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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Insectos o futuro da alimentação Mundial



Quando os alimentos estiverem escassos sem dúvida nenhuma, os isentos serão o maiores contribuintes para a nossa alimentação e a solução para acabar com a fome no mundo.
Não existe nada em maior número no planeta que se possa comer, a não ser os insectos. Se repararmos bem, todos animais comem insectos como se fossem manjares dos deuses, enquanto nós sonhamos com lagostas e camarões grelhados. Em muitos países asiáticos, espetadas de baratas, gafanhotos e escorpiões são a perdição dos consumidores de salgados e petiscos. 

Imagem de: Comer Insectos

A poucos anos atrás, comer comida chinesa ou japonesa não era para todos. Dentro do cardápio havia muitos pratos que para um Europeu ou Sul Americano, revoltava os estômagos dos mais sensíveis. Hoje comidas como o sushi, "peixe cru" já faz parte da cozinha mundial assim como nós que passamos a ser "cidadão do mundo" (globalização).
A cozinha chinesa é muito versátil e variada, se estivermos atentos a este tipo de restaurante e observarmos quando entra um chinês típico, ao contrário do chinês ocidentalizado, podemos ver que aquilo que ele come não está no cardápio ou não é feito da mesma forma que é servido ao cidadão comum.
Penso que para nós europeus, pode causar alguma repugnância alguns ingredientes que compõem a receita original.   

Nesta última década têm sido falado, publicitado, e noticiado sobre as mudanças e as influências da alimentação a nível mundial. Diversos países, têm aberto restaurantes alternativos onde se come uma boa parte dos insectos conhecidos pelo homem. Seja no Brasil, Austrália, EUA, entre outros.

No Oriente esta prática é frequente, na Ásia já existem produções de insectos para consumo e em algumas zonas agrícolas já se deixou de usar químicos para matar as pragas, pois estas  pragas significam, comida e um fonte de enriquecimento económico para o comércio e para o país. Agora já existem trabalhadores contratados para a apanha dos insectos. Ganha ios agricultores que poupam no combate as pragas, ganham os comerciantes de insectos que ganham o sustento e o governo. Tailândia, Vietname, são alguns desses países.
Nas escolas desses países já são servidas refeições de insectos, os alunos comem o prato cheio de baratas, gafanhotos, grilos, assim  como quem come um pastel de nata ou uma sanduíche de fiambre ou mesmo uma maçã.  É tão natural para esses povos que ninguém a não ser os estrangeiros é que estranham este comportamento social e cultural. 


Os caracóis, ainda são novidades para alguns países, mas já começam a serem explorados na cozinha e no comércio,. a publicidade e a globalização chegam a todo lado. Cada vez mais podemos comer, vestir-nos e usarmos os produtos mais exóticos dos países mais distantes. O que não temos, basta irmos a Internet e encomendar. A informação hoje anda demasiadamente rápida, pode ser bom para algumas coisas e más para outras, tudo depende apenas de quem procura e quem compra.
Nestes próximos anos haverá sem dúvida uma invasão informativa e de incentivo ao consumo de insectos, pois eles podem ser a resposta para a salvação do planeta ou a preservação do mesmo, "quem sabe"?


Os insectos são a solução para alimentar as gerações futuras, espera-se um grande aumento populacional no futuro e a carne não é viável para alimentar milhões de bocas. A produção de carne exige muitos recursos, recursos esses que prejudicam o planeta, em outras palavras "não é sustentável". Os factores que fazem parte desta produção passa pelo consumo e gasto exagerado de água e na poluição que o animal gera em todo o seu ciclo de vida, contribuindo e aumentando a emissão de gases na atmosfera.







A ONU recomenda: coma insectos.

A Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura lançou, nesta segunda-feira (13), um programa com o objectivo de incentivar a criação de insectos para combater a fome.

O que tem para o jantar? Gafanhotos fritos, besouros ou larvas. Não estamos no Oriente, mas em um restaurante americano, onde a moda já começa a se difundir.
Veja o vídeo em Jornal nacional

Veja também este site: Verde a cor nova

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


FAO promove comer insetos nauseabundos para “salvar o planeta”

Escorpiões na China
O professor Arnold van Huis, da Universidade Wageningen, Holanda, e seu colega Dennis Oonincx, promovem a idéia de comer insectos para salvar o planeta, no contexto de um plano promovido pela FAO. 




