Mostrando postagens com marcador empresa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empresa. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Importação e exportação Francisco conde

Reportagem Vida de Caracol - Visão.pt
Veja esta reportagem completa:

Vida de Caracol

O lento percurso dos gastrópodes de um dos maiores importadores nacionais - do armazém à travessa


Francisco Caetano, 60 anos, é um empresário optimista, coisa rara nos tempos que correm. Proprietário da empresa de importação e exportação Francisco conde, acredita que este é um ano particularmente bom. Para os caracóis, pelo menos. "As previsões são altas, espero vender cerca de 2 mil toneladas", diz, confiante. Na época forte de consumo de caracóis, entre abril e finais de agosto, os camiões chegam ao seu armazém, em Brejos de Azeitão, na Margem Sul, a um ritmo quase diário. Todas as madrugadas é preciso descarregar o material - isto é, os caracóis, que vêm de Marrocos - e, nas horas seguintes, pô-los a repousar na arca frigorífica. 
O turno da manhã começa às nove horas. E desde logo começa a seleção minuciosa das três espécies: teba pisana (os tradicionais caracóis), otalla latia (riscada, mais pequena e utilizada para cozer) e hélix aspersa (a caracoleta maior para grelhar e a mais cara das três espécies). Após esta "lupa" humana, que serve para detectar as cascas partidas, também se separam as caracoletas grandes das pequenas. Por fim, vão para a máquina, a fim de serem embaladas em sacos de um quilograma. Esta é a última tarefa que aqui se executa, antes de os caracóis seguirem para os clientes que, segundo diz Francisco Caetano, são de todo o País, de Vila do Bispo a Viana do Castelo. Em Lisboa, um dos clientes mais conhecidos é o Júlio dos Caracóis, na Rua Vale Formoso, número 140 B, chefiado por Vasco Rodrigues, filho do Júlio dos Caracóis. Há mais de 50 anos que são especialistas em caracóis, mantendo o segredo da confeção e as quantidades servidas. Sem reservas, Vasco Rodrigues diz que prefere os caracóis marroquinos aos nacionais: "Têm o dobro do tamanho", justifica.

FRANCISCO CONDE
Pontos de venda: Pingo Doce, Jumbo e Makro; lojas take-away Casa dos Caracóis: Barreiro, Montijo, Foros de Amora, Brejos de Azeitão e Lagoinha
Preços: €5 (750 ml), €8,50 (1200 ml), €13 (1,650 ml), €21 (2,50l), €29 (5l)

Ler mais: http://visao.sapo.pt/vida-de-caracol=f732969#ixzz2lE4SSDGi

sexta-feira, 25 de março de 2011

Negócio e apoios

Observação: As regras do IEFP, mudaram, convém saberem as novas regras de apoios ao investimento e apoios ao projecto / 23/07/2010.
Estamos a viver tempos dificeis, esta actual crise em que vivemos, veio para ficar e criar um negócio seguro é cada vez mais dificil.
Todo o negócio deve ser pensado, (SWOT), pontos fortes e fracos.

Recorrer aos Apoios do IEFP para Criar uma Empresa ou ao Micro crédito pode ser uma soluçao, mas têm que trabalhar muito, senão ao fim de uns anos descobre-se que trabalhou para aquecer.

Em análise de pequenos negócios, as pequenas empresas mais bem sucedidas têm sido aquelas que utilizam a Internet como fonte de angariação de clientes e como fonte de publicitar o seu negócio, pois os encargos são mínimos.

Para quem têm um espaço que possa explorar, poupa nas rendas, mas têm mais encargos e está sujeito a muito investimento no estabelecimento, assim como: Casas de banho, projecto contra incêndio, certificado energético, associar-se obrigatóriamente a associações conforme o tipo de comércio.

Os pequenos negócios de comida, salgados e doces para fora, lavanderia, ervanária e produtos naturais, passar a ferro, pequenas costuras e bainhas de calças, tomar conta de crianças, pequenas creches, baybe siters, ocupação de tempos livres de crianças entre outros têm sido muito lucrativo e parte dessas funções não pagam impostos ou não se declara os verdadeiros rendimentos.

Quanto a criação de caracóis, existem pessoas que os apanham nos campos e vendem directamente aos cafés e restaurantes por 2.00 euros o quilograma e outros os criam artesanalmente em quintais para comercialização.

