segunda-feira, 28 de março de 2016

Zé, política e caracol

Do Zé para o Zé.

Somos um pais com excesso de corruptos e estes estão deixando o "Zé" cada vez mais teso e pessimista.
O verão de 2015 foi um dos mais curtos na vida dos Zés de todo Portugal e de quem é a culpa? Sem dúvida da passividade dos Zés do nosso país que não se erguem para reivindicarem pessoas como devem ser para nos governarem deforma honesta e mais justa. 
Nestes últimos anos, os sucessivos governos do nosso país resolveram tirar rendimentos em cima daqueles que não podem fugir ao fisco, por exemplo os proprietários e os pequenos comerciantes, estes são quem tem levado o povo as costas, porquê não conseguem fugir, mas são estes que dão dinheiros a terceiros como construtores, empreiteiros, compram materiais diversos, pagam licenças, contratam funcionários, geram riquezas e não os grandes empresários que arranjam subsídios para tudo, arranjam forma de não pagarem impostos e aplicam os seus dinheiros fora do pais onde os produtos são mais baratos devido a produção massiva de produtos e de mão de obra barata.

A classe média é a sustentabilidade do nosso país e estes pequenos empresários e proprietários estão a caminho da miséria e pobreza enquanto o governo ajuda os grandes empresários e banqueiros a ficarem cada vez mais ricos.
O pobre, beneficia de apoio do estado e se não paga não vai preso e nada pode tirar-lhes, a classe média sustenta empregados, dá trabalho a terceiros e fomenta o comércio e a produção de bens e serviços, porém se o governo espreme em demasia este desgraçado vai a falência e leva uma série de empresas, pessoas (activos) com ela. O rico estuda formas dentro da lei em como não pagar impostos e como contratar funcionários dando-lhes serviços precários a baixo custo e ainda por cima subsidiado pelo Estado que somos todos nós.

O que eu sei dizer é que até o IEFP dá o trabalho que lhes foi destinado como o de arranjar emprego para os milhares de desempregados a empresas de trabalhos temporários que são empresas particulares que vivem a custa do "Zé".
Isso mostra que até o humilde caracol é mais rápido a atingir os seus objectivos do que o nosso Portugal crescer de forma séria, fiável e sustentável.~



Este verão de 2015 foi curto para os Zés do nosso país que tiveram que contar os tostões para apreciarem o afamado caracol enquanto botavam abaixo uma cervejola numa esplanada em frente ao mar, momentos simples e cheio de magia que cada vez são mais raros.
Ainda me lembro dos 15 dias de férias que eu e os amigos tirávamos no Algarve, depois passou a 1 semana e agora são 4 dias devido a perda de rendimentos e os sucessivos aumentos de impostos.

A verdade é que as coisas mais simples como um pires de caracol e uma cervejola num local bonito estão cada vez mais distante da vida dos Zés.
O que eu tenho a dizer é:
"ZÉ" nunca deixe de lutar pelos seus sonhos nem que seja por um prato de caracóis na esplanada do Zé da esquina, não desista e afogue o pessimismo com uma fresquinha, mostre a estes políticos que estamos vivos e que como o caracol, mesmo devagar vamos longe e isso ninguém pode nos tirar.
Para sermos felizes não é preciso muito, basta um pires de caracóis e uma "jola" fresquinha acompanhado de um pouco de sol. 
Um abraço a todas as tascas sobreviventes e que resistem a ASAE, porquê o que é português é nosso!!!

segunda-feira, 14 de março de 2016

Caracóis crise e economia

E mais um ano se passou. 2015 foi mais um ano de feiras e eventos em torno do modesto "caracol". Porém, na  verdade a crise aumentou e nas esplanadas das praias notou-se bastante o cinto cada vez mais apertado do "Zé Povinho". 



A crise económica e o desemprego se acentuaram apesar da contra informação que o governo faz anunciando todas as semanas "a" baixa do desemprego, só não vê a verdade quem não quer...

Se as casas de negócios estão fechando e as fábricas idem, se as cidades estão cada vez mais desertas e o número de empresas prestadoras de serviços precários e mau pagos estão em alta, como é possível que o desemprego esteja baixando?
Não importa: 
Cada vez temos mais pessoas à procura de novos horizontes para criar o seu próprio negócio.sem abrir loja, pois ter uma porta aberta significa sustentar vários parasitas com os dinheiros dos nossos impostos e licenças, para quase tudo que possamos desenvolver ou criar existe um artigo cheio de leis e exigências que resumindo significa pagar.