Quiche de minhoca ou larva de besouro, rolinho primavera de grilo e outros pratos feitos com insectos nauseabundos estão no cerne de uma “dieta saudável, barata e ecológica”, cujo estudo foi encomendado pelo órgão da ONU contra a fome. 

sábado, 12 de março de 2011

Caracóis parasitas

Algumas espécies de caracóis são extremamente nocivos a saúde humana, causam doenças do tipo: Angiostrongylus cantonensis,Peritonites, Meningites,Esquistossomose, Xistose e muitas outras.

Os mais perigosos para a saúde humana são sem dúvida o tipo “caramujo”, este gastrópode vive em águas paradas sobretudo em países de climas quentes e tropicais, sendo o Brasil e África muito contemplados pela facilidade de se encontrar estes pequenos moluscos.

A zona do Nordeste brasileiro, têm muitos rios onde em certos sítios a água fica represada, nestes lugares são comuns a concentração dos caracóis portadores da doença “ESQUITOSSOMOSE” , cujos parasitas atravessam a nossa pele e se alojam no nosso corpo.

São sugadores de vida, verdadeiros parasitas que se alimentam das nossas energias, constituindo para eles quase uma sibiose.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

QUEM TEM MEDO DO CARACOL?

Aqui temos um excelente trabalho que fala sobre o "CARACOL" e a sua importãncia na alimentação primitiva, vale a pena ler.
Os caracóis são consumidos como alimento desde a era Paleolítica. Grandes quantidades de conchas encontradas pelos arqueólogos próximas as cavernas ou em sambaquis (*) no norte da África, que datam da pré-história, confirmam o seu largo consumo, especialmente, nos períodos de pouca caça, pois eram fáceis de encontrar e armazenar por longos períodos, graças a sua fisiologia. Os moluscos terrestres sempre representaram uma opção alimentar fundamental na história do homem.
Este texto continua e é da autoria de:
Mauricio Aquino


Médico Veterinário

Pós-graduado em Docência para o Nível Superior

Mestrando em Ciências da Saúde

http://www.caramujoafricano.com/


projeto@caramujoafricano.com

Veja mais em: univetbrasil

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Caracol

Imagem original: sakecomsal
negócios de caracóis

Caracol.
O caracol é um hermafrodita incompleto.
O caracol consome de tudo um pouco.
O caracol vive entre os 4 a 5 anos.
O caracol durante 4 meses reproduz-se.
O caracol durante 4 meses seguintes, come e dorme.
O caracol passa um terço da sua vida a hibernar.

Curiosidades Medicina:

negócios de caracóis
Curiosidades, Medicina:

Desde a antiguidade o Escargot vem sendo recomendado como remédio para vários tipos de males. Crendices ou não, é certo que os aminoácidos contidos nas proteínas das carnes do Escargot, contribuem para a reconstituição da integridade dos tecidos gástricos e, portanto, para a cura da úlcera. Por ser um alimento rico em cálcio e ácidos graxos, polissaturados, a alimentação com Escargot é recomendada nos casos de raquitismo e no combate ao colesterol. Em razão ao alto teor de sais minerais e ferro, são úteis durante a gravidez e amamentação. Pobre em lipídios, podem ser consumidos por aqueles que sofrem do fígado, arterioscrerose e obesidade. Na França e Alemanha são base de preparação de cosméticos e também são usados como artesanato em arranjos com conchas.
Carne: A carne do caracol tem alto teor proteico, baixo nível de colesterol, é rico em vitaminas e sais minerais.
Valor Nutricional
Calorias..........76%
Água...............82%
Glicídeos........02%
Lipídios..........0,8%
Proteínas.......15%
Cálcio..........170mg
Vitamina C...15mg
Ferro...........3,5mg
Enxofre.....140mg
Magnésio....250mg
Iodo.......0,006mg

Criação em cativeiro de caracóis terrestres

imagem original: mariajoaodealmeida
negócios de caracóis
A criação em cativeiro de caracóis terrestres comestíveis está a evoluir lentamente em Portugal, mas promete ser um nicho de mercado a considerar. Praticada há mais de 30 anos em Itália e França e, mais recentemente, em Espanha, a Helicicultura tem os seus próprios métodos de produção e é reconhecida como uma importante actividade económica nestes países. Imagem de:luizfelipemuniz.

