa Maxima)
Caracoleta Canário :: Helix Cepaea
Caracoleta Canário
(Helix Cepaea)
Caracol Riscado :: Otala Lactea
Caracol Riscado
(Otala Lactea)

 PS. Estas imagens são parte integrante do site "Biocaracol"

 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Espécies ameaçadas na Europa

União Europeia alerta<br>
Declínio alarmante dos peixes de água doce, moluscos e plantas De acordo com novos trabalhos de investigação publicados hoje, o património natural da Europa regista um declínio preocupante. Uma parte considerável da fauna e flora autóctones da Europa foi examinada no âmbito da lista vermelha europeia, que faz parte da lista vermelha de espécies ameaçadas de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza, tendo-se concluído que grande parte dos moluscos, dos peixes de água doce e das plantas vasculares se encontra agora na categoria das espécies ameaçadas. Em contrapartida, numa nota positiva, algumas medidas têm favorecido a conservação dos caracóis de terra ameaçados na Região Autónoma da Madeira.
Veja mai9s em: Rostos.pt

Madeira em destaque na defesa dos caracóis de terra | DNOTICIAS.PT

Imagem de: foge-foge
Madeira em destaque na defesa dos caracóis de terra DNOTICIAS.PT
De acordo com uma nora enviada pelo EUROSTAT "novos trabalhos de investigação publicados hoje, o património natural da Europa regista um declínio preocupante".Segundo a União Europeia "uma parte considerável da fauna e flora autóctones da Europa foi examinada no âmbito da lista vermelha europeia, que faz parte da lista vermelha de espécies ameaçadas de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza, tendo-se concluído que grande parte dos moluscos, dos peixes de água doce e das plantas vasculares se encontra agora na categoria das espécies ameaçadas". Veja mais no link.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ficalização reforçada nos aeroportos brasileiros

critica na aldeia CRÍTICA NA ALDEIA: Ficalização reforçada nos aeroportos brasileiros: "Esta informação foi tirada do blog: revistafator, e é importante para quem pense em viajar para o Brasil nos próximos anos. Operação reforça..."

Diversos produtos agro-pecuários não podem ingressar no Brasil sem autorização prévia ou certificação sanitária expedida pelo Ministério da Agricultura. Entre os produtos com restrição de importação estão frutas, hortaliças, flores, plantas, sementes, mudas, cães, gatos, aves, peixes, abelhas, carne de qualquer espécie, leite e derivados, produtos apícolas, ovos, pescados, entre outros.

O trânsito internacional de animais, vegetais, seus produtos e subprodutos, derivados e partes, resíduos de valor económico e insumos agro-pecuários no País, é fiscalizado pelo Vigiagro. “Qualquer produto de origem animal ou vegetal só pode entrar no Brasil depois de submetido à análise de riscos sanitários e fitossanitários pelo Ministério, como também devem ser obedecidos os requisitos de identidade e qualidade correspondentes”, ressalta Schwingel. É necessária a apresentação do certificado expedido pelo país de origem. Caso contrário, o produto é apreendido ou destruído. (Sophia Gebrim)

Os produtos agro-pecuários que não podem ingressar no país sem prévia autorização do Vigiagro e/ou certificação sanitária são: . Frutas e hortaliças frescas . Insectos, caracóis, bactérias e fungos . Flores, plantas ou partes delas . Bulbos, sementes, mudas e estacas .Animais de companhia (cães e gatos) .Aves domésticas e silvestres . Espécies exóticas, peixes e pássaros ornamentais e abelhas .Carne de qualquer espécie animal, in natura ou industrializada (embutidos, presunto, salgados, enlatados) .Leite e produtos lácteos .Produtos Apícolas (mel, cera, própolis) . Ovos e derivados . Sémen, embriões, produtos biológicos, veterinários (soro, vacinas) .Alimentos para animais . Terras . Madeiras não tratadas . Agro-tóxicos .Material biológico para pesquisa científica, entre outros.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Caracóis luminosos.