Não há dúvidas de que um negócio de caracóis pode ser uma das soluções para fazermos frente as dificuldades do dia-a-dia  mas  existem imensos entraves ao empreendedorismo no nosso país e o que é feito legalmente implica o pagamento de muitos impostos e a perda de imenso tempo com burocracias, isso, implica e complica a sobrevivência do negócio e das pessoas envolvidas. Qualquer pessoa pode criar caracóis, mas poucos se tornarão especializados pois a formação continua exige muito investimento e nem sempre quem sabe nos 'vende' toda a informação ou diz a verdade.

Hoje o verdadeiro negócio é a formação e em Portugal existe formação para tudo e é na formação que está o verdadeiro negócio (ganho) pois os negócios tradicionais não funcionam e a formação que tiramos faz-nos acreditar no sucesso e no lucro de um produto mas na verdade o verdadeiro ganho está no serviço prestado mesmo que ninguém os ponha em prática, daí o nascimento de tantos "WORKSHOPS". Na realidade todos querem um diploma para por na parede e exercer e divulgar o que aprendeu e assim começar o seu próprio negócio e com o caracol se passa o mesmo.

Para que qualquer negócio funcione é preciso conhecer as características do negócio, suas vertentes e o próprio produto, este é o primeiro passo para o sucesso.

Para quem escolheu a HELICICULTURA (cultura de caracóis),


A alimentação, a reprodução, os predadores, a morfologia do Caracol e as suas especificidades são a base de todo este negócio, sem falar nos materiais necessários para proteger o investimento dos predadores e outras forças da natureza, e por fim os clientes, porque sem eles não existe negócio. Na altura dos Romanos tudo era mais simples, só tinham que proteger os caracóis dos predadores e o resto era comércio e petiscos.

Soube de muitos casos de produtores de horticulturas e de caracóis que tiveram grandes produções mas não conseguiram entrar no mercado devido a não terem feito o estudo dos seus potenciais clientes, ou seja: Falhou a distribuição e os pontos de venda. 

Este blog começou como projecto escolar e como objectivo ter um negócio caseiro e sustentável onde os pontos de venda seriam os cafés e restaurantes da localidade.a ideia seria apenas arranjar um complemento de ordenado ou rendimento para as férias porém o interesse do público despoletou várias ideias de projectos sendo alguns megalómanos. 
Nós aqui: Continuamos com a ideia original que é desenrascar "algum" através da comunidade local e sem chamarmos as atenções dos predadores do ESTADO.... 

sábado, 8 de agosto de 2015

BABA DE CARACOL

Porquê baba de caracol?
A acção regenerativa da pele é o ponto forte deste produto que é extraído do comum "caracol de jardim".
O muco que o caracol segrega é altamente rico em proteínas que são responsáveis pela acção regeneradora, isto é, torna a sua pele mais suave e sem rugas e com mais luminosidade. O muco é usado para quem quer eliminar manchas, cicatrizes ou marcas.

Existem blogges que falam em fazer o creme milagroso em casa, porém a dificuldade é extrair o famoso muco correctamente.
Observemos o caracol!!!, O muco libertado por ele faz com que o gastrópode deslize mais facilmente o seu corpo sobre o solo mas na realidade a cosmética não recolhe este ingrediente desta forma e defende que a substância libertada naturalmente pelos caracóis só servem para a sua locomoção 
A extracção do muco em casa é feita após uma lavagem com água fria e a seguir os caracóis passam por cima de uma rede onde fica agarrado o seu muco e esta rede serve de coador e o produto apurado será então misturado com outros produtos oleosos como o Abacate, Aloé-Vera, azeite de oliveira entre outros produtos, como podem ver a baba de caracol é ínfima na sua quantidade e a sua participação nos produtos de beleza raramente chega aos 5%.
Mas esta extracção é caseira e este tipo de produto não é o original que entra nos mercados da cosmética através das farmácias.