O termo Helicicultura deriva do latim “helix” (que significa espiral e é o nome da espécie mais conhecida de caracóis comestíveis) e “cultivare” (cultivo). O molusco gastrópode, cujo corpo é totalmente protegido por uma concha externa, é apreciado como alimento há milhares de anos, sendo também utilizado tradicionalmente na medicina e cosmética. O aumento da procura do petisco, principalmente desde a segunda metade do século XX, fez com que todo o ciclo de vida do caracol passasse a ser produzido para fins comerciais de forma semi-industrial.

Há dois métodos principais de produção: o francês e o italiano.
O primeiro é um sistema intensivo de exploração, onde as condições de luz, temperatura e humidade são cuidadosamente controladas, de forma a possibilitar a postura de ovos durante todas as estações do ano. Os animais são criados em mesas sobrepostas localizadas em locais fechados. Algumas explorações adoptam um sistema misto de criação, controlando a reprodução no interior e a engorda no exterior.

O método italiano baseia-se na criação de caracóis a céu aberto, em canteiros com sementeiras especiais que servem de abrigo e alimento aos caracóis. É um sistema biológico que exige menos investimento e pouca mão-de-obra, mas tem menos rendimento que o método francês e regista maior taxa de mortalidade dos animais.

Mais recentemente, os espanhóis desenvolveram um outro método que tem tido aplicação tanto em Espanha como em Itália e Portugal. É um sistema intensivo em viveiros, divididos em estufas de engorda, de postura e de eclosão dos ovos.

Os portugueses são grandes apreciadores deste petisco, consumindo 13 mil toneladas por ano, logo a seguir aos espanhóis (20 mil toneladas), italianos (30 mil toneladas) e franceses (75 mil toneladas). O mercado norte-americano e japonês mostram cada vez mais apetência por esta iguaria. Calcula-se que o consumo mundial atinja as 300 mil toneladas de caracol. Ao contrário de Portugal, onde o consumo é maioritariamente sazonal.

Outros países querem o abastecimento de caracol vivo durante todo o ano.
Assim, a oferta não chega para as encomendas, já que o caracol está na base de um ecossistema frágil e enfrenta perigos como o excesso de procura, a poluição e a agricultura intensiva. Imagem de: wagneraccioly

O que leva também ao aumento dos preços, chegando o caracol a atingir um valor tão alto como o camarão. Grande parte dos caracóis consumidos em Portugal vem de Marrocos e Argélia. São da espécie Helix Aspersa Maxima, também conhecidos por Gros Gris, atingindo entre 20 e 30 gramas. A caracoleta portuguesa, Helix Aspesa Muller ou Petit Gris, é um pouco mais pequena, com 8 a 12 gramas.

Publicação Revista agriloja. HELICICULTURA Info | Maio | Junho 2 (6 | Info | Maio | Junho 2009)

Observação: A imagem acima é uma espécie de caramujo terrestre e não é comestível. Caramujo - O molusco foi introduzido no Brasil como uma versão do “escargot”, mas depois descobriu-se que a espécie não é comestível e pode transmitir doenças. O caramujo tem hábitos terrestres e pode atingir 15 centímetros de cumprimento, oito de largura e pesar cerca de 200 gramas. O animal se reproduz de forma rápida. Cada um chega a colocar 200 ovos por mês.

Segurança alimentar (caracóis)