Voltando ao negócio:Fique de olho atento ao IEFP e ao MICROCRÉDITO, mas não fiquem fascinados, pois as exigências são muitas.

O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) tem à disposição dos desempregados e dos jovens à procura do primeiro emprego programas de incentivo à criação do próprio emprego, num conjunto de apoios e serviços destinados à viabilização de novos projectos empresariais de pequena dimensão: o Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE).



Para serem elegíveis, os projectos que venham a ser candidaturas ao programa de apoio do IEFP têm de respeitar determinados requisitos relacionados com o número de trabalhadores ou com o valor total de investimento, entre outros aspectos.


APOIOS AO EMPREENDEDORISMO – CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO – APOIOS IEFP

sábado, 16 de outubro de 2010

Política de preço

Aqui temos um exemplo de política de preço de um produto. Esta Empresa (RIBACOL) só existe para dar vida à um projecto de trabalho na área de Marketing.




Política de preço

O preço encontrado pela Ribacol, teve em conta um estudo do mercado local, em Santarém (no centro histórico), São domingos e Vale de
Santarém.

Também foi pesquisado através da Internet, que a maior parte dos caracóis consumidos no Algarve, são importados de Marrocos entre 0,80€ a 1.50€, preço por kg, que oscila de acordo com a produção e com a tonelagem comprada.

Marrocos também exporta para outros países Europeus.

È importante lembrar que Marrocos é o principal concorrente das empresas portuguesas, motivo pela qual os helicicultores querem criar uma associação para intervir junto ao Ministério da agricultura e assim criar legislação, que defenda a qualidade dos caracóis que entram em Portugal.

Em Santarém foi observado que nenhum estabelecimento comprou os caracóis com factura, e nenhum destes estabelecimentos conseguem satisfazer a procura.

O preço proposto pela Ribacol no caracol pequeno é de 3.60 € kg já com IVA incluido, cada unidade pesa 15 Kg sendo esta a unidade miníma de venda.

Este valor foi calculado tendo em conta os seguintes factores :

Já possuímos as instalações e os viveiros.

O facto do preço da água para os campos agrícolas ser inferior ao preço praticado para as residências particulares. (O objectivo é retirar o máximo de partido do custo da água e criar hortas e outros de forma a que todo ciclo da criação de caracóis seja auto-suficiente e mais económico).

O preço do gasóleo, que neste momento é superior a 1€ o litro, e um veículo comercial 1.6 HDi consome 7.5 litros por cada 100 Kilômetros podendo variar este consumo consoante a carga.

Uma das formas de pouparmos na distribuição é garantir um bom serviço ao cliente e angariando o máximo de, clientes pôr zona, minimizando assim os custos de distribuição.

domingo, 5 de setembro de 2010

Projecto Caracol

imagem original: fugaspublico


É um trabalho e desenvolvimento na área de Marketing, com o intuito de elaborar o desenvolvimento de um projecto com bases na teoria e na prática.
A EMPRESA em questão é fictícia, mas os estudos são elaborados sobre uma base fiável, e a criação de caracóis, foi posto em prática num armazém numa gaiola 2 x 1 metros por 2 metros de altura sem luz solar. Após 7 meses de observação no desenvolvimento dos mesmos, com uma alimentação de mato e ervas daninhas e mais couves, chegou-se a conclusão que a luz solar faz muita falta para o desenvolvimento dos caracóis, principalmente da rigidez da sua concha. Os predadores que surgiram, foram as formigas. Estas foram isoladas no ninho com remédio próprio para o efeito.
Durante este tempo nenhum caracol morreu, mas entraram passados 3 meses em estado de hibernação e não se reproduziram.
Neste improvisado viveiro, feito de redes e tábuas velhas, foram postos caracóis de diversos tamanhos. Muitos dos caracóis ficaram agarrados por baixo das tábuas, explorando assim a humidade, outros preferiram os acrílicos e os metais (chapas de zinco), mas poucos escolheram o fundo que era cheio de areia.
Todos os dias, borrifávamos os caracóis com um borrifador, para manter a humidade dentro do viveiro.
Sabemos que a areia é importante, pois ela também retém a humidade.
Após esta experiência, descobrimos que os nossos invertebrados amigos são muito resistentes e acabamos por soltá-los, ainda foram mais de 3 milhares.