Para que estes cosméticos sejam eficazes, devem ser elaborados com a secreção que o caracol expele ao receber estímulos externos -como radiações ou estresse mecânico- para reparar sua pele e se proteger das agressões externas, e não com a baba que o caracol desprende em seus deslocamentos.
A secreção do caracol "cryptomphalus aspersa" obtida em estado de estresse é extremamente rica em proteínas e polissacarídeos, responsáveis por sua atividade regeneradora, e não tem nada a ver com a baba que o caracol expele em seu deslocamento, que não possui atividade biológica e cuja única função é permitir sua mobilidade.
A metodologia de obtenção da baba se aperfeiçoou até chegar à situação atual, com um sistema do qual se obtém uma secreção purificada que permite preservar a vida do caracol e que foi patenteada e comercializada por esta empresa farmacêutica.
Segundo um estudo realizado em 2004 com pessoas tratadas com baba de caracol, a redução progressiva e gradual da percentagem de pacientes com rugas finas é de 26,7% e de 45,5% para as rugas grossas. Também foi identificada uma significativa redução do aspecto envelhecido por causa do sol e da secura e aspereza da pele.
Além disso, houve uma melhora nos parâmetros de lisura, firmeza, flexibilidade e hidratação.

Em execução...

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Caracóis são bons de qualquer forma

Este ano de 2015 têm sido um bom ano como qualquer outro para o consumo de caracol, porém tenho observado as contradições de alguns degustadores destes famosos moluscos gastrópode que habitam nossos terrenos baldios e quintais.
Fui convidado por amigos para diversos convívios desde Junho deste ano de 2015 e reparei que as caracoletas, apanhadas ou compradas nos hipermercados não são lavadas pela maioria dos consumidores e tal como estão vão directamente para a chapa quente. Se é bom é não há dúvida, mas onde está a higiene? Será que o lume mata tudo? E os caracóis estrangeiros, o que comem além da ração? Quais as fazes em cativeiro que o animal vive, condições de higiene, quem sabe!!! A verdade é que sujos ou limpos eles marcham a mesma e muito de nós pagamos bem por eles. Saúde é o que eu desejo....

Deixo aqui uma receita para os apreciadores..
 Eis a receita 

INGREDIENTES 


- 2 kg de caracóis 

- 80 g de alho 

- 60 g de cebola 

- 2 cubos de caldo de galinha, (se por acaso tiver a água da cozedura de aves é o melhor).

- 2 a quatro malaguetas (a gosto) 

- Orégãos em rama 

1º  passo: Certificar-se de que todos os animais estão vivos antes de os meter no tacho
2º passo: Os caracóis devem ser bem lavados em água corrente antes de começarem a ser cozinhados. 
3º passo: Convém por os caracóis num tacho largo, afim de distribuir igualmente o cozimento e cobertos de água até uma altura de dois dedos, não mais que isso.
Neste tacho podemos deixa-los entre 10 a 15 minutos repousando para que eles larguem as impurezas, não convém mais tempo se não eles ficam demasiados moles.

Nesta altura já estão todos fora da casca, deixe escorrer a maior parte da água e logo a seguir nivele com água nova por cima o nível dos caracóis, cerca de dois dedos. 
Inicia-se a cozedura em lume brando, porquê a cozedura rápida não apura o sabor dos caracóis e destrói o corpo do gastrópode.
A cozedura é feita sem os temperos, que só devem ser adicionados depois de os caracóis estarem mortos. Adicionados os ingredientes, deixa-se cozinhar até levantar fervura. O molho só deve ferver durante três a quatro minutos. Os orégãos em rama são mergulhados durante a fervura e retirados mal se apaga o lume. Deve deixar os caracóis a repousar durante dez minutos antes de servir.

Estas dicas podem ser encontradas "em venda de caracóis".

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Festival do Caracol e da Sangria na Portela das Padeiras em Santarém

O jornal O Ribatejo desta semana informa sobre: 

Festival do Caracol e da Sangria na Portela das Padeiras em Santarém

sábado, 25 de julho de 2015

Mesmo com a crise desce mais uma cervejinha e um pires de caracol.



Ainda recebo mails de portugueses no estrangeiro e não só que me perguntam como se eu fosse um grande entendido.... Vamos a portugal no verão e gostaríamos de saber onde podemos comer o famoso caracol?
A verdade é que o verão chama pela "imperial" e pelos famosos caracóis que disputam nas explanadas o concorrido espaço entre ameijoas, camarões e o acessível tremoço.  

