Mostrando postagens com marcador criação de caracóis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador criação de caracóis. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A verdade sobre o Caracol Africano

Medo. Nojo. Repugnância!!! Esses são alguns dos efeitos que alguns sentem quando se deparam com o gastrópode Achatina fulica, ou simplesmente - como a maioria conhece - o CARACOL AFRICANO. Entretanto, poucos sabem que outros animais como cães, gatos, pombos, bois, cabras, ovelhas, cavalos e porcos são capazes de causarem muito mais enfermidades.
Segundo Mauricio Aquino, mestrando em Ciência da Saúde da UFAL e coordenador do blog CaracolAfricano.com - técnico e profissional da área - fazem um “alarde desnecessário”, divulgando exceções sobre os riscos potenciais do Caracol Africano como se fossem regras e o aponta este comportamento como o grande responsável pela acelerada infestação do ambiente rural e urbano, além da destruição de diversos representantes da nossa fauna nativa: caracóis, lesmas e caramujos brasileiros ameaçados de extinção.
“A Rede Globo no país todo, publica muita informação equivocada sobre o caracol africano, especialmente, sobre as doenças que ele nunca causou no Brasil até agora. Não que ele não seja capaz; mas a Meningite Eosinofílica (ME) e Estrongilíase Abdominal, por exemplo, as duas principais enfermidades associadas frequentemente ao Africano, só são transmitidas quando o caracol é consumido cru ou mal cozido, habito mais comum nos países asiáticos", afirma Aquino.
 
Veja a notícia completa em: EXTRALAGOAS em A verdade sobre o Caracol Africano

Seminário - criação de caracóis


Região
A criação de caracóis em destaque na Lourinhã: Seminário de HeliciculturaÚltima alteração dia
2013-01-22 às 11:14:25


Imprimir NotíciaA criação de caracóis em destaque na Lourinhã: Seminário de Helicicultura
 

A criação de caracóis estará em foco esta quinta-feira, dia 24, num Seminário de Helicicultura, que decorre no salão nobre dos Paços do Município da Lourinhã.


Ao longo desta iniciativa, organizada pela Helixcoop - Cooperativa Agrícola de Helicicultores de Portugal, serão abordadas temáticas relacionadas com os sistemas de produção no país e na região de Lisboa e Vale do Tejo, o licenciamento das heliciculturas e o enquadramento e regulamentação legal desta actividade económica.

O seminário é aberto às 10h00 por Nuno Russo, Diretor Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo.

A iniciativa é apoiada pelo Município da Lourinhã.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Excesso de helicicultores

A criação de caracóis como oportunidade de negócio e o aparecimento em excesso de novos helicicultores e importadores, durou alguns anos.

Hoje existe muita oferta, há quem diga que já supera a procura e cria cada vez mais dificuldade neste mercado.

Os nossos vizinhos são grandes exportadores e competidores no que diz respeito ao preço. O que nos iguala aos Marroquinos e Espanhóis é o custo do transporte. o que torna o caracol nacional quase ao mesmo preço da concorrência.

A legislação continua sendo uma possibilidade de regulamentar o mercado e de impedir a entrada de novos concorrentes, obrigando esses a cumprirem regras e normas através de uma fiscalização mais apertada, sobretudo dos gastrópodes que vem de fora.

Estamos a falar de criação, importação e exportação, mas a outra vertente dos restaurantes e cafés, representam um excelente negócio e lucros fabulosos.

Os restaurantes que servem caracóis pedem cerca de 5,00 euros por um prato de caracóis que ronda as 200 gramas. Um saco de caracóis com cerca de cinco quilos custa cerca de 12,00 euros, não podemos esquecer que o grande negócio é o acompanhamento, cervejas e pão para molhar no molho, sem falar nos jarros de vinho e sangria, lá está, o caracol nunca se come sozinho.
A seguir, vem sempre mais um petisco ou então mais uns caracóis para a malta, a seguir  mais umas cervejolas  um cafézinho, quando não antes um doce.

Negócio? Para quem???

Tenho ouvido queixas de pessoas insatisfeitas. Segundo me contaram e me enviaram por escrito e também pode-se encontrar na "NET", queixas de insatisfação e frustação de novos helicultores.
Segundo eles: Sentem-se enganados.
Um deles diz que foi incentivado no negócio, comprou as crias e depois de desenvolver o negócio ninguém as compra e que os envolvidos no negócio só falam de lucros.