Essencialmente dois motivos levam a que alguém decida dedicar-se à helicicultura. O primeiro prende-se com o interesse em proteger uma determinada espécie e desta forma melhorar aquilo que a natureza nos oferece. O segundo motivo é de ordem económica, o que faz com que muitos tenham a ideia de que a helicicultura é um negócio muito rentável. Contudo, pode não ser, pois é uma arte de difícil execução. O caracol tem como base um ecossistema frágil e actualmente enfrenta alguns perigos, como a poluição ambiental, o excesso de procura e as formas de agricultura agressiva.
A criação de caracóis comestíveis em cativeiro (Helix Aspersa Maxima e Helix Aspersa Muller) está a evoluir lentamente em Portugal e promete ser um nicho de mercado promissor. Praticada há quase meio século em alguns países europeus, nomeadamente em França e na Itália, está só agora a dar os primeiros passos na Península Ibérica. Nos últimos anos, o aumento da procura deste molusco para consumo humano fez com que os métodos de produção passassem a ser semi-industriais.
De uma forma geral, podemos considerar três métodos distintos de produção de caracóis. Um sistema intensivo de exploração, no qual os animais são criados em bancadas sobrepostas. Estes locais encontram-se completamente fechados e as condições de temperatura, humidade e luz solar são monitorizadas de forma permanente, no sentido de possibilitar um maior número de posturas por ano e assim maximizar os rendimentos.
Um segundo método baseia-se na criação dos animais o mais aproximadamente possível do seu ambiente natural – em canteiros a céu aberto, com sementeiras específicas, a fim de proporcionar o alimento e o abrigo necessários. Este processo de criação apresenta uma taxa de mortalidade muito elevada, pelo que se torna menos rentável economicamente que o anterior.                                             Imagem de: emule
Por último, e talvez o mais inovador dos métodos de criação de caracóis para consumo humano, é aquele que de alguma forma conjuga os dois métodos anteriormente mencionados. Separa as três fases cruciais da vida de um caracol – postura, eclosão dos ovos e engorda. Deste modo, é possível abordar cada uma das etapas tendo em conta a sua especificidade, melhorando assim a prestação final: maior número de nascimentos e menor número de mortes.
Esta página faz parte de um trabalho e estudo desenvolvido por “Fernando Amaro” cujo tema é: SEGURANÇA ALIMENTA NA PRODUÇÃO DE CARACÓIS (Controlo da alimentação de base vegetal)

domingo, 28 de novembro de 2010

Cuidados a ter.

Alimentação de caracóis.
Os caracóis devem ser alimentados depois do pôr-do-sol. Os alimentos não devem ser duros ou bolorentos. Os restos devem ser retirados na manhã seguinte. Os bebedouros devem estar sempre cheios de água. É essencial não esquecer da limpeza do viveiro e da remoção de detritos. Também devemos ficar atentos as condições das redes e mosquiteiro, caso estejam rasgadas devemos repara-las.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Os caracóis precisam de:

Imagem original. freewebs
negócios de caracóis
O que os caracóis necessitam na alimentação.

Os caracóis necessitam de hidratos de carbono para a energia e proteína para o crescimento. Adicionalmente necessitam de cálcio (Ca) para as suas conchas, assim como doutros minerais e vitaminas.
A carne de caracol tem um teor baixo de fibras cruas e de gordura; por esta razão estes componentes têm pouca importância na alimentação dos caracóis, o calor do sol também é fundamental para a consistência da sua casca.

Observação: As frutas geralmente são ricas em minerais e vitaminas e pobres em proteínas.

Alimentação de caracóis

Imagem original: arcadenoe
negócios de caracóis
Existem muitos tipos de alimentos para caracóis.

Uma das maiores preocupações de quem começa uma criação de caracóis é o que os caracóis comem?

Primeiro é identificar quê: Os caracóis são vegetarianos e comem muitos tipos de comida. Os caracóis assim como outros animais evitam plantas com folhas peludas ou que produzem
substâncias químicas tóxicas.

Os caracóis jovens preferem folhas tenras e rebentos e comem mais que os adultos, muitas das vezes mais que o dobro da comida.

À medida que ficam mais velhos, os caracóis adultos alimentam-se, cada vez mais, de detritos: folhas caídas, fruta podre e húmus. Deve-se alimentar os caracóis mais velhos com a mesma comida que se encontra no seu habitat.

Não há muito que aprender, a mãe natureza nos ensina. Para começarmos a criação, basta olharmos para o seu local de vivência e vermos que tipo de vegetação está no campo.

Para adiantarmos e ganharmos tempo, basta saber que as quintas estão cheias de caracóis e o plantio também, constituindo assim uma grande dor de cabeça para os agricultores; ou seja: O caracol também come quase tudo que o ser humano come.

Entre tantas as coisas que eles comem, encontramos, beringelas, couves, alfaces, pepinos, frutas e folhas, inhame, batata-doce, cascas de frutas como a banana.

Quem tiver acesso aos restos de vegetais que são jogados fora dos mercados e feiras, têm um óptimo negócio pela frente.
Atenção:
Os restos de vegetais que sobram da nossa alimentação, não devem ser dados aos caracóis, devido ao sal ou temperos existentes assim como vinagre e azeite.