Quanto aos melhores lugares é discutível porquê as classes sociais também fazem separação e distinção dos espaços de convívio, porém deixo aqui alguns dos lugares badalados entre tantos outros existentes no nosso país.


Cervejaria Germano
Em altura de Santos Populares, a casa de Marvila avisa que não há sardinhas. Só caracóis e caracoletas.
Onde: Rua Vale Formoso de Cima, 127B, Marvila, Lisboa
Quando: Todos os dias excepto à terça, das 8h00 às 22h00
Tel.: 218 596 634


Júlio dos Caracóis 
Um pires a 3,5 euros, um prato a 5 euros. O nome da casa diz tudo. No Júlio dos Caracóis (filho do Menino), já se sabe qual é a especialidade. Também há caracoletas assadas e petiscos para quem não gosta de caracóis.
Onde: Rua Vale Formoso de Cima, 40B, Marvila, Lisboa
Quando: De terça a sexta, das 10h00 às 22h30; sábado e domingo das 16h00 às 22h30


Eduardo das conquilhas
A especialidade do restaurante que cumpriu agora 150 anos vem do mar, as conquilhas, mas também há petiscos da terra nesta altura do ano. 
Onde: Rua Capitão Leitão, 118, Parede, Cascais
Quando: Todos os dias excepto à quarta, das 12h00 à 1h00
Tel.: 214 573 303


Venezuela 
A pequena tasca de Campo de Ourique serve pregos e bifanas, torresmos, salpicão alentejano e afins. No Verão é conhecida pelos caracóis nas poucas mesas da esplanada, bem acompanhados por uma imperial.
Onde: Rua Coelho da Rocha, 91B, Campo de Ourique, Lisboa
Quando: De segunda a sexta, das 9h30 às 23h00; sábado das 9h30 às 17h00
Tel.: 213 964 942

Independentemente do lugar, não se esqueçam de olharem no seu "bairro", pois podem ficar surpreendidos com o que a vizinhança pode fazer.
Os caracóis estão por todo o lado  e os preços não são tabelados. O custo actualmente é de 2 a 3,00 euros por quilograma para o riscado e para a caracoleta é de 5 a 7,00 euros mas no prato o modesto caracol pode render várias dezenas de euros acompanhado de pão e cerveja com o arremate final de sobremesa e café....

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Desenrascando um rendimento

Já começa a cheirar a verão. Os primeiros freelancers já pedem 3,00 euros por quilograma de caracóis.
Neste momento complicado para Portugal e para os portugueses, qualquer ideia para gerar uns trocos para as férias que se aproximam vale bem a "pena".
Tenho visto vários jornais, principalmente as páginas de vendas de materiais diversos e electrodomésticos usados e já consigo descobrir os primeiros "vende-se caracóis".
Esta crise está fazendo com que os nºs de desempregados aumentem significativamente e só não se atingem números históricos por causa de milhares de cursos chamados de ocupação para desempregados, onde o desempregado não conta para a estatística. Somos milhares de pessoas em cursos de formação que não servem rigorosamente para nada e muitos desses formandos já atingiram a quantidade de 30 a 60 diplomas que estão a encher gavetas. Muitos desses formandos só vão aos cursos por causa do subsídio refeição que é de 4,27 euros dia, já dá para o maço do tabaco.

A solução para a maioria dos jovens é a venda daquilo que não mais precisa. Jogos, bicicletas, revistas e bds, discos, brinquedos e telemóveis usados entre outros, já que o trabalho é coisa do passado e os salários mesmo para licenciados não ultrapassam os 505,00 euros o que é vergonhoso visto o que se gasta para se tirar um curso universitário.
Outra grande fonte de rendimento são os blogs e os vídeos do You Tube, só que a polícia já anda a verificar esses rendimentos  e as Finanças também, esperem mais tarde pela talhada desse branqueamento de capitais. (ainda está em estudo).

Voltando aos cursos:
Imaginem que nesses cursos fossem dados cursos práticos de agricultura em casas, terraços e quintais e até mesmo curso de Helicicultura ou seja criar caracóis, isso sim era uma mais valia.
Vocês sabiam que se tiverem uma produção própria comprovada de produtos agrícolas não em doses industriais, podem vender nos mercados e feiras sem pagarem impostos e apenas uma diária numa praça a um preço muito acessível.
Pensem nisso "seus desempregados"...