Cientistas do Instituto de Oceanografia da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) revelaram recentemente detalhes das luzes produzidas pela espécie de caracol marinho Hinea brasiliana, que geralmente se agrupa em litorais rochosos.
Os pesquisadores descobriram que esses animais, em vez de produzir um foco de luz, usam suas conchas para espalhar uma luz bioluminescente verde em todas as direções.
Veja noticia completa e original em: BBC Imagem do mesmo blog.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Identificar espécies

Onde e quando procurar
É possível encontrar caracóis de concha com bandas (Cepaea nemoralis e Cepaea hortensis) em praticamente todo o Reino Unido, onde os caracóis estão geralmente presentes. Onde o solo é ácido ou turfoso, não há cálcio suficiente para que os caracóis formem as suas conchas, por isso são zonas a evitar.

Em Portugal, os dados da investigação obtidos até à data apontam para a existência de uma só espécie: Cepaea nemoralis. Esta espécie é muito rara no Alentejo e inexistente no Algarve.
Os caracóis são mais activos e fáceis de encontrar quando as condições climáticas são amenas e húmidas. Portanto, é possível encontrá-los na Primavera e no Verão (final de Março – final de Setembro). As melhores alturas para encontrar caracóis são enquanto chove ou depois de chover e de manhã cedo, quando as gotas de orvalho se encontram na erva.
O caracol Cepaea pode ser encontrado numa grande variedade de habitats, incluindo regiões arborizadas, regiões de vegetação pouco desenvolvida e debaixo de sebes, em vegetação herbácea alta como partes de terreno com urtigas, em erva longa ou curta, em arbustos de jardim. Cada vez mais são frequentes em jardins de muitas cidades. Identificar as espécies correctas.

Existem duas espécies de Cepaea. Gostaríamos quecontassem os diferentes tipos (chamados morfos) denambas: o caracol com lábio castanho (Cepaea nemoralis) e o caracol de lábio branco (Cepaea hortensis).

Dê uma vista de olhos nas figuras que se apresentam à direita e no verso da página que representam, provavelmente, as maiores conchas das diferentes espécies de Cepaea que
poderá encontrar. Só queremos que apanhe os caracóis adultos, uma vez que os juvenis não têm um lábio na concha totalmente formado. Sem um lábio totalmente formado na concha do caracol é difícil assegurar a que espécie realmente pertence.

Veja mais em Ciência Viva

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Caramujos: Amigos ou Inimigos?

Embora a maioria dos caramujos de cone represente pouco perigo para os seres humanos, vários desses animais, os maiores, podem matar uma pessoa com o veneno. Mas, curiosamente, esse mesmo veneno pode deter a chave para salvar vidas. A informação está a ser veiculada pelo grupo Conservation International. No seu site, o grupo ambientalista explica o trabalho que está a desenvolver na recolha e identificação desta espécie nas águas pouco profundas dos recifes de coral tropicais, lembrando que já há mais de 700 espécies identificadas.

Apesar da existência aparentemente pacífica, eles caçam, têm arpões e injectam peptídios tóxicos nas suas vítimas, paralisando-as, para depois as devorarem.
Veja mais em: CIÊNCIA HOJE

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Os caracóis

Imagem original: carlosalberto0

Os caracóis podem ser encontrados nos jardins, hortas e pomares, pois eles se alimentam de diversos tipos de plantas. As poucas espécies carnívoras alimentam-se de minhocas, ou de outros caracóis e lesmas. Os caracóis terrestres são encontrados em ambientes de solo húmido, não encharcado, e são difíceis de ser observados durante o dia, pois, 99% de suas actividades ocorrem durante a noite. Duas a três horas após o anoitecer os caracóis já podem ser observados em actividade.
Muitas das espécies de caracóis são comestíveis. Em escavações arqueológicas, foram encontradas conchas de caracóis assadas, indicando que o homem utiliza estes animais como alimento desde a pré-história. Como exemplo de caracol comestível, cita-se o escargot (Helix aspersa ou Helix pomatia).
Os caracóis são muito consumidos em França. O caramujo-gigante-africano (Achatina fulica), cujos adultos chegam a medir entre 15 e 20 cm de altura, 10 a 12 cm de comprimento e chegam a pesar cerca de 200 g, é apreciado em muitos países.
Esta espécie, que foi introduzida em diversos países pelo próprio homem, tornou-se uma praga de diversas culturas, jardins e hortas. O caramujo-gigante-africano, em vida livre, transmite o verme Angistrongylus cantonensis, que causa a angistrongilíase meningoencefálica, doença que acomete o sistema nervoso central.