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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Caracóis e o Verão

Imagem de: MariaJoãoCorreia


Começou o verão, o calor já começa a apertar, a função pública já começou a receber os subsídios de férias.


Agora as pessoas começam a activar os seus cartões de créditos para a grande corrida as férias. A maioria prefere as praias, outros os campos e os mais endividados ficarão em casa e procurarão outro tipo de entretenimento.


Uma coisa é certa, a maioria destas pessoas tem em comum é o consumo de mariscos e caracóis, seja em Portugal, Espanha, Itália, França e em vários países da Europa.

Já começa a chegar o mês de Julho, dentro das estufas respira-se uma Primavera delicada. O sistema de rega acabou de lançar água sobre os canteiros onde milhares de caracóis estão a sair para se alimentarem.

Existe muita humidade no ar, os trevos e couves e diversos tipos de vegetais verdes foram plantados por mãos humana e em condições ideais. Agora servirão de alimentos para estes gastrópodes famintos, juntamente com as rações.


O mercado do verão aguarda ansiosamente estes caracóis e caracoletas, que ajudarão os adeptos a beberem milhares ou milhões de litros de cervejas. Já se houve anunciar nas esplanadas dos subúrbios que este fim-de-semana há caracoladas. Já há marcações para comer caracóis na Dª Ana, no café do Canelas e nas esplanadas locais.


Os pedidos não param de chover. Para o helicicultor começa a época de ouro. Há que trabalhar duro nestes três meses de verão. As encomendas não param de chegar, os pedidos por telefone são constantes.


As toneladas de caracóis marroquinos já começam a chegar em Portugal para abastecerem o mercado Algarvio e as grandes cidades.
O objectivo é que alcance em breve a dimensão ideal para serem comercializados. Ou seja, consumidos, comidos e suficientes para abastecer o mercado nacional.


Aqui, através de um bom prato de caracóis podemos ouvir todo tipo de conversas, críticas e opiniões. Os caracóis acompanhados com uma boa “IMPERIAL” têm esse efeito nas pessoas.


Não importa nesta hora se são adeptos do Benfica, Sporting ou do Porto assumidos ou não. Que votou PSD e depois PS, ou vice-versa, é coisas que não têm importância. O caracol provoca reacções diversas nas pessoas.


Para alguns, eles não passam de lesmas com casca. Outros comparam o sabor ao das ostras, de quem, afinal, são parentes próximos. Em Portugal, comem-se essencialmente cozidos, como petisco ou feijoada de caracóis no restaurante.


O importante é aproveitarmos este verão e deixarmos a crise do lado de fora, afinal Portugal parece que nunca chegou a sair da crise.
Vai uma “mini”?

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Curiosidades sobre caracóis

Imagem original: reeducalimentar.
Negócios de caracóis
À maior parte dos caracóis continuam vindo de "MARROCOS", existem empresários portugueses que facturam mais de 1.000.000,00 (um milhão de euros) anuais com estes pequenos invertebrados.

Esta espécie "marroquina de caracóis", não merece a concorrência portuguesa, devido os baixos preços de comercialização e também lembramos que esta espécie de caracóis marroquinos, são mais vorazes sexualmente e aliado ao clima de Marrocos a sua reprodução é mais rápida.

Os caracóis portugueses são maiores, mas menos reprodutivos, mas também são mais saborosos na confecção.

A maior parte deste gastrópode que é fornecido aos restaurantes e cafés do nosso país, não são devidamente controlados e não se sabe ao certo se são saudáveis ou se trazem com eles algum químico anti predadores.

Este é um óptimo negócio para fomentar em Portugal e também para criar legislação através de associações próprias para o efeito.
Portugal pode competir contra os preços mais baixos da concorrência se apostar na qualidade e na saúde do consumidor.
Dizem os conhecedores que o caracol "DO RIBATEJO" é mais saboroso devido ao clima e as pastagens.

PS.
Por outro lado, há criadores marroquinos que dizem que são feitas regularmente análises sanitárias para garantir a qualidade dos animais. Transportados vivos até Portugal. Eles são transportados em camiões frigoríficos.
Dizem que os caracóis são fiscalizados pelas autoridades sanitárias em Tanger e em Algeciras (Espanha).
Resta-nos acreditar que sim, mas existem dúvidas por parte de muitos consumidores, que são chegados aos importadores.

Até o momento, parece que ninguém sofreu qualquer envenenamento ou teve que fazer uma lavagem ao estômago.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Caracóis, "DÃO DINHEIRO"

Imagem original: tachoalume
negócios de caracóis


Ganhar dinheiro com CARACÓIS.




Segundo algumas fontes, os caracóis comprados em Marrocos, conforme a quantidade e à procura e ainda à época, chegam à Portugal pelos valores entre, 0,75 aos 0,80 cêntimos de euro o quilograma (preço para importador).



Este valor é para grandes quantidades, estamos a falar de camiões carregados deles e também o preço mantêm-se enquanto houver excesso. Quando começa a ficar escasso, o caracol atinge os 0,90 aos 1,20 euros.



No s supermercados, o quilograma é vendido entre os 2,00 aos 3,00 euros o quilograma, enquanto no comércio paralelo, pessoas que os apanham e vendem aos cafés e restaurantes do comércio tradicional. É vendido por 2,00 a 2,50 euros o quilograma. O preço do caracol e a sua origem é que determinam o valor para estabelecer o preço.



Aqui no Vale de Santarém, a apanha do caracol no campo, vem engrossar os rendimentos das famílias, principalmente as de “etnias ciganas”, que chegam a limpar os campos.



O caracol “MARROQUINO” é o mais comercializado e proporciona fontes de rendimentos mais rápidas para os importadores, mas em termos de qualidade do produto, o caracol “RIBATEJANO” é o melhor e é mais saboroso devido o pastagens e a proximidade das oliveiras, que parece ter influência na sua carne.



Os negócios de importação e comercialização de caracóis, são uma grande fonte de rendimentos e ainda é um negócio em expansão.



Em Portugal são poucas as empresas que investiram neste mercado, mas para quem quer trabalhar com um produto de qualidade é uma óptima oportunidade de investimento.



O conselho é: Pesquisar o mercado, preços, formas de criar caracóis, venda do animal vivo, carne de caracol congelada, ovos ou ovas de caracóis, caracoletas, importação, técnicas, predadores, húmus, minhocas e já agora fazer um estudo mais aprofundado sobre esses pequenos mas resistentes “GASTRÓPODES”.



Calcula-se por alto e por especulação que durante o bom tempo do VERÂO, as importações atingem mais de 120 toneladas por semana, valor este somado por vários importadores.



Estes caracóis, vêm parar à explanada nos valores entre 3,00 aos 3,50 euros no RIBATEJO e cerca de 3,50 aos 4,00 euros nas zonas de praia, podendo até atingir 5,00 nas zonas com mais turismo. Estes pratos, andam na média de 300 gramas. Uma travessa maior pode chegar aos dez euros. No caso da caracoleta, o preço dispara para preços mínimos de 6,00 euros o pratinho.


Imagem original: mundoparticularlay