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Negócios, caracóis e o país.

Estamos no fim de Agosto, o verão está desaparecendo com o avançar do tempo incerto deste ano de 2014. Até agora, o vento e o frio ganhou vantagem sobre os dias de verão e as praias ressentiram com a diminuição dos visitantes, podemos dizer que o nosso verão está como a nossa economia, fria e falida.
Mas ainda existem bons negócios por ai, falta é o dinheiro nas mãos do povo para consumir os serviços e produtos disponíveis que os nossos cada vez mais escassos comerciantes têm para oferecer aqueles que podem pagar esta troca de serviços.
Os caracóis são um desses negócios: Nem com a crise o preço baixou e a oferta de variantes pratos aumentaram, por exemplo: 

As receitas à base de caracol, onde nem as crianças foram esquecidas. Pode assim ser encontrado o caracol tradicional cozido, a caracoleta grelhada na chapa, o caracol à S. Nuno Álvares Pereira, à Fernão Magalhães, à Helicicultor, feijoada de caracoleta, fondue de caracol, omelete de caracol, à confrade, escargot à Francesa, à pescador, com caril, sopa de caracol e caracol à criança e ainda outros pratos como o empadão e etc...

Está chegando Setembro o mês da volta das aulas e das despesas, do início da realidade e do pagamento do cartão de crédito e ainda da volta dos serviços públicos, Tribunais, Finanças  e da aprovação dos aumentos de impostos sobre o "Zé Povinho", mas os caracóis estarão lá a nossa espera, congelados em algumas centenas de arcas distribuídas por todo o país, pois este ano o caracol sobrou devido ao escasso turismo português que está cada vez mais reduzindo as suas despesas. É a travagem do consumo, enquanto tivermos no poder caracóis que fazem a gestão de Portugal, vamos demorar demasiadamente a ter uma qualidade de vida aceitável.

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Sessenta e sete caracóis africanos gigantes vivos foram confiscados por agentes da alfândega dos EUA na maior apreensão do molusco já realizada por autoridades.

Os caracóis, proibidos nos EUA, foram encontrados por inspectores de protecção de fronteiras e da alfândega (CBP, na sigla em inglês) no Aeroporto Internacional de Los Angeles.
Os caracóis tinham sido enviados da Nigéria para uma pessoa na Califórnia, disse Lee Harty, uma porta-voz da agência alfandegária.
Os moluscos estão entre os maiores caracóis terrestres do mundo e podem atingir 20cm de comprimento, disseram as autoridades.

domingo, 3 de agosto de 2014

iBahia - Artista cria maquiagens inusitadas com insetos, caracóis e pedras

iBahia - Artista cria maquiagens inusitadas com insetos, caracóis e pedras

veja todas as fotos e todo o trabalho artístico de "Svenja Schmitt" , clicando no link...

A beleza é algo que "ultra" ultrapassa limites que não existem na criação de uma visão artística plasmada em qualquer superfície de apoio, seja ela qual for...

Svenja Schmitt é  uma artista alemã que cria seus makes extremos e personalizados.

Svenja Schmitt, de Berlim, não se limita em usar os tradicionais delineadores, bases, sombras e batons. Ela prefere  muita cor e brilho em suas maquilhagens e finaliza o look com estrelas do mar, insectos, penas, flores e caracóis, entre outros.

A alemã, também conhecida como PixieCold, é arrojada nas suas criações e não tem medo de experimentar novos materiais.
Os olhos são o foco do trabalho da alemã, pois são a parte do rosto que mais a fascina. Eles são capazes de mostrar muito mais que aparenta

As imagens dos makes extravagantes são mostradas em seu site, onde ela também dá tutoriais de como criar os mesmos looks peculiares e exóticos.

domingo, 13 de julho de 2014

Castro Marim recebeu milhares de visitantes no Festival Internacional do Caracol

Castro Marim recebeu milhares de visitantes no Festival Internacional do Caracol

O
pastel de nata e a empada de caracol foram as receitas novas apresentadas nesta
sexta edição internacional e constituíram um grande atrativo para os
visitantes. Mas as surpresas gastronómicas não ficaram por aqui e foram também
apresentados no cardápio os bombons de caracol.