Isto quando começou era uma mina de ouro e para muitos são é claro que quando os "GRANDES" farejam dinheiro, entram com tudo no mercado, prejudicando os pequenos e os iniciantes no negócio.

O negócio é bom, mas quem está por baixo tem que começar suavemente e para isso é preciso conhecer o mercado, o preço e fazer "NICHOS" de mercado.
O objectivo é crescer gradualmente e alargar aos poucos o circulo de actuação.

O sonho de que a criação de caracóis era uma excelente oportunidade de negócio, assim uma espécie de "jubileu dourado" que se podia ter como segunda ocupação, durou alguns anos e quem embarcou nele não se arrependeu.
Começar pelos vizinhos é uma boa pespectiva.

No ano passado, nesta mesma data, o kg. do caracol pequeno estava a 1,99 euros num hipermercado de Santarém, este ano o kg. do mesmo gastrópode foi vendido a 2,90 euros.

Não se consegue entrar numa briga de gigantes, mas com pouco investimento pode-se roubar muita clientela a esses lideres de mercado, inclusive fugir ao fisco.

É bom ter formação, mas temos que ter atenção se nós pequenos investidores não estaremos a engordar grandes empresas que nos prometem um negócio de futuro que na verdade só eles ganham.

O caso dos diversos cursos que as empresas de formação vendem, são uma "treta", o único a ganhar com os cursos são os empresários e formadores, porquê quando o formando chegar ao final e conseguir o canudo, descobrirá que não há mercado de trabalho.

O caso da formação de formadores, somente os Licenciados e Doutorados é que conseguem dar aulas, os com o 12º ano ficam com o curso na gaveta, mas investiram tempo e dinheiro. Só a cunha ajuda nesse caso.

Quando as empresas, publicitam muito as formações numa área de sucesso, as vezes o nicho verdadeiro alcançado pela empresa é a formação e não a produção de produtos. Na verdade isto é Marketing, vende-se a idéia que muitas vezes não corresponde as expectativas.

terça-feira, 29 de março de 2011

Predadores de caracóis

                                                                                     Imagem de: curiosidadeanimal



Predadores de caracóis
Os principais predadores de caracóis são:
Ratos, ratazanas e musaranhos, rãs, sapos, tordos, corvos e aves domésticas, como sejam patos, galinhas, perus, lagartos e cobras, algumas espécies de formigas besouros drilídeos e carabídeos e centopeias. 

Observação: Os ratos são dos predadores mais vorazes e podem dizimar uma criação de caracóis em poucos dias.

Os sapos e rãs podem comer os caracóis jovens, enquanto os répteis comem tantos os ovos como os caracóis, qualquer que seja a sua fase de desenvolvimento. 
Em lugares com uma elevada predação de aves, é necessário colocar-se redes para cobrir e cercar os viveiros.

As vedações devem ter uma altura entre 15 e 30 cm no mínimo e estar bem escavadas no solo. Também é recomendável colocar iscos ou armadilhas fora da área de criação dos caracóis, caso se justifique.

Os restos de comida de criação podem atrair certos predadores e gerar doenças caso esteja há muito tempo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Tema: Revista Exame 1 Outubro 2004

Imagem original: portugalporreiro
negócios de caracóis
Esta matéria escrita em 2004, já revelava um excelente negócio com futuro em Portugal. Este pequeno trecho faz parte de:
Empresas e Negócios
Espiral ascendente
Helena Cristina Carlos Peralta | Sexta-feira , 1 Outubro 2004

Criar caracóis parece ser uma brincadeira de crianças, mas revela-se um negócio promissor. Luís Lucas espera produzir 36 toneladas, vendidas, em média, a 6 euros o quilo.

Hoje, quanto mais o tempo avança, maiores dificuldades vão surgindo para os novos helicicultores.
Mas, a criação de caracóis ainda é uma excelente nicho de mercado e oportunidade de negócio e têm algum futuro. É claro que dá algum trabalho, mas é uma boa fonte de rendimentos para aqueles que sonham um dia serem patrões ou terem alguma fonte de rendimento extra.


Em tempo de recessão económica, a criação de caracóis terrestres surge como uma fonte de rendimento viável e uma excelente alternativa para as milhares de pequenas e médias explorações agro-pecuárias existentes no nosso país