Caracóis para a Argélia e mel para o Brasil


Portugal já pode exportar caracóis para a Argélia e mel para o Brasil

Só este ano foram desbloqueados 35 produtos que, até agora, eram interditos em dezenas de países. Em Setembro, o Governo deverá deslocar-se ao Brasil para conseguir a exportação de citrinos e nectarinas.
Caracóis para a Argélia, produtos lácteos para o Qatar, alimentos para cães para Marrocos ou dióspiros e mel param o Brasil. A lista de produtos que este ano conseguiram quebrar as barreiras à exportação já soma 35 itens diferentes que vão desde carne de vaca e animais vivos (como cães, gatos e pintos) a sémen de cavalo.

A lista da Secretaria de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-Alimentar resume os dossiês abertos desde Janeiro e inclui países como o Canadá (que já aceita receber carne de porco), a Colômbia, a Coreia do Sul, Israel ou, por exemplo, a Federação de São Cristóvão e Nevis, para onde se pode vender, pela primeira vez, cães e gatos, por exemplo.

sábado, 12 de julho de 2014

Ainda "o Caracol"

O caracol é considerado uma iguaria, quer em Portugal, quer noutros países, como a França e ou a Itália. A sua carne magra é rica em proteínas, cálcio, ferro e sais minerais, sendo de fácil digestão. No que à sua preparação diz respeito, no Algarve os caracóis são colocados dentro de um recipiente com furos ou tapados com uma rede uma semana antes de serem consumidos. Durante este período são alimentados com farinha ou sêmeas por forma a engordarem e a eliminarem as toxinas. Depois de bem lavados são levados a cozer em água temperada com sal grosso e à qual são adicionados alhos e paus de orégãos, podendo, também, juntar-se casca de laranja ou de limão. Comem-se bem quentes, usando-se, tradicionalmente, um bico de pita para os retirar da casca.

Caracóis invasores no "CAMACHO"


No Camacho
Orientação é que os veranistas limpem seus imóveis, retirem os entulhos e cortem a grama
Mutirão retira mais de 15 mil caracóis africanos no Camacho
Em três dias de mutirão 15,5 mil caracóis africanos foram retirados das ruas e residências do Balneário.

Camacho, em Jaguaruna. Conforme a responsável pelo controle destes invasores da gerência regional de saúde, Claudia Bezaliete Ochs, a ação diminuirá a população desse animal, no entanto, é fundamental que o combate ao caramujo continue.

“A acção foi positiva, mas também demonstrou que o índice de infestação é muito grande. Os invasores não estão controlados. Para que isso aconteça é preciso o envolvimento, a sensibilização e a mobilização dos moradores do Camacho e veranistas. É fundamental que os veranistas limpem seus imóveis, retirem os entulhos e cortem a grama, por exemplo. Só assim podemos evitar a proliferação para outras localidades vizinhas”, ressalta Cláudia.

Segundo o secretário de Saúde de Jaguaruna, Jailton Lima, o combate aos invasores continuará. “A população do Camacho deve continuar retirando os caramujos dos próprios terrenos. Os moradores devem manter os cuidados necessários na hora de retirá-los. Disponibilizaremos dois latões para o depósito dos moluscos, um no posto de saúde e outro no posto de combustíveis”, reforça. Esses caracóis recolhidos já foram queimados e enterrados com cal. O município vai continuar o procedimento de queima com o recolhimento pelos moradores e veranistas.
Colaboração: Eduardo Zabot/Comunicação Jaguaruna

Veja: ENGEPLUS

Saloio de novo: LOURES – O Festival do Caracol Saloio

LOURES – O Festival do Caracol Saloio está de volta a Loures, entre 10 e 27 de Julho, para fazer as delícias dos apreciadores desta iguaria tipicamente portuguesa. 10 tasquinhas, animação musical, espaço infantil e uma mostra de artesanato com 50 stands, animam o maior e mais afamado evento do género a nível nacional.
Promovido pela Câmara Municipal de Loures e com entrada gratuita, o Festival do Caracol Saloio proporciona uma grande variedade de pratos cozinhados com gastrópodes. Desde os tradicionais caracóis, a pratos mais elaborados como feijoada de caracoletas com enchidos, massada de caracóis, Rossini de caracol, tiborna medieval com caracóis na telha ou chamuças de caracóis.
São cerca de três dezenas as variedades que os visitantes podem apreciar nas tasquinhas de alguns dos mais afamados restaurantes do concelho de Loures, distribuídos ao longo de um espaço com 1200 lugares sentados.
Graças a este evento Loures obteve a designação de “Loures, Capital do Caracol”, em 2013, ano em que passaram pelo festival 85 mil visitantes, foram consumidos 18.600 quilogramas de caracóis e 39.000 litros de bebidas.
O Festival abre portas quinta-feira, dia 10 de Julho, às 16h30.
Data I De 10 a 27 de Julho
Local I Junto ao Pavilhão Paz e Amizade, na cidade de Loures
Horários I Segunda a Sexta | 17h00 – 24h00 Sábado e Domingo | 16h00 -24h00

Notícia Horticaracol no Miante

Horticaracol em Samora Correia garante os melhores caracóis 

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Edição de 2014-07-10 O MIRANTE
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O negócio de comercialização de caracóis, que tem a designação de “Horticaracol”, foi iniciado por Luís Peres há vinte e dois anos, na Póvoa de Santa Iria. A partir de 2001 passou a funcionar num armazém situado no Parque Empresarial do Alto, em Samora Correia. Trata-se de uma actividade empresarial que tem como grande inconveniente o facto de só ter actividade relevante nos meses de calor, desde o final de Março até Setembro. Os caracóis vêm de Marrocos às toneladas, transportados em camiões frigoríficos, para satisfazer o apetite dos apreciadores. No armazém da Horticaracol os gastrópodes são conservados em câmaras frigoríficas a uma temperatura entre os 2 e os 4 graus. O transporte para cafés e restaurantes, bem como para pontos de revenda é realizado em carrinhas mais pequenas. “Nós fazemos a escolha, separação e preparação para levar a melhor qualidade ao cliente. Temos clientes certos e as pessoas confiam em nós”, referem Luís e Célia Peres, o casal que está à frente dos destinos da Horticaracol e que trabalha com uma equipa de 6 colaboradores. O calor faz subir o consumo e nesta altura do ano a equipa não tem mãos a medir. Os produtos disponibilizados são: caracol pequeno, caracoleta riscadinha e caracoleta para assar. A empresa vende caracóis sobretudo nos distritos de Santarém e de Lisboa, onde há uma grande tradição de consumo deste petisco. Mais informações em: 917755890 (Célia Peres) ou 919081154 (Luís Peres).

terça-feira, 8 de abril de 2014

Dor crónica pode ser aliviada com veneno de caracol

Um veneno fatal para humanos pode tornar-se na base de um tratamento da dor crónica dos doentes com cancro. O investigador Agostinho Antunes explica que o caracol marinho ‘conus geographus’é também capaz de emitir toxinas “mil vezes mais potentes do que a morfina”.
veja mais em: PTJornal

O investigador salienta ainda como pode um caracol marinho desenvolver pelo menos dois tipos de veneno: o defensivo exige um maior gasto energético do que o paralisante. O caracol tenta, assim, adaptar a composição do veneno perante cada situação em específico.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Caracóis raros

Matéria e fotos pertencem ao blog hype SCIENSE

Caracóis tropicais minúsculos com belas conchas que parecem jóias estão se extinguindo quase tão rápido quanto os cientistas o estão descobrindo.

Uma população isolada de um caracolraro, registrado pela última vez em Fife, Escócia, 110 anos atrás, foi redescoberta.
O avistamento do caracol (Cochlodina laminata) foi recebido pelo Centro de Registros Naturais de Fife, depois de um relatório de um membro do público.

Veneno de caracol pode vir a ser utilizado na dor crónica

O veneno letal do caracol marinho «Conus geographus» pode vir a ser utilizado no tratamento da dor crónica em doentes com cancro, sida, Alzheimer ou diabetes, anunciou hoje à Lusa o geneticista Agostinho Antunes, que participou na investigação.

Veja mais em TVi 24

quinta-feira, 6 de março de 2014

Infestação de minicaramujos


Gostaria de saber como combater uma infestação de minicaramujos que apareceram em uma pequena horta caseira que tenho em minha propriedade. Eles se multiplicam rápido demais e eu não consigo produzir mais nada.

A invasão de caracóis pequenos ou grandes é possível ser contida, inicialmente, com uso de iscas. O material serve para atraí-los para que sejam, então, eliminados mecanicamente.

Veja mais em: Globo Rural